"SANTA"

Fascinação, o que é fascinação? Algo que me causa arrepio na pele por este teu jeito de menina num corpo de mulher, que me enche de desejos. Não sei direito, mas, to achando que isso é a raiz de um amor.

Dona Suzana…

Dona Suzana…

Algumas semanas após meu primeiro contato mais íntimo com Dona Suzana, ela me chama para ajudá-la a montar a piscina de plástico.

Era forte do verão e Dona Suzana iria receber a visita de seu neto e esperar com a piscina montada era uma boa opção. Eu fui sem esperar que Dona Suzana quisesse outra aventura, pois depois da anterior ela não havia mais tocado no assunto e eu também não fiquei a rodeando e provocando, pois ela tinha pedido segredo.
Naquele dia que cheguei para montar a piscina, ela estava já separando as peças e a vi primeiramente de costas, usando um vestido largo que descia até acima dos joelhos de cor verde, o chinelinho branco que exibia seus pezinhos também pintados de cor clara (tinha um tesão por aqueles pés) e os cabelos cacheados soltos, apenas com uma faixa preta acima da testa segurando para não deslizarem para o rosto. Quando ela me viu, disse:
– Que bom que você veio! Separei aqui as peças, mas não sei nem por onde começar! – E assim iniciamos a montar a piscina.
Eu era jovem e tinha um porte que não era marombado, mas gostava de exibir meus braços “semi-definidos” e me orgulhava das minhas pernas, pois devido ao futebol e às corridas matinais, eram muito definidas, principalmente nas panturrilhas. Naquele dia eu estava usando uma bermuda, chinelos e uma regata.
Durante a montagem da piscina, reparei que Dona Suzana não tirava os olhos de mim. Nosso diálogo iniciou por ela:
– E nosso segredo? Reparei que manteve bem…
– Como a senhora pediu, Dona Suzana!
– Além de ser bem gostoso, é também de palavra… Gosto disso – Disse ela passando uma das mãos no seio por cima do vestido.
– O que é isso, Dona Suzana!? Assim não vou nem conseguir terminar de montar essa piscina…
– Eu preciso de outra ajuda sua além de montar a piscina… Você termina aqui, deixa a mangueira enchendo e entra em casa… quero que me ajude numa coisinha, tá!? – E foi em direção à casa. Eu fiquei a vendo caminhar de forma sensual e não consegui me concentrar no meu trabalho direito… Que mulher!
Dona Suzana tinha idade para ser minha mãe, mas seu corpo e sensualidade mexiam comigo de um jeito inexplicável! Deixei a mangueira ali na piscina e fui em direção à casa dizendo:
– Tudo pronto aqui! Vou entrar!
– No meu quarto – A ouvi gritar de volta.
Já entrei no quarto tentando esconder minha ereção, mas não com muito sucesso já que ela disse ao me ver:
– Calma, gostoso… nada de rapidinha hoje!
Ela estava de pé ao lado da cama e sobre a cama tinha 2 maiôs. Um todo fechado na parte da frente e outro com aberturas deixando parte da frente a mostra, mas ambos lindos e bem “comportados”. Ela disse:
– Vou receber meu filho e meu netinho… Qual uma avó deve usar na piscina com uma criança?
– Dona Suzana, acho que qualquer um deles a senhora ficaria linda e seria tranquilo para usar na piscina – Respondi imaginando ela os usando… Ela ficaria muito excitante, tinha certeza…
– Bom! – Disse ela, e continuou – E este?
Então ela soltou as alças dos ombros do vestido verde o deixando cair no chão. Ela estava usando um biquíni rosa bem pequeno que mal escondia sua bucetinha e os bicos dos seios. Ela deu uma voltinha de forma bem sensual e sua bunda maravilhosa estava engolindo a parte de baixo do biquíni… Eu fiquei maluco de tesão!
Então ela veio em minha direção dizendo:
– Você foi um bom menino guardando nosso segredo… – e se ajoelhou na minha frente.
Eu tremia de tesão. Ela baixou minha bermuda deixando saltar meu pau que já estava estourando de tão rígido para fora. Com as mãos segurou nas minhas panturrilhas e deliciosamente o colocou na boca.
Eu já recebi diversos boquetes depois disso até hoje, mas confesso que essa vizinha madura ainda habita minhas memórias, pois sua boca parecia de mel.
