"SANTA"

Fascinação, o que é fascinação? Algo que me causa arrepio na pele por este teu jeito de menina num corpo de mulher, que me enche de desejos. Não sei direito, mas, to achando que isso é a raiz de um amor.

SUZI…

SUZI…

Sempre fui muito tímido, não tinha coragem de chegar nas meninas.

Antes dos 18 anos nunca tinha namorado, e só tinha dado beijo na boca brincando de “Pêra, uva, maçã ou salada mista”.

Aos 18 anos, durante as férias de verão, mudamos para a casa na praia, eu surfava e passei a conviver com o pessoal do surf.

Logo fiz amizade com Igor, um ano mais novo que eu, mas ao contrário de mim, era o maior garanhão, e me contava sobre as gatinhas que tinha pegado e as sacanagens que fazia com elas.

Uma das meninas que estava sempre com a gente era a Suzi, quase três anos mais nova que eu, amiga de infância do Igor, a relação deles era como irmãos, ele não tinha a menor vergonha de falar todo tipo de sacanagem que tinha feito inclusive com amigas dela, que ria muito.

Um dia Igor veio conversar comigo, perguntou por que eu não chegava nela, pois estava na cara que um gostava do outro, abri o jogo e disse que simplesmente não sabia como.

Ele deu uma gargalhada e disse que nós éramos o par perfeito, os dois inexperientes.

Chamou ela, começamos a conversar, com um empurrãozinho dele acabamos nós beijando.

Quando começamos a namorar, ela tinha 16 e eu 19, as duas virgens e sem qualquer tipo de vivência sexual.

Igor passou a ser meu confidente, orientador e verdadeiro parceiro.

Com as orientações dele, depois de mais de três meses, tomei coragem de tocar nos seios dela, beijar e chupar.

Ele também dava umas dicas para ela, que passou a usar saias mais curtas e blusas mais decotadas para provocar e facilitar.

Mesmo assim, levei mais três meses para ter coragem de enfiar mão por dentro da sua calcinha e masturbá-la.

Ela tirou meu pau para fora, botou na boca, mamou até eu gozar, e engoliu tudo sem deixar cair uma gota, conforme ele tinha recomendado.

Na semana seguinte foi minha vez de chupar ela, fiquei extasiado com o sabor da sua bocetinha melada.

Essa chupação passou a ser frequente.

Não perdíamos uma oportunidade de nós chupar e masturbar, sempre dentro do carro na beira da praia.

Muitas vezes ficávamos completamente pelados, ela montava no meu colo se esfregando no meu pau, tentei penetrar sua bocetinha, mas foi muito difícil, ela reclamou de dor e acabamos ficando só na esfregação.

Nas semanas seguintes fizemos mais algumas tentativas, mas deu na mesma.

Tanto eu quanto Suzi tínhamos total confiança no Igor e contávamos tudo para ele sem a menor vergonha, e ele me falou para ir com calma porque meu pau era mais grosso que a média, e ela tinha uma bocetinha muito apertadinha.

Eu já tínhamos trocado de roupa muitas vezes na frente dele, mas perguntei como ele sabia que a bocetinha dela está apertada.

Na maior naturalidade, ele lembrou que cresceram juntos e já tinham brincado de médico muitas vezes, inclusive ele tinha ensinado ela a se masturbar.

Balancei a cabeça com compreensão, não senti ciúmes, sabia que ele e a Suzi eram como irmãos, e confiava plenamente nele, mas a imagem dele manipulando a bocetinha dela e fazendo ela gozar encheu minha mente.

Afastei logo essa cena, porque estava começando a ficar de pau duro.

Igor me deu uma pomada lubrificante para ajudar a penetração, fizemos mais algumas tentativas, sem sucesso, mesmo assim gozávamos gostoso, ficando saciados.

Já estávamos namorando há três anos, ficamos noivos e convidamos Igor a ser nosso padrinho.

Eu ainda não tinha conseguido penetrar a Suzi, tinha medo de machucar ela.

Igor falava que aquilo era um absurdo, apesar de eu ser mais grosso que a média, não era nenhum jumento, e por mais apertadinha que a Suzi fosse, com certeza aos poucos ia se acostumar.

Argumentei que não tinha como fazer meu pau ficar igual ao dele e ir engrossando aos poucos.

Ele não conseguiu conter o riso, e caímos os dois na gargalhada.

De repente a imagem dele brincando de médico com a Suzi, ele manipulando-a peladinha de pernas abertas, tomou conta da minha mente.

Pensei na intimidade que eles tinham desde a infância, em tudo que ele tinha ensinado para nós dois, na experiência que tinha com outras mulheres e imaginei que ele podia abrir o caminho para eu poder transar com ela depois sem preocupação de machucar.

Olhei sério para ele e perguntei se ele não podia nos ajudar mais uma vez, tirando a virgindade dela.

Ele quase caiu da cadeira, transtornado explodiu me chamando de maluco, que aquilo era inconcebível, não acreditava que eu tinha proposto uma coisa daquela.

Apesar da explosão, vi que tinha ficado excitado, tentava disfarçar, mas não conseguiu esconder o pau duro.

Eu ri, apontando para baixo disse que o pau dele achava aquilo bem viável.

Ele ficou envergonhado e colocou um guardanapo no colo.

