"SANTA"

Fascinação, o que é fascinação? Algo que me causa arrepio na pele por este teu jeito de menina num corpo de mulher, que me enche de desejos. Não sei direito, mas, to achando que isso é a raiz de um amor.

UMA HISTORIA MUITO LOUCA….

UMA HISTORIA MUITO LOUCA….

LUANA – RENATA – ETC…

Fui transferido para outra cidade por causa da minha empresa. Sem conhecer ninguém, fui apresentado ao meu novo grupo de colegas e logo percebi o assanhamento das mulheres.


Sou negro, e malho bastante, por isso tenho um corpo sarado, digamos assim.

Dos outros três caras que trabalhavam lá, um era muito novo ( devia ter uns 19 ), o outro era um gordão muito engraçado e o último um cara meio sério de uns 40, mas que logo percebi ser o que fazia sucesso com as mulheres.
As mulheres aliá eram 4 também. Uma velha feia como uma doença, mas que era uma verdadeira louca de pedra, que fazia piada com tudo. A segunda uma ruivinha de uns 20 anos, que era universitária. As duas últimas, claro me chamaram mais à atenção. Uma loira de olho claro, de uns 30 bem gostosinha e uma morena que tinha o corpo mais lindo que eu já tinha visto na vida. Não havia quem olhasse naqueles olhos verdes e não se apaixonasse.
Como eu era novidade, logo as mulherada ficou de burburinho, pra lá e pra cá sobre mim. Não demorou pro gordo ( Saulo ) tascar uma:
– Eita, se lascamos, galera. Nunca que um gordo que nem eu vou ganhar de um negão. Agora, perdi a Vera pra sempre.

Vera era a horrorosa piadista que entrou na brincadeira.
– Você acha que um negão desses vai querer logo eu? É claro que a Rute, a Bia e a Luana tão mais adiantadas que eu.

Um pequeno porém, precisa ser dito. A Luana ( a loira ) e a Bia ( deusa morena ) eram casadas. O que me deixava na dependência da boa vontade da ruivinha Rute, que era mais nova e não era dada a muitas brincadeiras.

O tempo foi passando e em uns 6 meses já havia brincadeiras mais íntimas entre todos nós. Piadas como “eita, se meu marido fosse um negão desses, hem?”, e “eita um negão desses lá em casa…”, por parte de Bia e Luana já nasciam durante o dia-a-dia.
Eu claro, de vez em quando soltava um “êh, morena, acho que hoje levo você pra minha casa…”, tamanha era a vontade de comer a Bia.

Porém, foi com a Luana, que acabou rolando mais intimidade (no melhor estilo loira prefere um negão).

que minha vontade de pegar a Bia, estragava tudo, fora o fato de as duas serem casadas, e não haver oportunidade de investir mais duro em nenhuma das duas.

Uma oportunidade surgiu quando 3 de nós foi selecionado para um curso em São Paulo. Luana, Cláudio (o de 19 anos) e eu. Viajamos os 3 e ficamos no mesmo hotel. Cláudio fez logo amizade com umas gatinhas da cidade que estavam no curso, e saiu com elas a noite, mais uma galera da idade deles.
Fiquei deixado para trás e Luana estava meio arredia, evitando ficar sozinha comigo. Mas subindo no elevador, tentei uma cartada desesperada:

– Poxa não entendi quase nada daqueles novos programas de computador pra cadastrar cliente.

– É meio chato, mas logo acostuma. – respondeu ela, distraída.

– Que horas são? – falei.

– Sete e meia.

– Pô tá cedo pra caramba, será que você não me dá uma ajuda, e me mostra no computador como é? Vendo fica mais fácil gravar na cabeça, eu trouxe meu note.

Ela pareceu meio duvidosa, mas como eu passei a falar muito, sempre falando das coisas da empresa, ela acabou caindo na cilada. Ela foi tomar um banho, e depois foi pro meu quarto, onde eu já estava todo gostosão esperando.

Ela me mostrou muita coisa e eu fingia que aprendia com ela, mas logo ela sacou que eu tava fingindo, afinal não sou ator.