Durante o processo ela desamarrou a parte de cima do biquíni e alternava entre usar a boca e fazer uma espanhola com os seios. Então ela se levantou devagar enquanto beijava minha barriga e peito e puxava minha regata para cima. Me deu umas mordiscadas no bico dos meus peitos enquanto me masturbava… Uma delícia! E eu me continha apenas passando a mão em seu corpo…
Então ela disse:
– Eu to cansada… vou me deitar um pouco… – E se deitou de bruços com umas das pernas dobradas.
Eu, completamente nu, subi na cama e iniciei a beijá-las nos pés… Adorava aqueles pezinhos negros e delicadas… Ela deu um sorriso se divertindo e me deixou fazer o que quisesse. Usei seus pés por um breve momento para me masturbar. Ela disse:
– Hmmm, que gostoso isso… já sabemos onde vou ganhar leitinho hoje…
Eu continuei a explorar seu corpo subindo pelas pernas até sua bunda. Beijei e mordi aquela bunda maravilhosa que ainda escondia a parte de trás do biquíni. Aproveitei e dei uma lambidinha naquele cuzinho marrom delicioso enquanto segurava o fio do biquíni com a mão. Ela disse:
– Hmmm… Vai querer tudo hoje, né, safado!? – enquanto rebolava na minha língua.
Continuei a exploração subindo pelas costas até beijá-la no pescoço deixando meu cacete encaixar em sua bunda maravilhosa. Ela disse:
– Tira essa calcinha ou coloca pro lado, sei lá! Mas mete esse cacete logo que to subindo pelas paredes de tesão…
Só puxei pro ladinho e meti em sua bucetinha… tava quente e melada de tesão…
– Ahhhh! Agora sim, safado….Bota com vontade que a preta aqui quer esse cacete todo… Ahhhh! Delícia! – Disse ela enquanto segurava um lado da bunda com a mão.
E eu meti com vontade. Enquanto metia percorria com minha mão em sua perna até seu pezinho. Ela se limitava a segurar um lado da bunda e gemer gostoso. E assim fomos por vários minutos
– Ahhh, Delícia!… Não esquece de comer meu rabinho… Que gostoso….
Me deitei ao seu lado enquanto ela tirava a calcinha. Ficamos de ladinho, ela elevou a perna que estava por cima e eu botei naquele cuzinho delicioso… Ela deu uma gemida gostosa.
– Ahhh! Que delícia… Nem lembro a última vez que tive um cacete no cuzinho… Ahhhh! Bota, vai! Bota! Ahhhh!
Ora eu a segurava no quadril, ora a massageava os seios, enquanto que ela se dedicou a se masturbar enquanto me dava o cuzinho… Uma delícia demais! Tive que me controlar muito para não gozar.
Até que ela encostou o seu rosto no meu e teve um orgasmo muito intenso com um gemido alto gostoso. Para a diminuir seu gemido a beijei na boca. Eu por pouco não explodi junto.
Então ela se deitou direito e me pediu:
– Goza nos meus pés… Nunca recebi leitinho nos pezinhos… – E ficou deitada com as pernas encolhidas exibindo seus pés.
A beijei novamente nos pés enquanto me masturbava e deixei seus pés terminar a masturbação. Gozei muito. Ela se tocou mais um pouco durante o processo enquanto minha porra era jorrada descontroladamente. Depois ela voltou a me dar um boquete maravilhoso. Que mulher! Eu queria comê-la sempre!
Nos recompomos e conversamos sobre nosso sexo delicioso. Ela havia gostado muito e também queria repetir a dose outras vezes. Mas sempre com a condição básica: Segredo!

Ah, Dona Suzana… Depois que ela soube por mim que a gurizada da rua a usava como inspiração para as punhetas, ela ficou muito safada. Volta e meia ela tinha o prazer de abrir a cortina de sua janela só de lingerie para que a meninada visse através do vidro canelado a silhueta daquela deusa de ébano.
Eu me divertia com meus amigos contando que tinha essa ou aquela fantasia com Dona Suzana, enquanto eu guardava o segredo de realizar minhas fantasias com ela. Sempre que ela quisesse. Deixava as punhetas pros moleques e me sentia o macho alfa secreto.
Outra situação que tive com Dona Suzana foi na praia. Num determinado verão Dona Suzana pediu permissão para meus pais para que eu a acompanhasse numa excursão de um final de semana até a praia porque ela não queria ir sozinha. Meus pais concordaram e eu fiquei muito animado com a ideia de acompanhar Dona Suzana numa viagem. Ficaríamos em uma pousada compartilhada que era o que a excursão oferecia. Entretanto, Dona Suzana, uma forte influenciadora, conseguiu um quarto exclusivo na pousada. Enquanto que eu compartilharia o meu com outras pessoas.