Eu disse que a ideia tinha acabado de me ocorrer, não tinha falado com a Suzi, mas tinha certeza de que ela não acharia assim tão absurdo, afinal desde a infância ele era o amigo mais íntimo dela, tinha ensinado ela a se masturbar e várias formas de fazer um homem gozar, aquele seria o ensinamento final.

Ele se empertigou na cadeira, tirou o guardanapo do colo, apertou o pau duro deixando bem evidente toda sua extensão, e mudando o tom da conversa me olhou nos olhos e perguntou se eu queria mesmo que ele metesse aquela vara na minha futura esposa e tirasse o cabaço dela. Disse que sempre quis comer ela, mas não queria correr o risco de abalar a amizade, porém tinha certeza de que ela ia gostar muito de gozar na pica dele, e provavelmente ia querer mais depois.

Eu não tinha pensado em todas as implicações, mas aquela ideia surgida repentinamente tinha tomado formas muito concretas na minha mente.

Respondi que amava muito a Suzi, não queria que a primeira vez dela fosse um coisa ruim, dolorosa e frustrante.

Tudo que ele nos tinha ensinado tinha transformado ela numa mulher fantástica, segura e determinada, isso só iria coroar aquele aprendizado.

Ele acenou com a cabeça e disse que se ela concordasse tudo bem, que a última palavra tinha que ser dela, mas depois eu não podia dizer que ele não tinha me avisado.

Nem registrei a última frase dele, esperei até o sábado para falar com a Suzi, passamos o dia num clube de campo, longe de tudo e de todos, no trajeto conversamos sobre os preparativos do casamento, um clima de euforia pairava no ar.

Assim que chegamos, sentamo-nos na beira do lago estendi a toalha de picnic, e abri um champanhe, brindamos ao nosso casamento, e imediatamente entrei no assunto.

Expliquei meus medos e receios sobre a relação sexual no resto da nossa vida, e propus que a primeira vez dela fosse com o Igor, já que tudo que ela sabia tinha aprendido com ele.

Ela ficou calada por vários segundos, se levantou pensativa, caminhou até a beira do lago de costas para mim balançando a cabeça devagarinho.

Me aproximei por trás, segurei seus braços suavemente e falei baixinho que todas as vezes que tínhamos tentado antes tinha sido ruim para ela, achava que o Igor poderia nos ajudar mais essa vez.

Ela se virou, me olhou nos olhos e perguntou se eu tinha certeza, se não sentia ciúmes, se não ia ficar com sentimento ruim depois.

Enfatizei que amava ela demais, muito do que nós éramos devíamos a ele, ele conhecia profundamente nossas intimidades, e tanto eu quanto ela confiávamos plenamente nele.

Tinha certeza de que aquilo só iria melhorar mais ainda o nosso relacionamento.

Ela se aninhou nos meus braços, sorriu e disse que se eu achava que aquilo ia ser melhor para nós podíamos pensar no caso, mas já que tínhamos esperado até agora, queria casar virgem.

Senti como se tivesse tirado um peso da minha cabeça, uma euforia tomou conta de mim, abracei ela apertado, beijei sua boca e passamos o resto do dia nos gostando de e namorando.

No domingo convidei o Igor para almoçar comigo e a Suzi num bistrô bem reservado.

Logo que sentamos falei que ela havia concordado, mas que iríamos casar virgens e tudo ocorreria depois do casamento, na noite de núpcias.

Os dois me olharam surpresos de olhos arregalados, e ela perguntou.

— Como assim na noite de núpcias?

Olhando para Suzi respondi.

— A noite de núpcias é quando o casal

finalmente transa pela primeira vez como marido e mulher, e no nosso caso a primeira vez de fato. A menos que você deseje que sua noite de núpcias passe em branco, essa é a única opção.

Olhando de mim para ela, Igor abriu a boca, mas não conseguia falar.

Com a compreensão da situação, Suzi se agarrou no meu braço balançado a cabeça em sinal de concordância, me deu um beijinho na boca e reclinou no meu ombro, com um sorriso de divertimento com a reação do Igor.

Diante da nossa atitude ele falou, que já que estávamos decididos e ambos concordavam, ele também topava, mas ia ser do jeito dele.

Ele iria escolher o vestido de noiva, o local da noite de núpcias e as roupas que ela iria levar para a Lua de mel.

As semanas passaram rápido com os preparativos.

Durante a última prova do vestido, Igor entregou para ela um vidro de perfume e uma carta com orientação para o dia do casamento, mas ela se recusou a me dizer o que era.

No fim de semana anterior ao casamento a rapaziada organizou uma despedida de solteiro clássica, contrataram duas stripper e me deixaram completamente bêbado.

As amigas dela também fizeram uma despedida, daquelas de fantasiar a noiva e sair na rua pagando mico.

O dia seguinte foi à correria de garantir que estava tudo pronto para o casamento, eu e Igor fomos ao barbeiro e Suzi foi para seu dia da noiva, fazer massagem relaxante, não nós vimos mais até ela entrar na igreja.

O vestido da Suzi estava um espetáculo, na parte de cima, um imenso decote em V, dos ombros até quase o umbigo, e atrás o mesmo decote, descia até o abaixo da cintura.

O tecido era transparente, cheio de apliques brilhantes e bordados em forma de flor, um forro fino e acetinado ocultava os seios, mas deixava as curvas bem visíveis.

A parte de baixo, bem justa com um zíper quase invisível no final do decote das costas, destacava seus quadris e bunda, e formava uma pequena cauda, o forro era curto como uma minissaia, deixando a mostra as coxas cobertas por uma meia fina branca transparente com ramos de flores rendados contornando as pernas como tatuagens discretas.

