"SANTA"

Fascinação, o que é fascinação? Algo que me causa arrepio na pele por este teu jeito de menina num corpo de mulher, que me enche de desejos. Não sei direito, mas, to achando que isso é a raiz de um amor.

ANGELA

ANGELA

Em Icaraí os prédios são muito próximos e os apartamentos laterais quase sempre dão “janela com janela”. Eu morava na na praia.

Eu sempre gostei de ficar pelado em no apartamento, e desde que não houvesse crianças no prédio da frente, nunca me importei que me vissem pelado, muito pelo contrário, pois sinto tesão por ser exibicionista. Tive momentos de muito tesão por me exibir pelado na frente da janela, mas tive momentos muito embaraçosos. Um dos melhores momentos foi quando comecei a flertar com uma morena maravilhosa, chamada Ângela, que ficava a tarde com uma camisolinha verde, semitransparente, lendo numa cadeira na frente da janela da sala dela. Passamos a trocar tchauzinhos e beijinhos. Eu ficava batendo punheta, mas ela não conseguia ver meu show, pois morava num andar mais baixo do que o do meu apartamento. Mas ela sabia que eu estava palhetando, pois fazia aquela carinha de “você está fazendo arte” para mim, quando via eu fazer movimentos masturba tórios. Um dia em subi num banquinho e deixei ela ver eu bater até esporrar. Arrisquei. Ou ela gostaria muito, ou não ia mais querer me ver. Foi legal porque ela gostou. Um dia marcamos um encontro lá embaixo, na portaria do prédio dela. Me falou que se chamava Ângela, que estava separada havia 4 meses e que gostava de me ver tocando punheta na janela. Eu falei para ela que adorava ver os bicos das tetas dela através daquela camisolinha verde semitransparente e que esporrava na punheta todos os dias só em pensar neles na minha boca. Marcamos uma saída no final de semana. Fomos para um motel em Praia Grande, no carro dela. Durante o trajeto, quando coloquei a mão no meio das pernas dela por cima da saia e calcinha, pensei que ela havia mijado, de tão molhada que estava. O ar no carro cheirava a boceta melada, um cheiro que quase estava me fazendo esporrar antes da hora. Chegamos no motel. Os bicos das tetas eram MARAVILHOSOS, marrom escuros, estufadinhos tipo “pufe” que quando mamados arrepiavam, deixando os mamilos durinhos, eretos por uns trinta segundos, voltando depois ao estado estufadinho de “pufe”. Tetas apaixonantes. Imaginei Ângela durante a fase de amamentação. Perguntei se o marido dela mamava o leite, e ela disse que não, apesar de ter ficado com as tetas enormes e ter muito excesso de leite. Um desperdício, pensei! Como é que o homem não tinha mamado o leite da Ângela?
Outra coisa que me encantou foi ela ter a boceta peludinha e os pelos se estenderem pelo bumbum, por todo o preguinho formando um tufo que aparecia entre os dois lados do bumbum! Imagina que delícia! Mulher peludinha segura mais o perfume íntimo feminino, fica com o cheiro excitante de mulher mais forte! Adorei ver o cuzinho oculto no meio daquela floresta de pelos.
Bom, ela me deu um banho de boceta e esfregou a xoxota em todo meu corpo, no meu rosto, me melou todinho. Metemos loucamente. Fiz ela gozar 3 vezes chupando o grelinho no meio da boceta peluda e de cheiro inebriante de mulher. Ela sugou meu caralho deliciosamente. Controlei para esporrar pela última vez dentro da Ângela, o que aconteceu depois de muita foda e amor. Tomamos banho juntos, e ainda mostrei para ela de perto como é que um homem bate punheta, pois ela disse que seu ex-marido nunca a deixou ver isso, e ela tinha curiosidade em ver um homem esporrar sozinho se masturbando.
Pagamos o motel e fomos embora. Continuei a bater punheta na janela, mas semanas depois a Ângela mudou-se não sei para onde. Até hoje lembro das tetas dela na minha boca, do gosto dos líquidos vaginais, do cheiro delicioso do cuzinho dela, do perfume natural de seu corpo, da maciez de seus pezinhos sendo chupados e beijados.

igorhunsaker