Saímos de madrugada para embarcar no ônibus e eu estava ansioso demais por ficar com Dona Suzana longe dos olhares conhecidos. E Dona Suzana me confessou ao ouvido quando sentamos nos nossos assentos:
– Te contém… Já tá de pau duro agora… guarda para mais tarde… Eu fico excitada só de perceber esse pau gostoso duro por mim…
Eu a olhava louco para dar um beijo naquela boca gostosa e massagear sua buceta e peitos. Ela usava uma mini saia branca e uma camiseta, me despertando a curiosidade para ver o que usava por baixo. Mas me contive.
Durante a viagem, todos dormiam enquanto o ônibus deslizava pelo asfalto em direção a praia. Dona Suzana vai ao banheiro e quando volta cobre nós dois com um lençol, acomoda seu braço em torno do meu pescoço e eu me acomodo em seus seios. Pude sentir que ela não usava sutiã, pois senti seus seios como se estivessem nus e novamente fiquei excitado demais. Dona Suzana se posiciona bem próximo do meu ouvido e diz bem baixinho:
– Não geme…
A sua mão passa pela perna do meu calção e cueca e ela agarra com vontade seu brinquedo que já está duro. Um tesão toma conta de mim e eu levo minha mão até suas pernas por sob a mini saia e não encontro calcinha… safada….
– Devagar, sem mexer muito e principalmente não geme… – Disse ela outra vez bem baixinho no meu ouvido.
A dedilhei gostoso delicadamente e senti sua xaninha encharcar cada vez mais. Seus seios ficavam mais durinhos quando ela estava excitada e isso me excitava mais.
– Eu não aguentei esperar até a praia… mexe gostoso esse dedo… Ah…- Gemia ela baixinho no meu ouvido.
Levei meus dedos até minha boca para tomar seu mel… meus dedos escorriam.
– Safado… abaixa esse calção quero esse leite – Falou ela mais uma vez ao pé do meu ouvido baixinho.
Eu fiz o que ela pediu e ela se curvou sobre meu pau encostando na língua enquanto me batia uma punheta como nunca tinha visto antes até eu gozar segurando um gemido. Ela deu mais umas chupadas e se recompôs.
– Agora quando chegarmos lá, antes de ir pra praia, quero ser bem comida – Disse ela mais uma vez ao pé do meu ouvido baixinho.
E continuamos viagem relaxados. Estava ansioso pelo o que me esperava…
Chegamos na pensão com o dia quase raiando. Todos desceram do ônibus com suas coisas para se acomodarem nos seus aposentos antes de ir pra praia. Dona Suzana foi uma das últimas a descer, pois foi ao banheiro do ônibus colocar suas roupas íntimas. Enquanto as pessoas buscavam suas bagagens e apetrechos, Dona Suzana fala em voz alta pra mim:
– Pega essas minhas coisas e ajuda a tia a levar pro quarto dela, depois você arruma suas coisas, tá bem, querido!?
Eu sorri e peguei suas coisas. Entramos no quarto reservado para Dona Suzana e um dos organizadores da excursão estava lá para mostrar para ela os detalhes do quarto. Dona Suzana concordou com tudo o que ele disse de forma ríspida para liberá-lo logo. Quando ele saiu, ela simplesmente trancou a porta atrás de si e ficou me encarando por uns segundos. De repente falou:
– Tá esperando o quê? Tira essa roupa logo – E foi baixando a calcinha novamente.
Eu tirei minha roupa rápido e a encostei na mesa ao lado da porta, posicionei um pé dela numa cadeira e iniciei um oral em sua bucetinha. Ela ainda estava molhada da noitada anterior o que me deixou bem satisfeito. Dona Suzana me segurava pelos cabelos e esfregava minha língua em sua buceta peladinha.
– Isso, chupa minha buceta encharcada…
Então ela se deitou na mesa e ergueu ambas as pernas, erguendo a camiseta e exibindo seus seios gostosos. Ela alternava entre me puxar pelos cabelos e massagear os seios enquanto gemia gostoso.
– Você vai me fazer gozar de novo com essa língua, safado… – Disse ela.
Eu peguei suas pernas com meus braços e enfiei a língua o mais fundo que consegui em sua vagina e então percorria a língua em toda a buceta. Dona Suzana, embora sentisse prazer no clitóris, era uma mulher que sentia muito mais tesão na vagina. Aprendi isso chupando ela naquele dia.
Fiquei de pé e a penetrei com vontade enquanto que ela gemia demais massageando seus seios e cabelo.