O perfume que exalava do seu corpo me inebriava.

A cerimônia transcorreu normalmente e uma pequena recepção foi feita no salão da igreja, teve o tradicional corte da gravata do noivo e brinde no sapato da noiva, que estrategicamente trocou de sapato para não estragar o da cerimônia.

Após as fotos e comprimentos dos convidados, fomos cortar o bolo.

Igor fez um sinal, avisando que estava na hora de sair.

Suzi arremessou o buquê pegamos nosso carro cheio de latas amarradas e saímos.

Igor havia saído cinco minutos antes, parei num posto para soltar as latas, e seguimos direto para o chalé que Igor havia reservado numa cidade praiana a uma hora de distância.

Suzi cansada deu uma cochilada.

Parei o carro na garagem, abri a porta, peguei a Suzi no colo e entrei.

A sala estava à meia luz, uma música suave e embalante tocava ao fundo.

Igor em pé dois passos depois da porta, sem a gravata do smoking, o paletó e a camisa abertos, esperava com duas taças de champanhe, entregou uma para a Suzi, ainda no meu colo, fizeram um brinde e ele deu um beijo na sua boca.

Entregou a outra taça para ela, pegou ela no colo.

Ela me passou a taça dele, fiz um brinde com ela no colo do Igor e beijei sua boca.

Igor se encaminhou com ela no colo para o quarto.

Peguei a garrafa e as taças e fui atrás.

Uma enorme cama redonda dominava o centro do quarto, que era completamente rodeado de espelhos, e uma única poltrona posicionada perto da porta.

Suzi estava em pé em cima da cama, Igor no chão, abraçado nela, uma mão na bunda, a outra por dentro da lateral do vestido apertava seu seio.

Suzi me olhou, sorriu e perguntou,

— Tem certeza? Última chance.

Beijei sua mão, disse que amava ela demais, e queria o melhor para ela.

Ela se inclinou para me beijar, empinando a bunda na direção do Igor.

Ela a abraçou por trás beijando suas costas, ela levantou o corpo segurando minhas mãos e olhando nos meus olhos, enquanto Igor massageava os seios dela.

Ela deu um suspiro mordendo o canto da boca.

Igor foi descendo as mãos, acompanhando o decote das costas, abriu o zíper e enfiou as mãos por dentro do vestido.

Ela com o olhar fixo nós meus olhos levou minhas mãos até parte interna dos seios e foi guiando, afastando as alças do vestido.

O vestido deslizou lentamente e caiu seus pés.

Ela estava apenas de cinta liga prendendo as meias e salto alto, a bocetinha completamente depilada.

As mãos do Igor massageavam suas virilhas.

Ela puxou minha cabeça em direção a sua bocetinha lisinha, dei um beijo sentindo seu aroma e sabor delicioso.

Igor a puxou e colocou deitada na cama, em fração de segundos estava nu.

Me sentei no sofá, tirei o paletó e a camisa, abri a calça, mas fiquei vestido com ela.

Igor ajoelhou ao lado da Suzi e começou a beijar sua boca, as mãos passeando pelos seus cabelos, seios, por todo o corpo, soltou a cinta liga e foi tirando as meias beijando e lambendo as coxas dela.

Enfiei a mão por dentro da cueca, manipulando lentamente meu pau, que já estava duro feito pedra.

Para todo lado que eu olhava, tinha um ângulo diferente da minha, agora esposa, nua nos braços do meu melhor amigo, na nossa noite de núpcias.

Pensei na loucura daquilo e meu pau ficou mais duro ainda.

Igor agora ajoelhado por cima dela, chupava os seios da Suzi.

Ela de olhos fechados se contorcia, segurando e puxando sua cabeça de encontro ao seu corpo.

Igor foi descendo a boca pelo corpo dela até encontrar a bocetinha, deu um beijo e enfiou a língua arrancando um longo gemido dela.

Igor beijou, lambeu e chupou cada pedacinho do corpo dela.

De vez quando, ou ele ou ela davam uma olhada para mim, e eu sorria deixando claro que estava gostando.

Mas na maior parte do tempo era como se eu não estivesse ali.

Praticamente não falavam, uns poucos comentários dele elogiando e dizendo como ela era gostosa, ela apenas gemia e se contorcia

Igor ficou um tempo enorme se deliciando com os gostos e texturas do corpo da Suzi, virou ela de todo lado, chupou e lambeu desde a sola do pé até os lóbulos da orelha.

Aquilo era uma aula avançada que eu estava tendo, de como dar prazer à mulher.

Igor se deitou com o pau apontando para o teto, e botou Suzi montada nele, percebi que ela se esforçava para enfiar aquele mastro na bocetinha, mas ele desviava torturando-a.

Eu estava ajoelhado no chão bem pertinho, Suzi me viu ali, estendeu a mão pegando a minha, olhando nos meus olhos pediu.

— Amor o manda enfiar logo, quero sentir ele todo dentro de mim.

Ele me olhou com um sorriso sarcástico, e li nos seus olhos como se falasse no meu ouvido

“Vou tirar o cabaço da sua esposa e ela vai ser minha para sempre”.

Senti nas minhas entranhas que aquilo era a mais pura verdade, mas de fato não me importava, só queria que Suzi sentisse prazer.

