"SANTA"

Fascinação, o que é fascinação? Algo que me causa arrepio na pele por este teu jeito de menina num corpo de mulher, que me enche de desejos. Não sei direito, mas, to achando que isso é a raiz de um amor.

CARLA…

CARLA…

André era um tipo certinho, daqueles que a gente sente nunca cometerem um deslize.

Estudara só até completar o secundário pois vinha de família de menos posses mas provida de valores, que lhe deu a educação que agora o conduzia na vida.

Conseguira um emprego daqueles das 9 ás 17h de administrativo num serviço publico e levava vida pacata sem grandes emoções. Tinha agora 31 anos e só namorara uma moça uns dois anos, namoro esse que terminou quando soube que ela tinha estado com outro numa noite de festa sem lhe contar isso. Como era pouco expansivo e tímido, embora tivesse várias amizades femininas tinha dificuldade em dar aquela volta precisa para criar um relacionamento. Por isso preenchia o tempo livre fazendo ginásio e praticando desporto o que lhe fez construir um corpo de homem bem definido. Mas sendo homem ativo tinha de recorrer ao prazer solitário satisfazendo seus desejos na intimidade da sua solidão imaginando quadros com algumas das mulheres que conhecia. Sentia especial gozo quando pensava em Carla, uma mulher casada que muitas vezes encontrava ao fim do dia no ginásio, muito calada mas fazendo exercícios enérgicos e com um corpo que, em calção e t-shirt despertava os seus desejos. André gostaria de conseguir criar empatia com Carla mas a sua timidez impedia-o até porque ela era assim calada e apenas fazia o seu treino.
Já tinha tentado com o “olá boa tarde” e ” tudo bem” mas apenas tivera retorno do olhar de Carla com um sorriso.
Até que naquela quinta feira quando saia do ginásio já um pouco tarde em dia cinzento de outono e quando caminhava para o seu carro reparou que Carla estava junto do dela com o capote aberto com o olhar preocupado. Aproximou-se e viu sair fumo do motor. Nada sabia de mecânica e apenas lhe ocorreu poder ajudar Carla a sair da situação. Sugeriu que telefonasse ao marido a contar a situação mas ela disse que não resolvia porque ele viajara em serviço e só vinha sábado. “Bom, sendo assim o que posso oferecer é boleia para a levar a casa”, disse André. Carla agradeceu e foi buscar a carteira que tinha no carro dirigindo-se depois ambos para o carro de André. Pelo caminho percebeu que Carla não era a mulher sisuda que parecia no ginásio, Falava abertamente e com simpatia e não se mostrava muito preocupada com a avaria dizendo que no sábado o marido resolveria e, além disso tinham o outro carro dele. Chegados junto do prédio de Carla, pararam e ela sorrindo agradeceu a boleia e disse que nem sabia como agradecer porque tinha ficado numa situação bem chata se não fosse ele. “Não quer tomar um cafezinho?”-sugeriu Carla. André sentiu-se constrangido na sua timidez- Olhou-a uns segundos e , por fim, disse que aceitava.
Entrados no prédio, Carla chamou o elevador e subiram ao ultimo piso onde residia. Entrados, André reparou que era um apartamento confortável e bem mobilado, revelando um nível de vida superior. Carla pediu uns minutos de espera para se ir mudar e deixou André sentado no sofá branco a ouvir a musica que ela ligara na aparelhagem hifi.
André olhava à volta e pensava na situação e nas vezes em que se masturbara já a imaginar aquela mulher. Agora estava ali sozinho com ela!
Pouco depois Carla regressava, vestira um top decotado e trazia uma saia curta que deixava ver um pouco das coxas bem roliças e musculadas. Pegou numa garrafa e dois copos e sentando-se ofereceu um copo e ficou com outro. André com aquela mulher ali mesmo colada a ele no sofá sentia sensações estranhas: não sabia como agir mas o que dentro dele sentia era uma vontade louca de a puxar a si.
Carla falou do ginásio. Afinal era a única coisa que os ligava, e disse que embora não tivessem falado antes sentia simpatia por ele e julgava-o um homem interessante. Ao mesmo tempo que dizia estas palavras, colocou a mão na perna dele e pousou o copo. Ele olhou-a e sorriu. Nem sabia o que dizer, mas articulou “também a tenho olhado e sinto simpatia pela mulher que adivinho que é Carla”.
Mal acabara de dizer isto e sem pensar estendeu a mão e puxou a cabeça de Carla ao mesmo tempo que a beijava num beijo demorado, intenso e deixando as línguas se enrolar.
O beijo mantinha-se e sentiu a mão de Carla envolver seu sexo que ficara rijo e grande já desde a chegada. André deixara de lado já a sua timidez e soltava agora todo o desejo que sentia pela mulher que tinha consigo.