– Mauro, você tá me zoando, né?
– Não, Luana, é que eu não queria ficar sozinho. E adoro ficar com você.
– Sabe que sou casada e que é ridículo a gente ficar aqui num quarto sozinhos. O pessoal vai falar a beça sobre isso.
– Que pessoal? Os únicos que sabem que você está aqui somos nós dois. Até se a gente fizesse alguma coisa, nunca ninguém saberia.
– Mas não vamos fazer!
Eu peguei no braço dela e cheguei perto. Dei um beijo no rosto dela.
– Gata que nem você, é difícil não querer fazer alguma coisa, né?
Ela se arrepiou, e me beijou a boca devagar, como se estivesse pensando mil vezes se fazia ou não. O primeiro beijo, é o mais difícil, os outros vem na boa.
Ficamos naquele amasso gostoso, tirei meu pau pra fora e pedi que ela punhetasse. Ela pegou com força e passou a me masturbar enquanto me beijava a boca.
De repente ela falou que ia pro seu quarto, que não queria fazer aquilo. Então eu insisti pra ela fazer pelo menos uma boquetes. Que não precisávamos ir até o fim, mas que seria judiação me deixar ali daquele jeito. Que eu ia acabar até passando mal a noite toda. Afinal, ninguém jamais sonharia que havia acontecido.
Ela topou, mas disse que seria apenas uma boquete e iria pro seu quarto, antes que o Cláudio voltasse e descobrisse tudo.
Baixei o resto das calças e fiquei de pé em frente a ela que ficou sentada no sofá. Meti o cacete naquela boca gostosa.


ESPOSA

Bia não acreditava em mim. Estava rindo muito, e queria saber todos os detalhes.
Eu havia contado a ela, que na viagem de trabalho que fui com Cláudio e Mauro, acabei parando no quarto do negão.
Nós duas eramos casadas, e sempre nos confidenciávamos uma a outra. E quando disse que o Mauro havia me levado pro seu quarto e me dado uns bons amassos, ela ficou irada comigo.
– Garota, você avançou o sinal, sabia que o negão era meu, ahahahahaa
– Fala baixo, senão escutam.
– Mas ficou só nos amassos?
Disse a ela então que ele havia me convencido a fazer uma boquete. Aquele pau preto, duro, de pé diante dos meus olhos. É claro que eu iria engolir aquela delícia toda. Se bem que preciso confessar que foi ele quem meteu aquela piroca preta na minha boca pois eu não tomei coragem, apenas fiquei ali olhando aquele pau que eu havia punhetado momentos antes, sem ver direito como era o cacete mais lindo que já vira.
Ele literalmente fudeu minha boca, como se fudesse uma buceta. Lágrimas rolavam de meus olhos e eu engasgava e babava aquele pau.
Quando ele soltou minha nuca, tirei o pau da boca e passei para as bolas pretas dele. Ele gemia e me dizia como chupava gostoso, e que adoraria ver se minha bucetinha era tão gostosa quanto minha boca.
Mas eu não queria trair meu marido, e já achava que era loucura estar ali, pagando um boquete pra outro homem. Disse a ele que ia só chupar e depois ir embora.
– Então me faz gozar gostoso com essa boca, gostosa. – disse ele.
Eu engoli aquele pau até as bolas baterem no meu queixo, e ele adorou aquilo. Era uma das minhas especialidades, depois fiquei passando a língua na cabeça, nas bolas e engolindo. Até que ele gemeu alto, e senti dentro da boca aquele jato de porra.
Engoli aquela porra quentinha, enquanto ele me chamava de gostosa, e puxava meus cabelos, passando o pau na minha boca. Então eu levantei, e sai do quarto.
– E foi só nesse dia que rolou? Você já voltaram a um mês quase? – questionou Bia.
– Não foi só esse dia. – confessei envergonhada.

ESPOSO

Em cinco anos de casados, Luana nunca havia me dado motivos para desconfiar de sua fidelidade. Mas nos últimos dias, eu passei a sentir que ela estava se comportando de forma arredia comigo. Como se estivesse com vergonha de me olhar nos olhas, escondendo alguma coisa.
Uma outra mudança porém, me surpreendeu ainda mais. Ela passou a ser mais quente na cama, chupando feito louca e tendo orgasmos seguidos, me elogiando e dizendo que me amava. Quase sempre pedia que praticássemos o anal.
Ela não me olhava nos olhas, mas me dava uma canseira na cama? O que estaria acontecendo afinal?
Então, um dia em uma festinha da empresa dela, onde os familiares podiam ir, eu percebi algo estranho. Um homem dali não parava de olhar para ela, de puxar conversinha e de me vigiar.
O nome dele era Mauro. Percebi que minha se minha esposa estivesse me traindo, era com aquele negão.
Na hora, fiquei chocado e com raiva, mas como não podia provar e ainda poderia criar um constrangimento, permaneci na minha.
Mas uma decisão eu já havia tomado, iria ficar de olho em minha esposa.