Ele botou Suzi deitada de costas, debruçou por cima, o pau dele parece que já conhecia o caminho, vi a cabeça entrando, ele dava pequenas estocadas, mas encontrava resistência.

Ela quase gritando falou.

— Não aguento mais, mete ele todo dentro de mim, por favor.

Nesse momento ele deu uma estocada mais firme, ela apertou forte minha mão, contraiu o corpo e deu um gritinho.

Estava consumado, nosso melhor amigo tinha acabado coma virgindade da minha amada esposa.

Igor enfiou mais um pouco e tirou quase todo

Vi o pau dele melado e com um filete de sangue que escorria de dentro dela, fixei minha atenção no rosto dela, procurando sinais de dor ou sofrimento, mas só encontrei satisfação e êxtase.

Ela de olhos fechados e a boca aberta, trançava as pernas nas costas dele e agarrada no seu pescoço, empurrava o quadril para cima procurando a penetração.

Percebi que ele me olhava, olhei para ele, e ele rindo mexeu os lábios falando sem emitir som

“Ela vai querer mais”.

Eu balancei a cabeça concordando, um turbilhão rodando na minha cabeça, a satisfação de ver minha esposa tendo prazer, e a certeza que ela ia querer repetir sempre.

Ele começou a socar com força dentro dela, que agarrada nele não deixava o pau sair, não resisti e gozei sem me tocar.

Eles meteram por mais de três horas nas posições mais variadas possíveis, como se eu não existisse.

Perdi a conta de quantas vezes Suzi gozou.

Igor quando estava quase gozando parava, mudava de posição, acariciava ela um pouco, e voltava a meter.

Depois desse tempo todo, Suzi dava sinais de cansaço, Igor montou de papai-mamãe metendo num ritmo alucinante e quando ela gozou de novo, ele gozou dentro dela.

Levei um choque pois estavam sem camisinha e ela não tomava anticoncepcional, mas meu pau duro pulsava e meu saco doía.

Ele rolou para fora da cama, disse que ia ficar no chalé ao lado, para nós dar liberdade, mas que poderíamos chamar a hora que quiséssemos, e se retirou.

Ela se estirou toda, virou a cabeça para meu lado sorriu e me chamou, me ajoelhei ao seu lado beijando sua boca, nem pensei em quantas vezes ela tinha chupado o pau dele.

Ela se esgueirou para baixo de mim se esfregando no meu pau, passei a mão na sua boceta, e senti completamente melada, enfiei dois dedos, e saíram cobertos da porra do Igor, fiquei olhando, sentindo meu pau pulsar.

Ela me puxou, encaixei meu pau com medo de machucar ela, ela empurrou o quadril para cima, e o pau entrou feito faca quente na manteiga, ambos ficamos rindo feito criança, em menos de três minutos eu tinha gozado dentro dela também.

Ela exausta não gozou.

Caímos para o lado e dormimos.

Acordamos às dez horas com o Igor batendo na porta, nos chamando de preguiçosos, avisando que ia entrar trazendo um carrinho com café da manhã.

Eu e Suzi ainda estávamos pelados e melados, levantamo-nos rindo sem a menor vergonha do Igor, que tinha deixado o carrinho na sala e se acomodado no sofá do quarto.

O banheiro era enorme, o box de blindex transparente podia ser visto do sofá.

Eu e Suzi entramos juntos, Igor sentado no sofá nos observava e ficava falando que gostava dela bem cheirosinha, que era para eu lavar direito.

Riamos as gargalhadas.

Nos enxugamos aos beijos, e saímos enrolados nas toalhas, ele disse que ia tomar o café no restaurante do hotel e saiu.

Tomamos o café, voltamos para o quarto, estendi as toalhas na cama que ainda tinha gozo espalhado, deitamo-nos por cima, beijei sua boca, seus olhos, seu queixo, suas orelhas, passei pelo pescoço, circundei seus seios, abocanhei o biquinho e mordi suavemente arrancando gemidos dela.

Continuei descendo, beijando cada pedacinho, passei pela virilha sem tocar a bocetinha e desci pelas coxas, pernas, pés. Passei para a outra perna começando pelo pé e fui subindo novamente até chegar à virilha.

Me detive ali, beijando lambendo, chupando. Pulei para a outra virilha ainda sem tocar a bocetinha, depois de beijar e lamber muito comecei a circundar a bocetinha lisinha tocando a ponta da língua seu clitóris. Comecei a beijar e chupar seus grandes lábios.

Ela mantinha as pernas completamente abertas, e empurrava minha cabeça em direção a sua bocetinha.

Penetrei com minha língua o mais fundo que consegui, arrancando um gemido profundo e prolongado, continuei ali chupando, lambendo e enfiando a língua, em segundos ela começou a gozar, dando pequenos arranques com a pelve na minha boca.

Aproveitei seu êxtase, debrucei sobre ela, apoiado nas mãos, encaixei o pau na portinha quente e melada, e fui empurrando.

Ela deu um gritinho que eu não soube definir se era dor ou prazer, apoiou as mãos no meu peito me empurrou, girou o quadril, se virou, ajoelhou na minha frente, pegou meu pau e enfiou quase inteiro na boca.

Me pegou de surpresa, e cai deitado de costas na cama, ela feito uma cadela faminta chupava meu pau com voracidade, em segundos explodi enchendo sua boca, ela engoliu o que pode, mas um pouco escorreu, ficou com a cabecinha na boca até eu terminar, se ajoelhou passando a língua e os dedos ao redor dos lábios, levando o que tinha escorrido para dentro da boca, ainda não tinha engolido tudo e veio me beijar, senti meu gosto na sua boca e não me importei.