– Chupa o dedo do meu pé enquanto me fode, vai, safado! – Disse ela levando um dos pés até minha boca.
Enquanto bombeava em sua buceta, chupei todos os dedinhos do seu pezinho. Ela delirava de prazer. Então eu falei:
– Dona Suzana, eu não vou aguentar… Vou gozar…
– Enche minha buceta de porra… quero tudo dentro de mim… Gostoso demais sentir esse cacete inchar antes de explodir… – Ela estava extasiada de prazer.
Gozei dando um urro a puxando pela cintura para mais perto de mim para dar-lhe um beijo a fim de diminuir a altura do som.
– Geme, safado! Ah, delícia! Faz anos que não tinha um orgasmo múltiplo desses… Agora sim, podemos ir pra praia… – Disse ela me beijando.
Nós nem tinha ido pra praia ainda e Dona Suzana já havia me sugado toda minha porra em questão de horas…
O que mais me espera nessa viagem?

Passamos o dia na praia curtindo o verão. Procurei não ficar olhando para Dona Suzana, pois ela sabia me excitar a qualquer momento. Era um poder que ela tinha sobre mim. Se eu a olhasse sem que ela percebesse, eu a admirava, a desejava, mas me controlava. Quando ela percebia que eu olhava, era como se um feitiço se ativasse e automaticamente eu ficava de pau duro, e eu estava na praia de calção, ou seja, não era uma boa ideia isso. Mas ela se divertia com essa situação.
Em um dado momento estava eu na água, curtindo, quando de repente me viro e ela está ali, atrás de mim. Ela disse:
– Nossa, que fria essa água, né!?
– Dona Suzana, que susto! – Falei espantado
– Tá com medo de mim, é!?
– Não é que não quero ser visto de pau duro, né!?
– Você está dentro d’água, ninguém vai ver… – E passa a mão por sobre meu calção no meu cacete.
– Dona Suzana, não faz assim comigo… – E pego sua bunda maravilhosa.
Ela usava um maiô branco que a deixava muito gostosa.
– A senhora podia tirar esse maiô pra mim mais tarde bem devagarinho… – Falei enchendo minha mãos em sua bunda maravilhosa.
Ela sorriu e saiu da água me deixando ali de pau duro de novo.
Dona Suzana passou o dia todo me provocando. Durante o almoço, ela deslizava seus pés em minhas pernas enquanto me comia com os olhos. Ela já tava cheia de tesão de novo. Que mulher! E eu não sei quantas fodas eu ainda aguentava, mas estava disposto a fuder enquanto tivesse disposição.
À tardinha, comemos alguma coisa ainda na praia e tomamos a direção da pousada. Como a ideia era comer algo no quarto, levamos alguns petiscos e Dona Suzana informou a todos da pensão que iria se recolher cedo porque estava cansada, mas que eu, se quisesse, podia sair a noite. Uma despistada para a minha falta no meu quarto compartilhado.
Discretamente entrei no seu quarto. Primeiro tomamos um banho junto. No banho, massageei suas costas, seus seios, suas pernas… e nos roçamos muito. Ela me masturbou por uns minutos com a bunda… uma delícia. E depois deu aquela chupada gostosa que só ela sabia… Mas sem me fazer gozar, apenas um aquecimento. Saímos do banho enrolados em toalhas e sentamos na cama para conversar sobre o dia. Depois desenrolei minha toalha ficando nú e de pau duro, falei:
– Vamos começar nossa noite?
– Calma, relaxa um pouco… – Disse ela me puxando pra sentar ao lado dela – A noite é uma criança e eu tenho algo especial para essa noite… Fica ai peladinho que eu já venho, tá!? – Disse ela passando a mão delicadamente no meu cacete e depois levantou e foi pro banheiro.
Alguns minutos se passaram quando comecei a ouvir uma música vindo do banheiro. Então quando abre a porta, a enxergo entrando no cômodo de roupão e toalha na cabeça. Usava uma maquiagem com um batom vermelho destacando seus lábios. Em seus pés um sapato de salto. A música num tom sensual saia do seu celular que ela repousou sobre a mesa de canto. Ela disse:
– Prepare-se, vou realizar seu pedido… – Disse ela se posicionando em frente à cama.
