PRAIA DE ATALAIA

ela tinha 35 anos e estava completamente em forma…

Hoje vou relatar como foi o dia em que eu terminei transando com uma namorada na praia de Atalaia em Fernando de Noronha movimentada com várias pessoas observando.
Antes de começar a história eu preciso falar um pouco sobre essa namorada, ela tinha 35 anos e estava completamente em forma, tem 1,70 cm de altura, uma bunda grande bem durinha, coxas enormes e rostinho lindo.
O fato ocorreu em um domingo, pleno dia de pico na praia onde fomos. Primeiro tomamos algumas cervejas geladas e comermos alguns camarões até que o fogo tomou conta de minha namorada, ela passou a mão em minha sunga e já foi falando no meu ouvido: “Igor eu quero foder”.
Quando ela falou aquilo meu corpo endureceu instantaneamente e o tesão também tomou conta de mim, porém a praia estava cheia e nós não sabíamos o que fazer para apagar aquele fogo que sentíamos. Foi então que eu tive a brilhante ideia de ir para o mar.
Assim que entramos na água eu perdi totalmente a vergonha e não quis saber mais de nada, fui para trás dela, afastei a calcinha do biquíni para o lado e já fui entrando em seu corpinho.
No começo ela gemia baixinho para ninguém perceber mas o negócio foi ficando tão bom que ela também perdeu a vergonha, eu empurrava com força e ela gemia alto, sem escrúpulos nenhum.
Várias pessoas que estavam ao redor perceberam e ficaram olhando mas mesmo assim a gente continuou. Após alguns minutos eu virei ela de frente e coloquei ela para cavalgar, naquela altura do campeonato a praia toda já tinha parado para ver a nossa “performance”.
O prazer que estávamos sentindo era único, uma sensação de liberdade inexplicável, em mais alguns minutos nós gozamos e para a nossa surpresa as pessoas que estavam vendo, aplaudiram quando viram que o sexo tinha acabado. Ficamos com um pouco de vergonha então pegamos as nossas coisas e fomos para o hotel.
O que restou daquele dia foram as lembranças, aquele sexo foi fantástico. Terminei comendo uma namorada na praia com várias pessoas ao redor, acho que não tenho coragem para fazer aquilo nunca mais.