Ela se deitou em cima de mim, e ficamos nós beijando.

Ela se apoiou me olhando preocupada.

— Me desculpa amor, acho que ainda não estou acostumada, me assustei com esse pauzão me abrindo logo de cara, estou sentindo um pouco de desconforto, ontem foi a primeira vez e foi muito intenso.

Ela riu, eu ri junto com ela e pergunte.

— E ontem, como foi?

Ela se deitou de lado e esticou os braços sorrindo com o olhar distante e falou dengosa.

— Aí amor, foi fantástico, o Igor me deixou num estado tal de excitação que até a dorzinha na hora que rompeu meu hímen foi gostosa. Adorei sentir aquela coisa dura, quente, pulsante entrando lentamente dentro de mim e depois me preenchendo as entranhas, cutucando fundo, eu gozei muito, muito, muito, e adorei sentir o jorro quente do gozo dele dentro de mim, muito melhor que eu tinha imaginado.

E num sobressalto, percebendo que estava enaltecendo o sexo com outro homem que não o marido dela tentou concertar com um sorriso tímido.

— Ele me preparou direitinho para receber esse pauzão que você tem.

— É verdade, entrou bem mais fácil que eu tinha imaginado.

Achei melhor não mencionar que além da excitação dela, e de já ter o caminho aberto por ele, tinha uma lubrificação extra do gozo dele. Mas não resisti comentar que ela não tinha gozado comigo.

Ela me olhou envergonhada.

— Eu já tinha gozado tanto, e estava cansada, nem sei quanto tempo foi.

— Mais de três horas, sem intervalos.

Ele envergonhada abaixou a cabeça sem ter o que falar.

Levantei o queixo dela, e sorrindo falei.

— E eu adorei ver cada segundo, cada uma das vezes que você gozou.

Ela ensaiou um sorriso, beijei sua boca, e sugeri darmos uma volta, como todo turista.

Ela se animou, e correu para se vestir, depois de um tempo revirando a mala que Igor arrumou para ela, comentou indignada.

— Olha as roupas que o Igor trouxe para eu passar 10 dias aqui, todas roupas de periguete, nenhuma calcinha nem sutiã.

Olhei as roupas espalhadas na cama, entendi sua indignação, não consegui evitar o tesão imaginando-a naquelas roupas, mas falei conciliador.

— Vai mostrar para todo mundo como minha esposa é gostosa. Mas se quiser podemos sair e comprar outras roupas.

Ele sorriu me beijou, e retrucou.

— Vai mostrar para todo mundo que sua esposa é uma puta, e adora se exibir.

Meu pau quase explodiu ouvindo aquilo.

Ela sorriu divertida e apertando meu pau, disse.

— Tudo bem, nós concordamos com ele, e ninguém aqui conhece a gente mesmo. Mas vai ter que controlar isso aí, porque vai me ver dez dias assim, e vê se não se acostuma.

Ela vestiu um shortinho de lycra que tinha menos de um palmo de largura e uma camiseta regata larga e curta, o decote e cavas laterais até abaixo dos seios.

Como Suzi tinha seios médios, durinhos e empinados, dava para ver perfeitamente todas as curvas por dentro do decote e pela lateral.

Ela ergueu os braços acima da cabeça e deu um giro, a regata subiu mostrando a base dos seios, e o shortinho deixava as popinhas da bunda a mostra, e na frente marcava os contornos da bucetinha inchada.

Por último calçou um par de tênis, e quando se inclinou para amarrar, os seios ficaram completamente a mostra.

Eu estava embevecido acompanhando aquela produção.

Ela riu e me tirando do transe mandou eu me vestir.

Me levantei e ainda pelado perguntei se eu devia chamar o Igor para ir junto.

Ela deu de ombros, e indicando suas roupas com as mãos respondeu.

— Foi ele quem planejou isso, acho que devemos mostrar como ficou e ver o que mais ele planejou.

Encontraríamos Igor no restaurante e saímos para passear, conhecer pontos turísticos e tirar fotos, Igor teve o cuidado de não aparecer em nenhuma das nossas fotos para não criar uma situação constrangedora. Mas fez questão que eu batesse fotos com o celular dele agarrando-a.

Almoçamos num restaurante bacana do centro histórico, visitamos um museu e retornamos para o chalé, combinando de sair para uma boate a noite.

Ainda cansados do dia da noite anterior, dormimos a tarde toda.

As 21 Igor bateu no nosso chalé com uma garrafa de vinho. Suzi tinha acabado de sair do banho, estava enrolada na toalha revirando a mala.

Igor se aproximou e pegou um vestido preto, ligeiramente transparente, bem soltinho e rodado para ela usar.

Ela tirou a toalha e se vestiu na frente dele, como se fosse a coisa mais natural do mundo, ficou um espetáculo a marquinha do biquíni emoldurando sua bunda ficava visível sob o vestido, conforme ela girava a saia subia exibindo as popinhas da bunda, ela deu um giro mais forte, e a saia subiu até a cintura, deixando sua bocetinha completamente a mostra.

Ela riu e falou que ele gostava mesmo que todo mundo visse “suas coisas”, ele respondeu que o que era bonito era para se mostrar e virando para mim perguntou o que eu achava.

Concordei com ele, completando que ela era maravilhosa e devia se exibir mesmo.