ESPOSA

Fiquei de quatro diante daquele negão de joelhos na cama, e cai de boca em sua toruba. Depois que chupei aquele pau preto pela primeira vez, não consegui mais deixar de fuder com aquele negão.
Quanto a meu marido, tentei disfarçar ao máximo, dando uma canseira na cama. Chupava e fazia anal com ele até ele desmaiar. Porém acho que ele desconfiou de algo.
Depois de uma festa de nossa empresa, ele ficou grilado com alguma coisa, e eu percebi que ele desconfiou do Mauro, o que me ligou o sinal de alerta.
Porém, hoje ele estava viajando, e eu poderia me entregar a meu amante com toda vontade. Como combinamos de que ele deveria arrumar uma ficante pra disfarçar diante do meu marido, eu com ciúmes adiantado, resolvi castigar muito meu negão.
Chupei com gosto aquela piroca preta, deixando ele doido para fuder. Quando ele não aguentava mais, disse:
– Passa a linguinha no meu cuzinho, que hoje quero dar a bunda pra você.
Prontamente ele saiu da cama e ficou de joelhos no chão, chupando me rabo, enquanto eu de quatro, gemia e pedia seu cacete na minha bundinha.
Quando ele ficou atrás de mim, com o pau entrando devagar em meu cuzinho, me desesperei de tesão. Meu marido fazia anal comigo sempre, porém ele não tinha o jeito de Mauro. Ele sabia meter sem machucar, fazendo que eu tivesse gozos incontroláveis. Com meu marido sempre tinha de ir por cima, descendo em seu pau, para que não me machucasse. Com aquele preto, porém, podia me deixar ser possuída por trás de quarto deliciosamente.
Ser dominada por aquele negão, era a coisa que mais me dava tesão em toda a minha vida. Amava meu marido, mas amava ainda mais aquele piroca negra.
Quando gozamos depois de uma foda deliciosa. Deitamos abraçados na cama.
– Vai arrumar uma ficante pra mostrar pra galera?
– É a única forma de saírem do nosso pé. Você ainda vai e me conta pra Bia. Agora ela fica olhando pra gente com aquela cara de safada na frente de todo mundo.
– Então, arruma uma biscatinha pra levar na festa semana que vem, que o pessoal se desencana. Mas que ela não se meta a safada com o meu pauzão aqui.
Disse e desci até seu pau, para uma deliciosa boquete.

ESPOSO

Mauro desfilava com uma loirinha maravilhosa, vestida em uma blusinha branca que deixava as costas de fora, e uma saia preta curtinha que deixava aparecer duas pernas deliciosas de pelinhos descoloridos.
Cheguei mesmo a ficar envergonhado, pensando que Luana estivesse tendo um caso com ele. Mas quando o vi com aquela deusa de tesão, fiquei mais tranquilo.
Ledo engano, pois logo que Luana viu o Mauro e a Renata ( nome da loira ) dançando, ficou amuada e se sentou em um canto, reclamando do sapato, sem querer beber nada, e de momento em monento olhava a loira dançando ao lado de seu macho.
Fiquei irado e fui sentar ao lado dela, pra descobrir algo.
– Ela dança muito, né? Essa Renata…
Ela se virou pra mim sorrindo e respondeu: Verdade, eu acabei errando no sapato, e machuquei o pé, mas queria saber dançar assim.
Aquilo foi demais para mim. Ou ela sabia disfarçar muito bem, ou eu é que estava ficando maluco. Acabei indo dançar com a Bia e o esposo e a Rute e o Cláudio.
Fiquei olhando atentamente minha esposa e o Mauro. Enquanto ele só tinha olhos para a Renata, minha esposa ficava olhando pra ela séria, e olhava pra mim e sorria.
Tudo o que eu queria era saber apenas uma coisa: sou corno, ou não?