A sua mão entrara nas coxas de Carla e sentiu aquela xaninha quente com lábios volumosos. Carla soltara todo seu desejo daquele homem e as suas mãos abriram a calça dele e tirou fora o sexo teso de vontade. Deixou-se escorregar no sofá até sentir a boca tocar aquela glande macia e quente, deixando a língua envolve-la ao mesmo tempo que a mão sentia como era grande. Carlos suspirou quando a sentiu absorve-lo e começar com a cabeça num baloiço gostoso. Não resistiu e deixou a mão pousar na cabeça dela fazendo-a engoli-lo todo e soltando-a de seguida para tossir engasgada com aquele pau grande e rijo. Carla voltava a mamar nele sem parar. Sentia naquele membro aquilo que hà muito o marido não lhe dava com satisfação, já que nada tinha de semelhante àquilo.
Carla tinha 39 anos, 1.69m e cerca de 60 quilos de peso. O marido tinha mais 12 anos e estava muito tempo ausente. Daí ela gastar tempo no ginásio além de se ter de contentar a tocar-se nas suas fantasias de prazer.
Agora tinha ali aquele homem gostoso e queria ter tudo.
André andava faminto de mulher e aquela mulher era o seu fetiche. Estendeu o braço e puxou-a pelos cabelos com ternura atirando com ela para o sofá. Tirou as calças ao mesmo tempo que ela se libertava da roupa e mostrava aquele corpo bem cuidado e sensual. André segurou as suas pernas e levantou-as abertas obrigando-a a recostar-se, ao mesmo tempo que um pouco à bruta a penetrou de uma vez só enterrando bem fundo aquele pau tesudo. Carla não pôde deixar de soltar um gemido forte quando o sentiu e começou a agitar o corpo ao mesmo ritmo que André fodia gostoso como ela à muito não conhecia. André metia fundo fazendo-a gemer de gozo. Passado algum tempo soltou-a e mandou que se virasse. Olhou aquele rabo redondo e as coxas e puxou-a a si ao mesmo tempo que a voltava a meter fundo dando uma palmada na nádega. Carla empurrava e sentia as bolas baterem nos lábios da sua bucetinha molhada ao mesmo tempo que se sentia cheinha com aquele rolo quente que mantinha um vai vem constante dentro dela. André com o dedo acariciava o cuzinho dela ao mesmo tempo fazendo-a sentir um prazer acrescido. Quando algum tempo depois saiu dela, manteve a mão em cima dela fazendo-a sentir que ainda não acabara. Dirigiu o pau para aquele cuzinho gostoso e meteu a cabecinha ao mesmo tempo que Carla dizia “isso não…vai doer.. não por favor”. Mas já estava a entrar nela, devagar e com cuidado, sentindo aquele túnel gostoso apertadinho pois ela nunca o dera antes. Carla gemia num misto de dor e prazer ao mesmo tempo que rebolava o rabo sentindo aquela broca penetra-la progressivamente. Por fim com ele todo metido sentiu um gozo desconhecido. Estendeu uma mão e massajou o grelo por baixo ao mesmo tempo que, agora, André bobava à vontade nela e sentia um gozo de sonho. Carla pedia “fode, fode, não pares!” e ele metia fundo fazendo-a gemer. Aquele cu era de sonho e ele sentia que depressa ia explodir dentro dela. Carla gemia agora mais intensamente. Movia o corpo como louca e sentia que ia vir-se como nunca. Ele sentiu isso e controlou para se vir com ela. Quando chegou o momento, puxou-a pelas ancas, meteu tão fundo quanto pôde fazendo-a gritar, ao mesmo tempo que ela entrava em espasmos de prazer estremecendo ao sentir golfadas de leitinho quente naquele cu gostoso.
Soltaram-se e André encostou-a ao peito e acariciou-a com ternura beijando os seus cabelos. Ficaram assim algum tempo e depois beberam os copos esquecidos sorrindo do momento.
Tinham ambos tido aqueles momentos de loucura mas seus corpos estavam ainda carentes e, por isso, André depressa mergulhou entre aquelas coxas de sonho e passou a chupar aquele grelo molhado deixando-a nas nuvens. Lambendo e massajando de língua o grelo depressa deixou que entrasse dentro daquela grutinha gostosa e mexesse a pontinha bem dentro. Carla voltava a ficar louca de tesão e a querer senti-o dentro e André. Quando ele tirou a boca dela, lambuzado, beijou-a, sentindo que ela o conduzia a deitar no sofá. Depressa saltou em cima dele e começou a cavalgar com ele todo dentro, baloiçando as mamas que ele apertava ao mesmo tempo. Carla fodia como louca e André gemia debaixo dela sentindo-se de novo sugado. Estiveram assim todo o tempo de gozo até ela sair de cima dele e cair de boca a mama-lo ainda molhado de ambos. Chupava agora com mais intensidade ao mesmo tempo que mantinha uma mão nas bolas quentes dele. Não tardou que André se agitasse e entrasse em gemidos roucos caindo em convulsões ao mesmo tempo que se vinha de novo. Carla, de boca aberta, recebia aquele néctar quente de olhos fechados na boca. Por fim mostrou o leitinho na boca e escorrendo pelo queixo e engoliu.
Tinha sido o encontro de sonho para ambos. Voltaram a estar assim outras vezes sempre em dias em que o marido dela viajava e no ginásio mantinham a discrição do distanciamento requerido por Carla.

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