Na boate bebemos e dançamos muito, Igor a fazia girar o tempo todo, exibindo-a para quem quisesse ver, ela alegrinha pelas bebidas, ria as gargalhadas e eu de pau duro observava os homens secando-a.

Voltamos da balada eram quase três da manhã, ele deu boa noite se recolheu ao seu chalé.

Entramos juntos na ducha, eu comentando como os homens a secavam e como Igor a exibia, ela ria e dizia que tinha adorado a noite.

Sai antes da ducha, e me deitei nu na cama, logo depois ela veio, com uma camisola vermelha totalmente transparente, sem nada por baixo.

Deitou-se ao meu lado, começamos a nós beijar, tirei sua camisola beijei todo seu corpo.

Estávamos muito excitados ela se abriu toda me chamando, deitei-me entre suas pernas encaixei a cabeça e fui empurrando.

Senti menos resistência que de costume, mas não entrou fácil como na noite anterior, forcei mais um pouco e cabeça deslizou para dentro.

Ela gemeu de dor, puxou o corpo e pediu para ir com cuidado, tirei e já fiquei tenso.

Depois da terceira tentativa, seus gemidos eram chorosos, de quem quer muito, mas não consegue, eu já angustiado falei que ia chamar o Igor, ela me olhou surpresa e disse que não precisava, mas depois de mais duas tentativas frustradas, ela me olhou apreensiva perguntando se eu não realmente não me importava de chamar o Igor, se não ia ficar chateado.

Sorri, acariciando seu rosto, beijei seus olhos e disse que só me importava com o prazer dela.

Ela segurou meu rosto, dizendo, “te amo mais que tudo” beijou minha boca, se levantou.

Peguei o interfone, disquei o número do chalé do Igor, enquanto ela me olhava bem safada, passando o perfume que ganhou dele entre os seios, por dentro das coxas e nas virilhas.

Ele atendeu quase instantaneamente, como se já estivesse esperando.

Eu absorto com a Suzi se perfumando sensualmente na minha frente, apenas perguntei, “oi Igor, você pode dar um pulinho aqui?”, e desliguei, sem nem esperar uma resposta.

Ela vestiu a camisola novamente, coloquei um short e nos sentamos na cama nós beijando, em menos de dois minutos Igor estava batendo na porta.

Ela mandou eu ficar ali e se levantou para abrir, voltou de mãos dadas com ele, ele estava com uma camiseta na mão e um short largo, a vara balançada indicava que estava sem cueca.

Ela o botou sentado na beirada da cama ao meu lado, deu um beijo na boca dele e começou um verdadeiro show sensual, dançando, passando as mãos pelo corpo se exibindo, beijando nos dois, conduzindo nossas mãos pelo seu corpo se esfregando no nosso rosto para sentirmos seu perfume.

Em determinado momento ela parou de costas na nossa de frente, abriu as pernas colocando uma perna entre as minhas e a outra entre as do Igor, rebolando, subindo a saia mostrando a bunda, inclinou o corpo para frente apoiando as mãos nos joelhos, inteiramente aberta para nós dois.

Igor estendeu a mão subindo pela sua coxa, esfregou a bocetinha dela, enfiou dois dedos, ela deu um gemido de prazer e empinou mais a bunda, se abrindo ainda mais, Igor tirou os dedos de dentro dela e me mostrou como estava melada. Enquanto lambia os dedos, fez um sinal para eu fazer o mesmo.

Ficamos alternando ritmado, fudendo ela com nossos dedos, ela gemia, e rebolava alucinada.

Uma hora assim que enfiei meus dedos Igor enfiou os dele junto ela deu um urro e empurrou mais o corpo em nossa direção.

Igor empurrou mais fundo, me instigando a fazer o mesmo.

Eram dois dedos de cada um de nós, socando fundo dentro dela ao mesmo tempo.

Ela urrava e mexia os quadris fudendo nossos dedos.

De repente se virou para o Igor, puxou a bermuda dele fazendo saltar aquela vara comprida, montou por cima e se sentou de uma vez, soltou um berro, se agarrou com pernas e braços nele, sacudindo o corpo em espasmos, nitidamente gozando, ele socava o pau por baixo prolongando o gozo dela.

Quase gozei junto assistindo a cena.

Com a onda do gozo diminuindo, ela ainda agarrada a ele, beijava a boca, quase engolindo a língua dele.

Olhou para mim com uma expressão transtornada de prazer.

Já livre do short, meu pau apontava para o teto, ela saiu do pau dele e montou no meu de uma vez.

Ela, se agarrou em mim, o corpo tremendo, murmurando entre gemidos “vai, vai, vai”.

Com ela espetada no meu pau, virei, deixando-a deitada de costas na cama, comecei a socar meu pau nela sem dó, enquanto ela gritava, “não para, não para, não para’.

Falei que ia gozar, e Igor deu um tapa muito forte na minha bunda, gritando para eu segurar.

Aquilo foi um choque, inibiu meu orgasmo, parei olhando surpreso para ele, e ele gritou.

— VAI, METE NESSA PUTA, FAZ ELA GOZAR DE NOVO.

Voltei a meter com mais gana ainda, ela descontrolada, o corpo tremendo gozou aos urros, gozei junto, e desabei em cima dela.

Levamos vários minutos para recuperar o fôlego e acalmar a respiração.

Ela me empurrou, rolei para o lado e ela rolou junto abraçada comigo, sorrindo disse.