AMANTE

Aquilo não estava dando certo. Luana estava dando muita chance do marido descobrir tudo. Era visível seu ciúme da Renata. O marido dela estava de olho na gente.
E eu além de tudo estava doido por Renata, com aquela sainha curta descendo e rebolando, e me passando a mão pelo pescoço e braços, toda sensual. Eu a conhecia da minha academia, e acabei convidando ela pra festa, mas não imaginei que iria ficar com tanto tesão nela assim.
Resolvi ir embora com ela, pra que Luana não acabasse estragando tudo.
– Vamos embora, Renata?
– Ah, mas já. Tá gostosa a festa.
– É que eu queria ficar um pouco mais a vontade com você, conversar um pouco.
Ela sorriu e foi buscar a bolsa. Quando saímos, não olhei para o lado da Luana pra não dar sinal de coisa alguma.
No caminho, conversamos pouco e quando chegamos tentei me despedir dela, mas a safada me segurou firme.
– Ué, não vai subir um pouquinho comigo? Achei que queria conversar.
Acabei subindo, e logo que sentamos no sofá, ela me abraçou e me beijou. Depois ficou de pé na minha frente, e começou a dançar, tirou a blusa e mostrou seus peitinhos perfeitos. A marquinha de bronzeado era linda, e o piercing no umbigo deixava ainda mais sensual aquela gostosa.
Ela me tirou a camisa e passeou as mãos pelo meu corpo. Continuou dançando e levantando a saia até eu poder ver sua calcinha azul escura. Eu as vezes passava as mãos naquelas pernas deliciosas e ela me afastava brincando comigo.
– Sai, negão. Se você quer, tem de fazer por merecer.
Eu estava doido, meu pau quase rasgava as calças. ela arrancou meus sapatos e minha calça e a cueca. Meu pau ficou ali em pé, desejando cada pedaço daquela mulher.
Ela também tirou a saia e a calcinha mostrando uma bucetinha de pelinhos descoloridos. Dançava e eu pude ver seu cuzinho piscar na minha cara. Não aguentei, puxei a gostosa e levantei uma das pernas dela no sofá e outra no chão, arreganhando a buceta na minha cara.
– Ai, chupa, preto, chupa minha buceta, vai.
Que buceta cheirosa era aquela. mesmo após suar dançando muito, ainda havia o cheiro do perfume que parecia morango que ela passava. Não sei se era perfume ou sabonete íntimo, mas que era deliciosa a sua buceta, isso era.
Pensei na Luana, mas lembrei que ela tinha o marido para fuder também, e eu não ia abrir mão de fuder aquela gostosa.
Chupei, buceta e cú com todo o desejo do mundo, até ela sair e ajoelhar na minha frente. Meteu a boca nas minhas bolas, e me fez a boquete mais gostosa que já me haviam feito. Nem Luana chupava assim. Quase gozei na boca dela.
Puxei a gostosa pra cima de mim, ela sentou no meu pau e me beijou loucamente, quase perdi até o fôlego. Puxava minha cabeça e colocava os peitinhos na minha boca.
– Mete, preto. Mete gostoso. Meu negão safado.
Ela acabou gozando umas duas vezes, ou ao menos me disse. Então me levou pro quarto, deitou me puxou por cima e cruzou as pernas em volta das minhas costas.
Meti naquela posição até gozar também.
– Goza, preto. Goza pra mim, vai negão. Goza gostoso seu preto gostoso. Que preto gostoso, vai mete preto.
Gozei forte, quase desmaiei. Que mulher era aquela.
Depois ela me falou, quando estávamos deitados que tinha um tesão enorme por negros.
– Então não sou o primeiro? – brinquei.
– Ahahaha, nem o primeiro, nem o último espero. – respondeu sorrindo – Mas vou querer repetir a dose muitas vezes, meu preto.
Quando ela dormiu, fiquei ali pensando em Luana. E se ela ficasse furiosa e colocasse tudo a perder. E qual seria a reação da Renata se descobrisse que ela era só um caso pra enganar os outros?
Eu tinha muitas coisas para decidir, mas uma já estava decidida: eu não ia deixar de fuder muito com essa loirinha gostosa que era puro tesão.
A Luana que entendesse…

ESPOSO

Botei as cartas na mesa. Disse a Luana tudo que eu pensava sobre ela e aquele negão que trabalhava com ela. Disse que achava que ela estava me traindo com ele, e que queria o divórcio.
Ela chorou, negou tudo. Disse que me amava, que nunca me deixaria. Mas não me convenceu, pois senti que ela chorava mais de medo do que de mágoa do que falei.
Disse a ela que seria muito difícil continuar com ela, mas ela implorou que não a deixasse. Eu pressionei, e ela acabou confessando que havia APENAS dado uns beijos nele durante a viagem que fizeram para o curso da empresa, mas que nunca havia feito mais nada. Ela disse que ele até pretendia se casar com a Renata, aquela loirinha deliciosa.
Faltou pouco para eu não meter porrada nela. Havia APENAS beijado o cara?
Sai pra rua, sem dizer onde ia, e passei horas da noite em bares de um lado ao outro da cidade.
Eu amava a Luana, não a deixaria, mas demoraria muito para eu perdoar sua safadeza.
Imaginar ela beijando outro homem, me deu nojo e raiva. Acabei encontrando uma prostituta.
Paguei na mesma moeda. Se eu iria continuar casado, eu tinha o direito de saber que também tive minha desforra.

