"SANTA"

Fascinação, o que é fascinação? Algo que me causa arrepio na pele por este teu jeito de menina num corpo de mulher, que me enche de desejos. Não sei direito, mas, to achando que isso é a raiz de um amor.

LETÍCIA E DÉBORA….

LETÍCIA E DÉBORA….

Vou contar algo que aconteceu comigo e que achei que só acontecia em filmes.

Tinha 24 anos e namorava Letícia, ela tinha 18, e com a diferença de idade isso afetava um pouco o relacionamento. Ela era bem gostosa, mas regulava a buceta e não transava toda vez.

Eu gostava muito da família dela, do seu irmão Theo uns anos mais novo e da sua mãe, Debora, de 42. Debora era uma quarentona deliciosa, baixinha, loira, um par de seios fartos que amamentou bem os filhos e uma bunda de dar inveja a qualquer novinha.

Debora sempre gostou muito de mim, por ser um rapaz trabalhador, que cumpria os horários e era muito alegre quando chegava na casa dela.

O papo de sexo rolava com frequência na casa deles, era normal no jantar a gente falar de algumas experiências, eu dar dicas na mesa pro Theo de como chupava uma buceta. E isso foi se tornando algo muito natural.

Numa sexta, minha namorada tinha que ir à noite na faculdade para uma palestra que valia pontos na média. A gente já não estava tão bem no relacionamento, eram muitas brigas por conta da diferença de idade e a falta de sexo (estava há 3 semanas sem comer aquela puta).

Estava na casa dela aquele dia e ela saiu nervosa e foi de ônibus pra faculdade, não quis minha carona. Como eu já era de casa, esperei ela sair pra jogar vídeo game com o Theo, mas ele já tava saindo pra casa de um amigo, (depois descobri que tava indo na casa da vizinha comer ela, mas isso é pra outra hora). Chamei o Theo e nada. Até que a Debora respondeu da cozinha:

– Ele saiu, Bru.

– Onde você tá, Dé? (nunca me deixou a chamar de senhora ou dona)

– Aqui na cozinha, querido.

Quando cheguei, estava ela com um short socado na bunda e uma regata, mas estava de sutiã. Na hora eu desejei aquele corpo, como estava na seca, estava devorando aquela bunda com os olhos.

– Bru, tá difícil com a Lê, né?

– Tá sim, acho que não vai dar pra continuar.

– Poxa Bru, o Theo gosta tanto de você, é a referência de homem pra ele, fica todo feliz quando você ensina a chegar nas meninas.

– Eu sei, eu gosto demais dele… de vocês no geral.

Nisso ela foi até a geladeira e pegou uma garrafa de vinho. Eu fiquei maluco quando vi ela rebolando até a geladeira.

– Pronto, vamos beber, a vida tá muito difícil pra encarar sem álcool.

– hahahaha, só você mesmo Dé.

Conversa vai, conversa vem. Entramos no assunto de sexo e parceiros, ela me falava que tava difícil encontrar homem bom, era só velho que o pau nem subia direito. Depois da garrafa, ela olhou pra mim e falou.

– Ouvi a última discussão de vocês, e a Lê não tá comparecendo com você?

Fiquei envergonhado na hora, mas como já tinha bebido uma boa quantidade de vinho, acabei me abrindo.

– Sim Dé. É difícil conseguir comer a sua filha, não sei se é alguma coisa minha, mas eu não consigo ficar tanto tempo assim sem sexo.

– Eu entendo, desculpe a minha filha. Eu no lugar dela não ia desperdiçar esse macho gostoso…

Nisso ela passa a mão na minha coxa, e como tinha dormido na casa dela, estava apenas de bermuda. Na hora meu pau que já estava solto, dá sinal de vida e fica bem marcado na bermuda.

– É sério que ela não dá carinho pra esse pau?

Olhei nos olhos dela e nos beijamos calorosamente. Ela ia batendo uma punheta de leve em cima da bermuda, até que ela me chama pra sala, ajoelha e abaixa minha bermuda de uma vez, meu pau salta e ela me empurra pra sentar no sofá. Assim que eu sento ela começa o boquete mais gostoso que eu já levei na vida, chupava com vontade, tirava ele da boca e lambia do saco até a cabeça. Quando estava quase gozando pedi pra ela parar, dei mais um beijo nela e quis levar ela na cama da filha dela.

Tirei a regata e o sutiã que me revelaram seios lindos, mas um pouco caídos pela ação do tempo, mesmo assim não deixei de chupar aquela maravilha, que peito gostoso. Depois deitei ela na cama e tirei seu short, fiquei doido quando vi aquela bucetinha com pelos baixinhos, sem depilar. Ela pediu desculpas por não estar lisinha, mas eu nem quis saber e já ataquei aquela buceta.

Chupei até que ela gozasse bastante, lambia seu grelinho, enfiava meu dedo e a masturbava. Ela gemia como uma cadela no cio, até que ela não aguenta e implora:

– Me come seu gostoso, fode essa buceta.

Coloquei ela de 4 pra ver aquele rabo aberto, e que visão maravilhosa. Meti a língua e fui da buceta até o cu sentindo o gosto daquela vagabunda.

Encaixei meu pau naquela buceta toda melada, e soquei forte, fazendo ela soltar um grito.

– Vai com calma querido, faz tempo que não dou pra um garotão como você.

– Quem manda aqui sou eu, você tem que pagar tudo aquilo que a puta da sua filha não fez.

E comecei a meter naquela puta, que foda deliciosa. Enquanto comia, enchia aquela bunda de tapas, batia com força pra ficar marcado depois. Ela gozava na minha pica como nunca, gemia e se contorcia, quando pedia pra parar eu me fingia de surdo e socava cada vez mais.

Meu pau começou a esquentar e dar sinal que ia gozar, nem pensei duas vezes, eu ia encher a buceta da minha sogra de porra, e era isso que ela também queria.

Segurando o cabelo dela falei:

– Vou gozar!

– Vai goza, querido!

Sabe aquela gozada que esvazia o saco? Não parava de sair porra e ela ainda rebolava na minha pica. Quando tirei a pica, o gozo começou a sair e cair na cama da minha namorada, me vinguei daquela vagabunda.

Depois tomamos um banho juntos e ainda repeti a dose comendo ela no chuveiro.

Voltei pra casa e ainda mesmo no carro, terminei com a Leticia, mas faço da mãe dela a minha puta até hoje. Seja quando a Leticia não está, e aí transamos na cama dela, ou seja no motel pra ela gemer mais alto na minha pica.

igorhunsaker