— Aí amor, gozei muito.

E dando uma olhadinha sacana por cima do ombro completou.

— Com os dois.

Igor se ajeitou atrás dela, encostando o pau duro na bunda dela.

Ela olhou bem safada por cima do ombro, deu uma rebolada.

Voltou a olhar para mim e continuou.

— Não acredito, ele quer mais.

Igor argumentou que não tinha gozado ainda.

Ela rebolou novamente e me perguntou o que devia fazer.

Olhei para ela cheio de carinho e perguntei.

— Você quer mais?

Ela ainda abraçada em mim enfiou a língua na minha boca, enquanto movia os quadris em círculos, empurrando no pau dele.

Percebi a hora exata que o pau dele entrou, porque ela parou de chupar minha língua, e deu um longo gemido.

Ele a deitou por cima de mim metendo nela por trás, foi acelerando e conforme ele socava por trás, balançava a cama toda, e empurrava o corpo dela para cima de mim, espremendo seus peitos no meu.

Agarrada em mim ela me beijava, revirava os olhos, e entre os gemidos murmurava no meu ouvido.

— Aí amor, isso é bom demais, obrigado por me dar tanto prazer.

E voltava a me beijar e gemer.

A sensação que eu tinha era indescritível, ver o prazer estampado no seu rosto, sentir seu corpo sacudindo nos meus braços, ouvir seus gemidos, sentir seu coração acelerado e a respiração ofegante.

Ela apertava mais seus braços no meu pescoço, gemia alto feito gata no cio.

—Aí amor, vou gozar de novo, vou gozar… Vou …uhhh.

Virar a cabeça para trás e grita.

— VAI SEU PUTO, METE, METE, METE.

Igor acelera ainda mais, e soca com tanta força que chega a deslocar nós dois.

Ouvindo Suzi falar entre urros e gemidos.

— Aí amor, ai amor, isso, isso, to gozando, aí amor, to gozando, to gozando.

Não resisto e gozo junto com ela.

Sinto seu corpo relaxar e a pressão dos seus braços quase sumir, mas Igor não para de meter, e continua socando o pau dentro dela como uma máquina.

Alguns segundos depois ela se contrai toda, me aperta novamente gemendo.

— Amor, Amor… De novo… aí… de novo… está vindo, está vindo, vou gozar de novo. aaahhhh.

Suas palavras ficam sem sentido, seu corpo vibra nos meus braços.

Igor muda o ritmo socando mais espaçado, mas muito mais fundo, percebo que ele vai gozar dentro dela de novo.

Ela começa a tremer como se estivesse tendo convulsões, abre a boca, mas nenhum som sai.

Igor segura firme seu quadril e enterra até o talo, segura lá no fundo dando pequenas estocadas, como se pudesse ir mais fundo ainda, e despeja seu gozo dentro dela.

Ficamos ali deitados, ele dentro dela, os três meios desfalecidos, recuperando as forças.

Vários minutos depois ela fala me olhando.

— Gostei muito disso, vocês dois são muito diferentes, ele vai bem fundo e me proporciona um gozo suave, prolongado.

Se ajeitou permitindo que a mão dele acariciar seu seio entre nós dois.

— Você me preenche, me abre, me rasga, e traz um gozo explosivo, me faz ver estrelas.

Um complementa o outro.

Ficamos em silencio gostando daquele momento.

Algum tempo depois, com a voz embargada de sono, ela murmurou.

—Podia ser sempre assim.

Igor olhou para mim por cima do ombro dela, e apenas mexendo os lábios, disse,” eu te avisei”.

Acabamos dormindo daquele jeito, ela deitada de frente para mim, abraçada comigo, e Igor atrás dela, o pau ainda dentro dela.

Acordei com batidas na porta, todo melado do gozo de nós três que escorreu de dentro dela.

Igor deitado pelado do outro lado da cama, se apoiou no cotovelo e sorrindo me deu bom dia.

Ela já havia levantado, pedido café para três no chalé, e estava saindo do banho, enrolada na toalha, falou para um de nós receber o garçom.

Igor me olhou bem sacana e virando para ela disse.

— Foi você que pediu, vai lá receber.

Ela olhou para mim como pedindo socorro.

Eu sorri, acenei um sim com a cabeça, indicando a porta.

Ela indignada soltou a toalha e nua com as mãos nos cintura perguntou.

— Assim que vocês querem?

Igor respondeu.

— Pelada não né?

E jogou a camisola, que ainda mais de dia, não ocultava nada.

Novamente ela olhou para mim, eu dei de ombros, sem expressar nenhuma reação.

Ela vestiu a camisola, fazendo sinal de “me aguardem” foi para sala receber o garçom.

O garçom ficou uma eternidade “arrumando” a mesa, tempo suficiente do Igor tomar banho e depois eu tomar banho.

Depois do café Igor sugeriu pegarmos uma praia.

Suzi adorou a ideia, Igor abriu a mala dela, pegou um biquíni branco sumário, e uma saída de praia também branca, de tecido fino transparente.

Ela vestiu o biquíni, e dava para ver a sombra dos bicos dos peitos pelo tecido, quando molhasse ia ficar ia ficar como se ela estivesse nua.

Passamos o resto da manhã desfilando pela praia, de tempos em tempos dávamos um mergulho, e ela saia andando virtualmente nua.

Voltamos para o hotel, já era hora do almoço, Igor parou, mas porta do restaurante e falou para almoçarmos ali mesmo.