AMANTE

Renata me puxou pro quarto, e me fez tirar a roupa. Fiquei de pé ao lado da cama e ela ficou de quatro, caindo de boca no meu pau.
Segurei firme os cabelos dela, e acabei metendo o pau na boca dela como se estivesse fudendo uma buceta. Ela engasgava e babava todo o meu pau. Ela tentou me empurrar, e pediu:
– Calma, preto, vou engasgar.
– Você gosta de ser judiada, gata. – respondi enfiando todo o cacete bem fundo em sua boca – Não é você mesmo que disse que adora um pauzão preto? Agora engole o seu negão, vai.
Vi ela se arrepiar toda, realmente aquela loirinha era tarada por negros. E eu aproveitaria, já que Luana e o marido haviam viajado.
Virei ela de costas, de quatro e ajoelhei ao lado da cama com a cara enfiada no cú dela. Levava a língua do cú a buceta e voltava. Ela gemia e me pedia mais e mais.
– Chupa, preto, chupa meu cuzinho, vai. Adoro sua boca no meu cuzinho, negão safado.
Depois de meter muito a língua naquele cuzinho e ver que ela já estava decidida a fuder gostoso, me levantei atrás dela, e meti o pau na sua bundinha. Ela se abriu o máximo possível e mordeu o travesseiro desesperada tamanho o tesão que estava.
– Fode, preto, me fode gostoso, vai! Que pau gostoso no meu rabo!
Gozei no cuzinho dela, e me deitei ao seu lado. Ela estava sorrindo quando me deu o maior susto de minha vida:
– E a sua amante, quando vai me apresentar a ela?
– Renata, que história besta essa. De onde tirou isso?
– Deixa de ser bobo, você acha que eu já não sei. Já vi você duas vezes indo pro motel com aquela loira do seu escritório.
Engoli um seco, e não sabia o que falar.
– Você quer terminar? – falei enfim.
– Se eu quisesse terminar, tinha te dado a bunda desse jeito, negão? Quero é conhecer essa safada.
– Como assim conhecer, Renata? Você é doida? Ela vai querer correr longe se descobrir que você sabe que eu saio com ela.
– Bom, não sei como você vai fazer… Mas eu quero ela aqui nessa cama com a gente, pra eu mostrar que sou melhor que ela. Se é que você vai dar conta de duas, safado. Mas acho que consegue, vem comendo as duas faz horas.
Luana nunca aceitaria. Mas e se renata procurasse o marido dela?
Enquanto ela pagava outra boquete pra mim, eu fiquei olhando aquele rosto lindo, acariciando seus cabelos, pensando em como sair daquela situação.

ESPOSA

Que piroca deliciosa essa do meu negão. Amo meu marido, mas não consigo ficar longe do meu negão.
Mas depois de deixar sua piroca dura com uma chupada gostosa, e gozar muito com ela socada na buceta, pedi a ele que me fudesse o rabo. Afinal, estávamos mais ou menos duas semanas sem fuder.
Ele me deixou ir por cima, de costas e segurou minha cintura. Cavalguei aquela toruba, até ele gemer alto e gozar dentro da minha bundinha.
Tomamos banho e ele disse que tinha de ir embora, porque a Renata queria jantar com ele. Fiquei irritada.
– Porra duas semanas sem você e agora que temos tempo, você tem que ficar de esfrega com essa putinha?
– Quer vir junto?
– Que papo furado é esse? Você quer que o pessoal descubra tudo? Capaz de eu ir jantar com você e sua putinha, agora…
– Vai ser na minha casa, e só nós três. O que pode acontecer?
– Acontecer de ela desconfiar seu doido.
– Ela já sabe.
Quase desmaiei. O medo me dominou. Meu marido iria embora. Perderia meu marido por causa de uma pica preta e uma biscatinha enciumada.
– Ela até falou em conhecer você.
– Do que você está falando, Mauro? Ficaram loucos?
– Ela já me falou que eu não sou nem o primeiro, nem o último cara na vida dela. Ela disse, ou ela topa uma fodinha a três, ou procura o corno e abro o jogo.
– Sexo com aquela biscate? Nunca! E você até que quer, né seu porra?
Ele me pegou pelos cabelos e me beijou a boca e o pescoço.
– Me dá uma chupada enquanto você pensa, vai.
Ele praticamente deitou em cima de mim com a pica socada em minha boca. Quase me sufocou.
Quando a porra explodiu, ele não deixou eu sair debaixo, e quase engasguei engolindo porra de todo jeito. Sem tirar o cacete da minha boca, enquanto eu engolia seu gozo, ele me deu a sentença.
– Ou você dá um trato na Renata, com essa sua boca gostosa, ou seu marido fica sabendo de tudo. Perde meu pauzão preto, perde o marido, e perde a oportunidade de mostrar a ela, que você é muito melhor de cama que ela.
O pau foi ficando molenga, eu limpei com a boca enquanto amolecia, e ele se deitou. Continuei brincando com aquela piroca preta na boca até lhe responder.
– Fala pra ela, que eu topo, mas que vai ser só uma vez.

ESPOSO

Passei alguns dias me relacionando com prostitutas, mas não sentia prazer na vingança. Simplesmente porque descobri que Luana ainda saia com seu amante, enquanto eu tinha de pagar por sexo com outras mulheres.
Resumindo, eu era corno, e ela apenas estava sendo traída.
Aos poucos percebi que ela nem sequer se incomodava com minhas saídas noturnas e quando deixei ela descobrir de forma velada que eu talvez estivesse fazendo sexo com outras mulheres, ela não demonstrou nenhuma reação.
Nenhuma reação, talvez não. Senti nela um pouquinho de alívio. Entendi que na cabeça dela, se eu estava saindo com outras mulheres ela tinha então o direito de continuar com seu amante.
Cheguei a conclusão mais simples: como o sexo com ela tinha melhorado muito, e eu havia aprendido algumas coisinhas com minhas amiguinhas noturnas, e ela aprendido alguns truques com seu negão, não havia problema em seguirmos nossas vidas deste jeito.
Confesso que em minha sede de descobrir os motivos de ter sido traído, encontrei uma travesti negra, que me ensinou o que é prazer de verdade. Que Luana me perdoe, mas nem mesmo ela me fazia feliz assim.
Encontrei nela, uma mulher carinhosa, especialista no sexo oral e professora de anal, e ao mesmo tempo, um macho dominador dono de um enorme pau. Não me envergonho de confessar que aquele pau me deu muito prazer. Passei de marido frustrado e corno, para corno liberado e feliz.