Eu me acomodei na cama e esperei pelo espetáculo. Dona Suzana, uma negra coroa, mas muito gostosa inicia sua performance. Primeiro tira a toalha da cabeça e arremessa seus cabelos sobre minhas pernas algumas vezes. Estava molhado e mais lindo que nunca. Então ela pega uma caneta e com alguns movimentos circulares, prende num coque. No mesmo momento desliza suas mãos pelo pescoço até o decote do roupão. Se inclina pra frente e exibe seu decote com sensualidade fazendo uma dança. Então posiciona seu pé com salto alto na beirada da cama e me diz:
– O que você achou do meu sapato? Trouxe especialmente para essa ocasião!
Eu sento na beirada da cama deixando seu pé entre minhas pernas e beijo seu joelho que ficou fora do roupão. Ela continua:
– Não, não, não… – Me empurrando com o pé e deslizando até minha virilha.
Safada… Então ela tirou os sapatos e com o pé fez uma leve masturbada no meu cacete. Depois se recompôs e no ritmo da música começou a abrir o roupão exibindo aos poucos por baixo seu maiô branquinho. Eu não sei se era o momento, mas parecia que ela estava ainda mais gostosa com aquele maiô. Continuou rebolando e se mostrando no ritmo da música por alguns minutos. Eu já tava louco e peguei meu pau para me masturbar um pouco, quando ela veio até mim e disse:
– Não prefere que eu faça? – Dando uma lambida da base até a cabeça do cacete. Quase tive uma coisa.
Dona Suzana dava uma chupa e dançava se exibindo, depois repetia de novo e de novo. Então ela baixou as alças do maiô deixando seus seios maravilhosos à mostra e enquanto me masturbava com uma mão, com a outra segurou um de seus seios e começou a lamber o biquinho. Eu implorei:
– Deixa pra mim…
– Fica aí quietinho… – Disse ela.
Então ela fez uma espanhola esfregando os seios no meu pau enquanto lambia a cabeça delicadamente. Eu estava preocupado em conseguir manter o pau duro durante a noite, mas parece que Dona Suzana tinha a receita.
De repente ela levantou com o maiô na cintura e ficou de costas rebolando exibindo sua bunda deliciosa. Em alguns momentos ela repousava as mãos nos joelhos e empinava a bunda rebolando gostoso. Até que deixou o maiô cair no chão e ao empinar a bunda eu podia contemplar sua xaninha raspadinha e seu cuzinho delicioso.
Então ela vem em minha direção e fica com seu rosto bem pertinho do meu.
– Era mais ou menos assim que você queria ver eu tirando meu maiô? – Disse ela com cara de safada
Eu a puxei para cima de mim quando deitei a beijando gostoso. Ela disse:
– Ainda não acabei! – E se levantou, ficando de pé sobre a cama comigo entre suas pernas.
Aquela visão foi a melhor de todas. Então ela passou seu pé pelo meu rosto (aproveitei para beijá-lo), peito e cacete. Depois se virou e sentou com a buceta na minha cabeça. Não perdi tempo e explorei com minha língua onde conseguia alcançar. Ela acariciou minhas pernas e meteu a boca no meu pau novamente. Então escorregou pelo meu peito e ficou em posição de cócoras, esfregando meu pau na sua buceta. Eu implorava:
– Senta, vai!
– Já quer assim, agora? – Disse ela esfregando meu pau.
– Eu to explodindo de tesão!
– É assim que eu quero! – E sentou deixando o cacete a invadir completamente.
Acocorada ela quicou como uma louca. Ora se apoiando em minhas pernas, ora se apoiando em meu peito, mas sempre de costas. Gememos loucamente.
Então ela levantou e sentou de frente, primeiro ainda de cócoras (ela tinha maior domínio para quicar assim) e depois relaxou em cavalgada mexendo mais delicadamente, mas ainda de forma intensa. Eu a segurava na bunda, ora dava umas palmadas, ora a massageava. Adorava aquela bunda carnuda!
Depois ela ficou de 4 na beirada da cama e me disse:
– Sua vez! Me fode toda! E com força!
Pulei para trás e comecei a bombear forte. Ela dizia:
– Come! Me fode! Fode meu rabo, safado!
Eu metia no cuzinho e bombeava firme, depois comecei a intercalar botando na buceta e no cú.
– Fode sua preta, delícia! Bate na minha bunda com vontade, cachorro!
Realizei todas as suas vontades e eu já tava pronto pra gozar. Não sei quanto tempo mais aguentaria, mas continuei com a mesma intensidade entre bater na bunda dela, meter no rabo e meter na buceta encharcada.