Mesmo com a saída de praia por cima do biquíni molhado era quase como se estivesse nua, perguntei se ela queria tomar um banho e trocar de roupa.

Ela olhou para o Igor que sorria sacana, e me respondeu.

— Só se você quiser amor, já vi que o Igor planejou me exibir feito uma puta e você está adorando, como você é meu marido, você decide.

— Confesso que me orgulho vendo os homens admirando minha esposa.

Ela se agarrou no meu braço e entramos.

Imediatamente todos os olhos se voltaram para nós, nunca fomos tão bem atendidos.

A tarde fomos cada um para o seu chalé, descansar um pouco, tomamos uma ducha e deitamos pelados mesmo, perguntei para Suzi o que ela tinha achado do dia, ela disse que quando saiu da água a primeira vez, queria achar um buraco para se esconder, mas sabia que Igor tinha planejado tudo e eu estava gostando, resolveu entrar no clima e deixar rolar, mas é uma coisa que não faria em outras ocasiões.

Falei que tinha adorado ver os homens babando por ela.

Ela riu e disse que eu e o Igor estávamos nos saímos grandes tarados.

Eu já de pau duro, disse que ela estava se saindo uma grande putinha comandada pelo Igor.

Ela deu uma gargalhada, eu parti para cima dela cheio de tesão, nós beijamos e chupou muito, falei que queria comer ela, mas estava com receio.

Ela me virou de costas na cama, montou por cima e começou a esfregar a buceta no meu pau, ela estava muito melada, e conforme ia esfregando ia melando meu pau que deslizava afastando os grandes.

Ela encaixou na entrada, foi rebolando e descendo, enquanto gemia e urrava, fez ele entrar todinho e começou a cavalgar, logo seu corpo todo tremia, ela perdeu o ritmo, virei ela de costas na cama e continuei metendo forte.

Ela gemia e gritava.

— Isso amor, vai, vai, não para isso, mais forte, mais fundo, vou gozar, não para, não para.

Deu um berro e começou as gozar se temendo toda, gozei junto inundando sua buceta.

Caímos para o lado exaustos.

Ela me olhou sorrindo e disse.

— Nossa, isso é bom demais. Conseguimos transar sem precisar da ajuda do Igor.

Eu sorri, e comentei.

— É verdade, conseguimos. Você sentiu falta da ajuda dele?

— Não, na verdade adorei sentir seu pau forçando as paredes do canal, me abrindo toda.

— Mas você gostou de transar com ele.

— Aí amor, não posso negar, gostei muito também, é diferente.

— Quer que chame ele?

— Não sei amor, não acho certo, não quero acostumar nós três com isso, e depois que voltarmos, como vai ser?

— Não devemos nada a ninguém, ele não tem nem namorada, e sempre foi discreto. Se for para o seu prazer, por mim tudo bem.

Nesse momento recebi uma mensagem dele.

“A coisa aí foi boa hein. Pelo jeito não vão precisar mais da minha ajuda, e vou ter que me virar para achar uma putinha para o resto da viagem”.

Eu ri, entreguei o celular para ela e falei para ela responder do jeito que quiser.

Ela riu, e gravou um áudio.

“O, coitado do meu padrinho querido. Só vai precisar de outra putinha se quiser, depois de tanto que ajudou a gente está na hora de a gente ajudar você, não é amor?”.

Sem desligar virou o celular para mim, que completei.

“É claro, e a propósito, a porta do chalé está aberta”

Ela enviou a mensagem rindo, num piscar de olhos Igor entrava pela na porta só de short.

Da sala ele já conseguia ver Suzi deitada nua na cama, as pernas abertas e os braços estendidos na direção da porta.

Ele se liberou do short e pulou na cama entre as pernas dela beijando os seios e a boca, o pau foi certinho na buceta dela e ele enfiou de uma vez.

Ela soltou um gemido delicioso enquanto ele falava.

— Que buceta mais alagada.

Ela riu e disse.

— Foi meu maridinho quem fez isso.

Ele respondeu que ia fazê-la transbordar.

Meteram por mais de uma hora.

Já era noite, bateu aquela fome, Igor falou para sairmos para jantar.

Suzi falou que se fosse para ficar sem calcinha precisava de um absorvente interno, pois estava escorrendo.

Fui até a farmácia comprar.

Durante o jantar, sugeri que ficássemos os três no nosso chalé, já que Igor só ia para o dele trocar de roupa, eles concordaram.

E assim foi o resto da lua de mel, durante o dia Suzi desfilando e se exibindo feito uma puta, a noite uma autêntica puta dividida por mim e pelo Igor,

Para não chamar atenção Igor voltou um dia antes de nós, antes de voltar foi até o shopping e comprou uma calcinha, uma calça jeans e uma camiseta bem-comportados para Suzi vestir na volta.

Igor era frequentador assíduo do nosso AP, o que não era estranho para ninguém, já que era nosso padrinho, e vivíamos junto, antes de casar-se.

Durante muitos anos Igor foi amante da Suzi, muitas vezes se encontravam sozinhos, mas normalmente eu estava junto, nos revezamentos fazendo ela gozar até não aguentar mais.

Até que finalmente Igor arrumou uma namorada e se casou, o casal continuou frequentando nossa casa, mas sem aventuras sexuais, pois Suzi não queria ser pivô de uma traição, e ele nunca teve coragem de contar o que vivemos.

igorhunsaker