ESPOSA

Chegamos na casa de Mauro, e Renata já estava lá. Linda, de sainha curta, blusinha colada, salto alto, e um sorriso maravilhoso. Não havia como negar, ela era linda.
Por isso que o Mauro não aguentou e acabou se enroscando cada vez mais com ela.
Eu estava muito sem graça com a situação, mas ela passou a conversar sobre muitas coisas, sem tocar nenhuma vez no meu casamento. Notei que ela conduzia a situação, e Mauro estava com um tesão desgraçado.
Quando eu menos esperava, ela veio pro meu lado e me beijou a boca. Depois ela puxou o Mauro e beijou a boca dele, e me fez beijar Mauro também.
– Chega de papo, preto. Dá logo essa piroca pra suas safadas, dá… – ela disse e me beijou outra vez.
Mauro ficou de pé, e tirou a roupa, o pau já estava duro feito pedra e ela caiu de boca, me puxando e me fazendo chupar junto. Nos beijávamos na boca com o pau no meio. Mauro se contorcia desesperado. Acho que esta é a maior fantasia de um homem, e acabei gostando da ideia de nós duas acabarmos com ele.
Ela tirou a roupa e me fez tirar também, e voltamos a chupar aquele cacete, mas já na cama, com ele deitado e nós em cima dele sem deixar o negro ter tempo de respirar.
Confesso que ela tinha um corpo maravilhoso, e realmente até eu fiquei com tesão. E quando ela veio me chupar a buceta, quase desmaiei. Ela ficou por baixo e me puxou, me deixando de frente para a buceta dela, eu cai de boca.
– Chupa o cuzinho dela, pra assanhar a gata, preto. – ela mandou.
Eram duas língua em mim, me chupando e acabei gozando na boca daquela loira deliciosa. Mauro nos virou ao contrário e chupou o cuzinho dela também. Ela gozou na minha boca, e se levantou me olhando.
– Este safado vai escapar? – perguntou.
– Claro que não, gata. – respondi.
Mauro se deitou, e eu sentei no seu pau. Cavalguei o pauzão preto dele, enquanto Renata beijava e lambia nós dois. Depois ela me tirou de cima dele e puxou ele por cima dela. Eu de sacanagem resolvi me vingar, metendo a língua no cú dele. Não é que o safado, não reclamou?
Ela o empurrou, e me fez ir por cima dele, de costas. Mas não deixou ele meter na buceta, ela fez eu sentar com o cú naquele cacete gostoso. Ela passou a chupar minha buceta e as bolas dele. Acabei gozando na boca dela outra vez.
Ela me tirou de cima dele e fez o mesmo. Mauro já estava cansado e percebi que quando chupei a buceta dela e as bolas dele, ele acabou gozando e mandando porra no rabinho dela.
Ele gemeu muito e um pouco da porra escorria para minha boca. Eu continuava chupando, e ela não parava de castigar o meu negão.
– Que foi, preto? Não queria duas putas? Não aguentou as duas, é, preto safado? Não sabia que duas, é demais pra você né?
Foi a foda mais louca da minha vida. Mas eu percebi que aquilo tinha que chegar ao fim.
Meu casamento acabaria se eu não desse um basta naquela história com o Mauro. Principalmente por causa de Renata e sua loucura por sexo.