Dona Suzana é uma mulher experiente e viu que eu já tava a ponto de gozar, então ela disse empinando ainda mais a bunda enquanto a segurava com as mãos:
– Enterra com vontade na minha bucetinha, vai! Fode fundo… deixa minha bucetinha cheia de leite… Ah, que delícia de sentir esse cacete inchando na minha buceta… Mete, vai!
Comecei a gozar e encher sua buceta sem tirar o cacete e Dona Suzana também teve seu orgasmo:
– Ah, que delícia! To gozando junto… Ahhh! Mexe mais um pouco… Tô sentindo escorrer perna abaixo! Ahhhh, delícia de fodida! Meu cachorrão! Comeu bem sua cadelinha…
Minhas pernas tremiam. Parece que mesmo após tirar o pau da buceta de Dona Suzana ainda sentia o pulsar de gozar. Ela me deitou na cama e deu mais uma chupada.
– Adoro esse cacete gozado… – Disse ela de boca cheia.
Que mulherão da porra! Nosso ônibus ainda estava por sair amanhã às 14hs. E Dona Suzana larga:
– Vamos dormir agarradinhos e nus. Amanhã quero esse cacete dentro de mim no mar…
Me ajude Santo Protetor dos Paus Duros…

Ainda era escuro quando Dona Suzana me acordou. Achei que ela queria fuder de novo, mas me surpreendi quando a vi vestida com um biquíni novo e colocando uma canga.
– Vamos, temos que correr e eu quero ver o sol nascer na praia! Vem e me acompanha! – Disse ela.
Eu me aprontei pensando na noite anterior e fiquei animado. Nem que fosse só para tomar um banho de mar logo cedo na companhia de Dona Suzana depois de uma noitada de foda, já tava ótimo. Saímos enquanto todos ainda estavam nos quartos. O dia raiava aos poucos. Dona Suzana chamou um táxi, pois ela queria um local mais privado na praia e com sua influência, sabia que iria conseguir…
Chegamos num local da praia onde não tinha absolutamente ninguém. Dona Suzana estendeu a canga na areia e me chamou para sentar ao seu lado para curtirmos o nascer do sol. Ela falou:
– Fui casada por anos, mas meu marido era um pouco certinho demais… Em função disso, muitas coisas que eu desejava fazer foi ficando pra trás… – Ela me olhou e mesmo usando um grande óculos de sol, podia ler seus pensamentos em seus olhos.
– O que eu puder ajudar… – Respondi
– Tira esse calção! Quero ver o nascer do sol com um cacete gostoso na boca e depois vamos tomar um banho de mar pelados! – Falou ela com um sorriso.
Olhei para os lados, a praia estava deserta e era bem reservada. Mesmo envergonhado, tirei meu calção. Dona Suzana deitou de bruços entre minhas pernas e abocanhou meu pau. Enquanto ela me chupava, fiquei contemplando o corpo escultural de Dona Suzana deitada usando um minúsculo biquíni, me chupando deliciosamente, com os joelhos dobrados e seus pezinhos cruzados sujos de areia com aquele nascer de sol como plano de fundo… Eu estava nas nuvens!
Ajudei-a a tirar o biquíni e a deitei de costas para retribuir o sexo oral. Sua buceta estava gostosa como sempre… Depois corremos nus em direção ao mar e brincamos na água que ainda estava meio fria. Dentro da água, Dona Suzana se encaixou de costas pra mim e forçou meu cacete a penetrar no rabo. Fudemos um pouco desajeitados por causa das ondas, mas realizamos seu desejo. Depois voltamos para a areia.
Dona Suzana deitou na canga e abriu as pernas me chamando para a penetrar naquele instante. Encaixei e mexi gostoso enquanto ela gemia delicadamente. Então ela ficou meio de lado e segurando um lado da bunda, dizia:
– Me come com vontade! Quero ser fudida na praia, vai!
Eu segurei a perna que estava por cima e comecei a meter com mais força que consegui. Dona Suzana não parava de pedir:
– Mais forte, cachorro! Mete com força na tua coroa!
Eu já estava praticamente sobre ela e no meu limite de força. Sentia minhas pernas começarem a fraquejar, mas mantive o ritmo como ela pedia do jeito que podia.
– Agora mete no meu cú! Com a mesma vontade, cachorro! Quero ser comida com força, Vai!
Ela encolheu as pernas em posição de frango assado e eu meti sem dó no seu cuzinho. Quanto mais forte eu fazia, mais força ela pedia… Podia sentir seus pés cheios de areia em meu peito e isso me dava mais excitação para meter com mais força. Que delícia de mulher!
– Fode o rabo da tua coroa e dá leitinho aqui na minha boca… Quero esse leite… Ah que delícia, come com vontade, seu cachorrão!
