MARÇO DE 1970

Entrei para Faculdade aos 16 anos, e foi nessa idade que perdi minha virgindade. Como garoto novo não pensava em outra coisa. Eu morava em uma república de estudantes, um apartamento de 03 quartos mais com 05 pessoas (03 homens e 02 mulheres).

Um dia…

Cheguei em casa mancando de tanta dor no saco. Eu estava pegando uma garota virgem e ela estava fazendo jogo duro. Ficávamos horas no carro esfregando nossos corpos um no outro mas não passava disso. Ela deixava no máximo eu chupar seus peitos (que eram grandinhos e deliciosos) e ela pegava no meu pau, mas não me fazia gozar. Resultado: eu ficava horas muito excitado e não gozava. Quem já passou por isso sabe que dói muito. O saco fica explodindo e faz até a gente mancar ao andar.

Quando uma de minhas colegas me viu entrar na sala mancando olhou preocupada e perguntou o que tinha acontecido. Era tarde e ela pensou que poderia ter sido briga ou assalto. Expliquei a situação e ela começou a rir da minha cara. Falou pra eu parar de pegar pirralhas e arrumar uma mulher de verdade. Eu não estava pegando uma pirralha. A garota tinha 19 anos, a mesma idade que eu. Mas minha colega já tinha 22 e quis dar uma de experiente. Fiquei irritado e disse que iria tomar banho e tentar resolver o problema. Que ela não podia ajudar mas pelo menos não atrapalhasse. Ela continuou rindo e me explicou mais ou menos o motivo da dor. Como fazia medicina, tinha mania de explicar essas coisas, mesmo quando a gente não estava interessado em saber. E falou também que só uma gozada pra resolver rápido. Deixei ela rindo e fui tomar banho.

Mas a dor incomodava demais e não consegui me masturbar e gozar no banho. Desisti e resolvi ir dormir pra ver se passava.

Nisso fui pro meu quarto de toalha depois do banho, sentei na cama e liguei a TV pra ver se me distraía um pouco. Logo depois minha colega entrou no quarto e perguntou se eu tinha resolvido. Disse que não e mandei ela sair, pois não precisava de deboche pra piorar. Ela pediu desculpas e disse que não iria rir mais. Falei pra ela que com a dor que eu estava ficava difícil me excitar, ficar de pau duro e gozar. Ela então falou “deixa eu ver se está inchado demais”. Eu olhei pra cara dela e perguntei “como assim deixa eu ver?” Ela mandou eu parar de besteira, que ela era médica, que era melhor ela olhar e ver se estava tudo bem, do que continuar doendo e eu ter que ir contar minha história em um hospital. Não tive como discordar dela e perguntei o que ela queria fazer. Ela falou pra eu tirar a toalha. Levantei e tirei a toalha totalmente sem graça. Eu tinha muita intimidade pra conversar com ela, mas não de ficar pelado na frente dela. Ela colocou a mão com cuidado no meu saco e foi apalpando devagar, com a maior naturalidade do mundo. Parecia realmente uma consulta médica. Ela tocou num ponto e falou “é aqui que dói?” e eu confirmei porque era o exato ponto da dor. Caí sentado na cama e dei um urro de dor. Ela disse que estava muito inchado, com muito esperma acumulado, que eu precisava resolver isso, ou iria ficar muito tempo doendo. Talvez tivesse até que ir pro hospital tomar remédio pra dor, pois estava demais.

Eu disse que não iria de jeito nenhum. Que iria passar. Ela falou “você vive tocando punheta, toca mais uma e pronto”. Eu falei que com dor não era fácil assim. Ela então falou que poderia me ajudar. Tomei um susto e ela disse de novo que era médica, que não tinha nada a ver e tal. E foi logo pegando no meu pau que estava completamente mole. Ela foi apertando meu pau e massageando meu saco, não encostando onde doía. Fiquei mudo e não tive como não começar a ficar excitado vendo aquela cena. Minha colega de camisola, abaixada tocando uma pra mim com a cara mais séria do mundo. A alcinha da camisola escorregou pelo ombro com os movimentos e começou a descer. Ela fingia não perceber e continuava me masturbando. O peitinho dela foi se revelando aos poucos e ficou completamente pra fora e balançando com os movimentos dela.

Meu pau começou a dar sinal de vida. Ela disse “isso garoto” e começou a tocar mais intensamente. Meu pau estava ficando meio mole meio duro por causa da dor e do tesão. Foi quando ela falou pra eu deitar as costas na cama pra relaxar mais, porque sentado eu estava muito tenso. Deitei. Alguns segundos depois senti algo molhado e quentinho deslizando no meu saco. Sentei na cama assustado e vi minha colega lambendo o meu saco, me masturbando e olhando nos meus olhos com um sorriso safado. Ela falou “deita e relaxa. Seu saco é muito gostoso”. Sem acreditar eu deitei de novo. Senti meu pau latejando de tão duro. Ainda sentia dor, mas o tesão era maior. Ela estava lambendo meu saco, deslizando a língua debaixo até em cima. Chupava as minhas bolas colocando dentro da boca e soltando. Que delícia! Depois de um tempo, ela olhou meu pau e disse “agora sim… é só liberar o leitinho”. E começou a chupar a cabeça dele. Depois foi descendo e engolindo tudo que ela conseguia. Eu olhando pra ela via aquela colega me pagando um boquete fenomenal. Ela olhava pra mim e dava um risinho safado.

Não aguentei mais e comecei a gozar. Ela sentiu antes porque estava massageando o meu saco o tempo todo. Então segurou firme o meu pau e engoliu tudo. Teve uma hora que ela deu uma engasgada de leve por causa dos jatos de porra na garganta, mas não perdeu uma gota. Eu gozei feito um cavalo.

Ela chupou meu pau até sentir ele amolecer na boca e depois desceu pro meu saco mais um pouco. E falou “agora o seu saco tá vazio. passou a dor?”. Respondi que tinha passado completamente. Ela levantou, arrumou a alcinha da camisola que ainda mostrava seu delicioso peitinho e disse “não vai me agradecer? Agora você me deve uma e eu vou cobrar hein. Boa noite!” E saiu rindo.

No outro dia eu estava completamente sem graça. Mas ela agiu como se nada tivesse acontecido. E foi assim até ela cobrar o favor.