AMANTE

Renata estava em uma mesa com um negão que eu não conhecia. Ela não tinha me visto e eu me sentei em uma mesa afastada onde ela ficava de costas para mim.
Fiquei ali, bebericando uma cerveja e assistindo a desgraçada flertar e beijar aquele cara sem vergonha nenhuma. Aquela safada estava me traindo com aquele preto, e eu achando que estava detonando. Ainda mais, depois da bela trepada a três. Achei que estava no controle da relação, mas não era mais que um brinquedo nas mãos daquela mulher.
Depois que ela quase se agarrou com ele no bar, tendo inclusive esfregado bem o pau dele por baixo da mesa, não sendo percebido pelos outros no bar, apenas por mim, que tinha minha atenção voltada para eles, ele se levantou e foi embora, não sem antes dar um beijo molhado em sua boca, com as mãos passeando pelas costas nuas.
Fiquei olhando ele sair. Era um preto mais baixo que eu, cabelo crespo, feio de rosto. Mas tenho que admitir, tinha um corpo bem mais definido que o meu. Após pagar a conta (Sim, ela pagou) se levantou e foi pro carro dela, eu permaneci imóvel.
Ela pegou o celular e o meu tocou um pouco depois. Eu atendi, vendo ela entrar no carro e sair.
– Ei, meu preto, cadê você?
– Por aí…
– Vem na minha casa, que eu quero conversar com você.
– Só conversar? Está cansada?
– Credo, você só pensa em sexo? Não pode conversar comigo um pouco?
– Posso, mas acho que você anda conversando o suficiente, né não?
Ela ficou em silêncio um pouco e depois me perguntou se iria demorar.
– Só um pouco, gata. Estou numa reunião, mas passo lá depois da uma hora.
– Nossa, mas é tarde.
– Se preocupa não, passo a noite com você. Amanhã não tem trampo, e passo o dia te dando aquilo que você gosta.
– Huuum, então agora você entendeu que eu adoro a coisa preta, né?
Desliguei… realmente eu havia entendido muito bem que ela adorava a coisa preta…

ESPOSA
Eu ainda estava sob o efeito da transa a três com Mauro e Renata. Eu não sabia muito bem o que estava sentindo. Mas uma decisão eu estava pronta para tomar. Iria me divorciar. Não conseguia mais viver com meu marido. Não depois de tudo isso.
Mauro também não sabia, mas eu me tornei amiga de Renata. E me encontrei só com ela mais algumas vezes. Na última, inclusive fomos para a cama.
Ela me abraçou totalmente nua. E me tirou toda a roupa, explorando cada parte do meu corpo com a boca. Me deitou na cama, afastou minhas pernas e me chupou. Eu fechei os olhos e segurei seu cabelo. A língua dela sabia onde tocar, e eu acabei gozando. Depois ela me puxou e fez eu chupar sua buceta também. Eu estava tão fora de mim, que a coloquei de quatro e cai de língua no cuzinho e na buceta dela. Ela rebolava e mandava eu chupar.
Quando ela gozou também, me puxou e beijou minha boca.
Ficamos deitadas. Juntas. Eu a olhei de cima abaixo. Linda. Renata era linda. Não poderia mais aguentar isso. Meu marido que me pessoas de, mas eu estava decidida: divórcio.

AMANTE
Confrontei Renata. Perguntei quem era o negro que estava saindo com ela. A resposta foi bem simples:
– Você sempre soube que nunca teve exclusividade, né, gato? Além de ter a sua amante. Alguma vez eu te pedi que parasse de sair com ela?
E tive de aceitar. Minha situação era essa: eu era amante de uma colega de trabalho, e namorava uma gata. Que estava comigo apenas por sexo. Definitivamente não era uma vida que pudesse permitir um compromisso mais sério.
Por isso, aproveitaria enquanto pudesse.
Então parei de pensar, e puxei Renata pelo cabelo e tirei meu pau da sua boca.
– Espera, nego, dá esse pau…
– Eu vou te comer, gostosa!
Virei ela de quatro na cama, e meti naquela bunda gostosa. Se ela só estava comigo por sexo, eu iria aproveitar.
– Fode negão, fode gostoso…
Era de pau que Renata gostava, era pau que eu daria. Fodi com gosto aquela bundinha branca gostosa. Enfiei o dedo por baixo, na buceta dela enquanto meu pau arrombava seu cuzinho.
Ela gozou de chorar. Mas eu continuei fudendo até que senti que ia gozar. Então tirei o pau e a virei de frente deitada diante de mim. De joelhos, meti outra vez no cú levantando as pernas dela. Dei mais umas lombadas e quando finalmente veio a explosão de porra, tirei o gozei em cima dela. Barriga, pernas, peitos, e até no rosto espirrou porra. Ela quase desmaiou de prazer. Realmente curtia rola a gostosa. E bem que eu gostava de comer uma gostosa boa de cama daquelas.

ESPOSO
Eu estava disposto a me divorciar. Márcia, a travesti era a minha grande paixão. Luana não atendia mais os meus desejos. Ela já não me amava mais, e eu também, não me sentia mais confortável em manter um casamento falido.
Eu pediria o divórcio. Que ela me julgasse, se descobrisse porque eu a estava deixando, não me importava.
Quero ser feliz.

