"SANTA"

Fascinação, o que é fascinação? Algo que me causa arrepio na pele por este teu jeito de menina num corpo de mulher, que me enche de desejos. Não sei direito, mas, to achando que isso é a raiz de um amor.

Se tiver que ser assim…

Entrego-te meu corpo... Como um presente eu me ofereço. Se tiver que ser assim... Seja como for, a qualquer preço. A verdadeira essência que há dentro de mim, É absoluta a recém-descoberta. Para você deixo as portas abertas, Todas as entradas de minha carne. No sangue quente que corre perene, Por trilhas seguindo o labirinto. Nossos corpos molhados pelo suor, No alimento enlevando o espírito. Sigo a risca a tua liturgia, Em teu ritual nos embriagamos de luxúria. Sei que me desejas em tua negra missa, Para sempre a tua escrava, a submissa. IGOR HUNSAKER.

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Sei que gostas assim…

Os meus lábios vermelhos... Os meus lábios molhados... O tom de carmim, Através do espelho. Sei que gostas assim, Com meu modo devotado. Um convite para a tua perdição. A ponta da língua aflorando o tesão. Em você provoco devaneios... Posso enxergar nos entremeios. Palavras soltas pelo ar... A lascívia em reações sendo sussurradas. Pronta para serem degustadas. Gemidos... Êxtase... Vontade ímpar. Atendo aos teus apelos... Puxa-me pelos cabelos. O metal agora é nosso elo. Não resisto ao que me entorpece a fúria. Envolve-me em luxúria. Ofereço-te o céu de minha boca. O que me deixa pervertida, Um tanto quanto…

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No ímpeto desejado…

O corpo embriagado, Pede abrigo. No ímpeto desejado... Está fora de perigo. No porto, a âncora, Demasiada loucura. Na almejada arte, Em carícias faz parte. Quero o teu sexo envolver, Prato preferido e saboroso. O pedaço de carne teso, Que me sacia o prazer. Lascívia... Primícias... Orais... Anais... Para despojarmos por horas, Sem qualquer tipo de regras. Sem mensura de demora. O falo rasgando as pregas. Sussurros nada proibidos, Em sonoros ais. Enaltecendo os gemidos, Com o gostinho de sempre mais! Igor Hunsaker.

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Em um tempo curto no espaço…

Em um tempo curto no espaço, O desejo a todo o instante me invade. Tu vens ao pensamento, constante, Para abastecer como água, o poço. Sexos se encaixando, peças perfeitas, O tesão que segue à espreita. Na medida certa, no ato descomunal, Envaidecemos-nos, completamos-nos no anal. Envolvida em teus braços, meu anseio, A língua na doce arte de me entreter. Na busca incessante do prazer, Preenchendo com gala, meus entremeios. Somos feito dois animais alados, Perdidos pela escuridão da noite. Percorrendo na luxúria, miscelânea de gemidos, Na essência que se derrama, em açoites. Unidos vibramos ao ritmo do metal, Alimentando…

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Em meus sonhos…

Em meus sonhos...Continuo voando pelo tesão.Aquele que me abastece,Em versos que componho.O elixir que nunca perece,A mais doce composição.Transparecendo na íris do olhar,Emitindo os sinais a você.Vindo ao meu encontro sem indagar,Para satisfazer o desvairado prazer.Acendendo de vez a chama,O meu corpo pelo teu clama.Agora e sempre...Excita-me.Toque a pele,E me arrepia.Permita-me.O combustível inflama,Caindo o véu, a flor revele,O corpo aquece a cama.Agora e sempre...O corpo teso atiça a lascívia.Constante é o pecado da luxúria,Guiando-me pelos teus labirintos.Atingindo bem em cheio o ponto,A promessa que se cumpre. Nos rompantes...Sobre mim.Em açoites...Na gula sem fim.Derrama-se...Exsuda-me...Com toda firmeza,Leva-me em tua correnteza.Quero estar sempre…

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Abracei-te…

Lá fora fazia frio, o nevoeiro era denso. Chegaste frio. Abracei-te. Aqueci-te o pensamento, coração, a mente. No nosso quarto, as velas afrodisíacas exalavam a tua fragrância favorita, canela. Beijei-te. Retribuíste vorazmente. Enlouqueceste-me. Em delírio, tivemos o nosso mais luxurioso momento do ano. O primeiro de muitos orgasmos... Como se não existisse amanhã... Igor Hunsaker

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