Dona Suzana vendo que eu já estava no limite de minhas força me pede:
– Agora é minha vez! Deita aqui e deixa que a titia faz o trabalho…
Me deitei e ela se acocorou sobre meu pau o engolindo com a buceta e se apoiou em meu peito com as mãos. Ela quicou tanto que meu pau já tava ardendo de tanto atrito. Mas me mantive firme e chupando seus seios maravilhosos.
– Você já me fez gozar, safado, mas eu ainda to curtindo enquanto você aguentar – Disse ela quicando e sorrindo.
Que safada! E eu preocupado em dar prazer a ela, mas com isso deixei explodir o vulcão dentro de mim… Dona Suzana ao perceber que eu ia gozar, deu um salto de cima e caiu de boca em meu pau. Explodi em sua boca. Ela me chupava e escorria porra pela boca até ela puxar de volta com a língua.
Novamente fiquei mole deitado. Dona Suzana falou:
– Nossa, não achei que você aguentasse tanto…
– Levando em consideração que não tenho mais forças nem para me levantar… Não sei se ela afirmação é totalmente verdadeira – Respondi esparramado na areia.
– Nós precisamos nos lavar e nos vestir… Daqui a pouco nós é que seremos a atração turística aqui – E saiu correndo rindo em direção ao mar.
Dona Suzana era incrível!
Curtimos o resto do tempo na praia comportados. Na volta para casa, como era de tarde, Dona Suzana prometeu se comportar. Mas nem que ela não se comportasse, eu não tinha condições de erguer meu pau acho que por uma semana… Foi uma viagem dos sonhos!

Eram os primeiros dias da primavera… Dona Suzana estava mais safada que nunca e a alguns dias de completar 56 anos. Até então, eu era o único “confidente” dela e, por isso, ela me fez um pedido especial: como presente de aniversário ela queria realizar algum fetiche que ainda não tinha realizado. Eu sabia incluía fetiches como fazer sexo em público, transar com outra mulher e dar loucamente para um grupo de bombeiros.
Eu tomei como missão realizar pelo menos um de suas fantasias. Sexo em público complicado, pois ela queria tudo no sigilo. Sexo com outra mulher tinha que ser uma que a agradasse… e o corpo de bombeiros são profissionais bem ocupados. Mas achei uma solução: Convenci 5 colegas da minha faculdade em que confiava mais (4 homens e 1 mulher) e que estivem dispostos a uma orgia. Alugamos um chalé na serra afastado do centro e conseguimos umas imitações das jaquetas e capacetes dos bombeiros.
No dia estava tudo pronto: meus amigos já tinham ido cedo para o chalé para ajeitar tudo e eu fui me encontrar com Dona Suzana e a convidar para um passeio. Dona Suzana era uma mulher experiente e esperta… Ao entrar no carro ela já foi dizendo:
– Que sacanagem você está aprontando para nós?
– É surpresa – Disse prontamente.
– Assim fico excitada… – Disse Dona Suzana erguendo o vestido e passando os dedinhos na buceta exposta sem calcinha.
Ao chegarmos no chalé, tudo parecia quieto e Dona Suzana se encantou com o lugar.
– Nossa, que lindo jardim! – Disse ela espantada.
– Acho que a senhora vai gostar mais do que tem lá dentro à sua espera… – Interrompi sua admiração.
– Opa, só se for agora… to ansiosa… – Respondeu ela correndo para ao meu encontro junto à porta.
Ao entrar, Dona Suzana se dá de cara com meus amigos de sunga vermelha, jaqueta e capacete dos bombeiros. Ela vai à loucura.
– Não acredito!!!! Já vi que esse será meu melhor aniversário!!!! – Gritou ela se colocando no meio dos homens que já começaram a alisar seu corpo.
Eu tirei minha calça e camisa, ficando apenas de sunga vermelha também e vestindo minha jaqueta, falei:
– Então aproveite, a senhora merece tudo!
Dona Suzana alisou os peitos dos amigos e já se ajoelhou, dizendo:
– Quero ver suas “mangueiras” – Rindo e alisando cada um deles.
Então começou a masturbar uns com as mãos e a chupar outros, alternando entre todos. A galera largava comentários do tipo:
– De onde vem esse fogo todo, heim!?
– Ainda bem que trouxemos mangueiras para apagar esse incêndio!
– Que putinha quente! Deixa comigo que refresco essa putinha…
– Isso, tem que usar todas as mangueiras, gostosa!