AMANTE
Cheguei em casa, tomei aquele banho, e esperei minha convidada chegar. O marido estava viajando, e ela preferia vir aqui, para não corrermos risco nenhum. Eu já está acostumando em levar a vida, sendo amante. Eu encarnava aquele negão que toda mulher casada deseja em segredo.
Luana havia sido uma bela aventura, mas havia chegado ao fim, e quando abri a porta e deixei Bia entrar, iniciei uma nova fase. Seria amante daquela morena maravilhosa.
Ela quando chegou parecia meio envergonhada, mas logo foi se soltando. Confessei a ela, que desde minha chegada a empresa, senti por ela um tesão incontrolável, mas o destino acabou me levando para a cama de Luana.
Ela confessou que também sentia por mim alguma atração no início, que se tornou uma insana curiosidade após as confissões de Luana.
Mas agora, Luana era passado. E era Bia quem estava comigo.
Nos beijamos. Levei ela para meu quarto. Fiz questão de tirar sua roupa bem devagar. Ela era realmente gostosa demais. Quase perfeita. Morena bronzeada com marquinhas de biquíni. Peitinhos pequenos, uma perna grossa com pelinhos descoloridos, uma bandinha empinada. Gostosa!
Chupei sua buceta até ela quase se mijar de tesão, e depois comi bem gostoso. Segurei meu gozo, pois queria algo mais. Quando ela gozou no meu pau, tirei, coloquei ela de quatro, e depois de lamber seu cuzinho, meti ali atrás, sem que ela reclamasse. Pelo contrário, ela rebolava como louca na minha piroca.
– Fode, nego! Fode minha bunda, vai! – ela dizia.
Ela estava toda arrepiada. Eu metendo por trás, olhando aquele corpo perfeito, e ela mandando eu meter mais e mais, acabei não aguentando segurar mais. Gozei dentro da bunda da morena.
Exausto, deitei e ela ficou aninhada nos meus braços.
Eu havia perdido Luana e Renata, mas não tinha problema. Eu agora era o amante de uma morena gostosa demais.
Vida que segue.

ESPOSO
Luana não criou confusão quando pedi o divórcio. Menos mal. Agora eu poderia.levar minha vida sem me preocupar com ela, e o que ela acharia se descobrisse meu caso com Joana.
Joana era uma trans, negra linda, de corpo perfeito, e confesso, dona de uma bela piroca preta.
Pouco me importavam os julgamentos, eu queria era viver com aquela negra maravilhosa, que ainda tinha algo mais que Luana jamais me daria.
Quando Joana entrou no apartamento em que viria morar comigo, me abraçou e beijou a boca. Senti seu perfume, e também seu volume encostar na minha coxa.
Levei ela até o sofá, tirei a roupa e deixei ela pelada também. Nos beijamos e nos masturbamos. Mamei seus peitos, e sentei ela no sofá. Então me abaixar diante de minha deusa negra, e cai de boca naquele pau preto enorme.
Chupei com gosto. Ela me puxava os cabelos, massacrada os próprios peitos, até que gozou na minha boca. Eu no início tinha um.poico de vergonha disso, e nojo. Mas agora, estava liberto dessas coisas. Continuei chupando, limpando aquele gozo. Satisfeito por fazer minha deusa feliz, levantei e a coloquei de quatro. Então comonaquele bunda gostosa. Também gozei. Porém gozei dentro de sua bunda gostosa.
Fomos tomar banho. Lá, foi a vez dela me chupar.
Mas o que queria mesmo, veio depois do banho. Corremos para a cama, onde eu a deitei, e sentei sobre ela, beijando sua boca e sendo comido gostosamente. Rebolei na pica dela. É não parei até que ela gozasse novamente. Aquela porra quente na minha bunda. Então, ainda por cima, punheta na cara dela, e gozei. Gozei tudo no meio da cara dela, que chorava de prazer.
Me deitei. Com o rosto sobre seus peitos. Dormimos felizes.
Fui feliz com Luana, mas confesso, com Joana além de feliz, me sentia completo.

ESPOSA
Divorciada do esposo, largada do amante.
Assim fui morar com Renata. Ela me mostrou uma nova forma de viver.
Além de me levar a loucura na cama, ela acabou me levando para um mundo desconhecido: o do sexo a três. Depois da nossa experiência com o Mauro, eu achei que não faria isso nunca mais, mas ela me apresentou outro rapaz.
Ela.me.contou que já estava saindo com ele.antes de terminar com Mauro. Era um negro mais baixo, feio de rosto, pele bem mais escura, mas em compensação, que corpo!
Ele era uma delícia.
Renata sempre que tinha vontade de pau, levava ela para casa. Como tínhamos uma vida liberada, as vezes ele comia nós duas, as vezes só ela. E eu confesso, algumas vezes, eu chamava ele para me comer também.
Pensa no neguinho gostoso. Esse sabia fuder.
Mas a verdade é que eu gostava mesmo é da Renata
Ela sabia onde me tocar, e como me fazer gozar loucamente. Eu amava aquilo.
Claro, mulher as vezes sente falta de pau. E para isso servia o nosso neguinho.
Hoje sou muito mais feliz. Não sei mais viver sem Renata. Não consigo ficar sem a pica do meu nego.
Então, vou ficando com os dois. Quero mais é ser feliz!

FIM

igorhunsaker