Dona Suzana se deliciou com todos os cacetes. E ainda os masturbou um a um com os peitos… depois Dona Suzana se deitou no sofá e abriu as pernas exibindo sua bucetinha lisinha molhadinha que fizéssemos rodízio sendo chupado por ela, outros sendo masturbados, outro se masturbando com os pés dela e outro chupando sua bucetinha molhada. Essa brincadeira foi até que um não resistiu a penetrou. Dona Suzana deu um gemido abafado por estar com a boca cheia de cacete. O rodízio continuou dessa forma.
Depois a sentei no meu colo de costas pra mim e deixei meu cacete penetrar no rabo e o rodízio ficou com meus amigos a fudendo na bucetinha. Foi uma dupla penetração gostosa e que durou vários minutos. Dona Suzana já estava com o corpo mole de tanta pica ao seu redor. Então pedi que ela ficasse ajoelhada no chão e rodeamos ela nos masturbando. Dona Suzana tomou um banho de jatos de porra e ficou por uns segundos ainda se acariciando esparramando mais nossa porra sobre ela até que ela se deitou no sofá exausta depois de horas de tomar surra de paus.
Dona Suzana ficou um tempo deitada recuperando o fôlego e a galera foi se trocar maravilhados com a experiente mulher que acabaram de comer. Quando me voltei a Dona Suzana, eu disse:
– É a primeira vez que a vejo exausta de sexo… e precisou de 5!!! Coisa que eu sozinho jamais conseguiria – Falei satisfeito com sua cara de realização.
– Foi espetacular! Obrigada por me dar esse presente… acho que outro diz vou querer de novo… – Disse ela se sentando nua no sofá.
– Mas ainda não acabou! – Disse a ela.
– Como assim??? – Perguntou ela assustada.
– Vai tomar um banho e quando voltar, continua o presente – Falei misterioso.
Dona Suzana foi feliz para o banho imaginando que os “bombeiros” iriam continuar a festa depois. Quando ela saiu do banho enrolada na toalha, viu que estávamos nós cinco vestidos e sentados na sala. Ela ficou um pouco surpresa e eu disse:
– Pode vir aqui pro meio, Dona Suzana! Vamos realizar mais suas fantasias. – E apontei para o puff no meio da sala em que estávamos ao redor.
Ela se sentou no puff peladinha e eu chamei minha colega para a sala. Eu falei:
– Essa é Bruna! Ela é bissexual e me disse que estava disposta a lhe iniciar no mundo da bissexualidade, o que nos leva à fantasia de experimentar o sexo com uma mulher! E nós cinco assistiremos pelo espetáculo, o que nos leva à fantasia de fazer sexo em público!
– Só você mesmo, seu safadinho! Por isso que gosto tanto de dar pra você! – Disse ela beijando a barriga da Bruna que estava em sua frente.
E iniciaram o sexo lésbico. Dona Suzana se deliciou com os peitos de Bruna antes de chupar sua bucetinha com os pelinhos bem aparadinhos. Depois foi a vez da Bruna fazer o mesmo com Dona Suzana. E nós, os rapazes, admirando e incentivando aquela sexo gostoso. Alguns não resistiram e tiraram seus paus pra fora para se masturbar.
Elas ficaram vários minutos se lambendo, então Bruna mostrou para Dona Suzana o segredo das mulheres: Ambas ficaram de pernas abertas e esfregaram as bucetinhas por vários minutos. Com o passar do tempo, ambas ficavam cada vez mais ofegantes e os gemidos iam gradativamente aumentando, conforme a excitação também aumentava. Até que ambas atingiram um orgasmo tão intenso que nós cinco a distância sentimos um tesão enorme também.
Então Dona Suzana caiu no puff deitada, mais uma vez exausta, mas desta vez parece que muito mais exausta. Bruna ainda realizou uma limpeza na buceta de Dona Suzana com a língua antes de levantar e se vestir.
Então todos se despediram e se ofereceram para uma nova orgia se fosse o caso. Ficamos apenas eu e Dona Suzana ainda no chalé. Dona Suzana, ainda deitada nua no puff disse:
– Obrigada! Nunca tinha sentido o que senti hoje… Precisamos fazer de novo outro dia…
– Claro, como a senhora quiser.
A deixei em casa já era noite e ainda pude ver que Dona Suzana ainda cambaleava as pernas enquanto caminhava em direção à sua casa. Mas precisou de 5 homens e 1 mulher para chegar a esse ponto… Dona Suzana podia ser coroa, mas dava um caldo maravilhoso…

igorhunsaker