"SANTA"

Fascinação, o que é fascinação? Algo que me causa arrepio na pele por este teu jeito de menina num corpo de mulher, que me enche de desejos. Não sei direito, mas, to achando que isso é a raiz de um amor.

REBECA…

REBECA…

‘Um garoto morre ao entrar no quarto da madrasta’

Ainda pequeno meus país se divorciaram, morei com minha mãe até os 14 anos na cidade de São Paulo, foi quando ela recebeu uma oportunidade de emprego no estado do Rio Grande do sul onde ela poderia finalmente ganhar mais que um salario mínimo. Ela queria que mudássemos para lá. Mas meus amigos estavam todos aqui, eu não queria ir.
Morávamos no metro na Lapa em um apartamento alugado, e meu pai na época também morava em são Paulo mas na região de Itaquera, a poucas estações. Essa época foi conturbada e depois de muitas discussões acabei por ficar com meu pai.
Sou um jovem magro, cabelos cacheados até os ombros, parecidos com o da minha mãe, na cor preta, tenho 1.78 de altura, meus olhos são castanhos, realçados por um óculos de grau. Retangular meio esportivo, gosto de futebol, bicicleta, vídeo game, e adoro sair com meus amigos.
Me faltava 1 mês para os 15 anos, eu morava com meu pai André Silva de 42, e sua nova esposa, Rebeca de 36. Além da filha dela Aline de 17
Rebeca e eu nunca tivemos um convívio muito bom, eu sempre tive desavenças com Aline e minha madrasta por sua vez defendia a filha.
Rebeca e meu pai se conheceram no trabalho, ele porteiro e ela terapeuta no mesmo prédio na zona sul, por conta dela tínhamos uma situação financeira melhor.
Em um sábado de fevereiro do ano de 2012, Rebeca tinha acabado de voltar do mercado, estava gravida, de 6 meses um barrigão enorme, uma gravidez inesperada e arriscada, pela idade não achava que teria outra filha.
Antes da barriga Rebeca era muito sexy, uma negra de pele clara, alta, 1.75 de altura, cabelo curto até o ombro, olhos cor de mel, e de porte atlético embora nunca tenha frequentado academia. Mesmo com 36 anos aparentava uns 25, cuidava muito da saúde e da estética. Agora gravida, não deixou de ser gostosa. Os peitos antes de um tamanho normal incharam e ficaram enormes.
Eu assistia um programa de esportes que falava do primeiro jogo do Corinthians na libertadores, e Rebeca passou pela porta da sala carregando algumas compras, ela gemia de dor em quanto carregava duas sacolas grandes, uma em cada mão, olhei de relance, eu não queria ajudar, mas minha mãe me educou bem. Levantei e peguei as sacolas.
Rebeca me olhou secamente e disse – Obrigado.
Ela usava um sobretudo leve por cima de uma blusa, fazia frio naquele dia.
Coloque em cima da mesa na cozinha- Disse ela contraindo o rosto de dor, suas mãos foram ao seios e eu pude perceber o que acontecerá. O sobretudo foi retirado e um dos seios estava vazando leite, a blusa por baixo ensopada quase transparecia aquele peito grande. Eu tentei não pensar em putaria, não tinha essa intimidade com ela, mas foi inevitável, aquilo me excitou.
Vai chamar a Aline pra mim. – Mandou Rebeca.
Ela não está, foi fazer um trabalho da faculdade. – Respondi.
De prontidão Rebeca bufou irritada e me mandou pegar uma toalha. Falou novamente ríspida. Fui a contra gosto, peguei uma no varal do quintal, minha excitação foi toda embora, quem ela pensa que era para me dar ordens daquele jeito.
Voltei rápido, queria assistir tv. Rebeca agora estava na cozinha com um telefone no ouvido, e o seio nas mãos apertando de vagar para soltar um pouco de leite sobre uma tigela.
Aquilo foi um baque, um choque de tesão, eu sentia o cheiro do leite, os peitos grandes sendo apertados, eram gostosos de mais, fiquei ereto na hora, apertei meus lábios. Que visão.
Ela falava baixo com meu pai em ligação. – Amor, você precisa parar com essa frescura, não tem problema chupar meus peitos. Eu não estou aguentando. – E deu uma pausa para ouvir meu pai falar.
Fiquei em transe por um momento mas logo me recobrei, era a esposa do meu pai, e eu nem gostava dela, se ela me visse babando daquele jeito eu ficaria de castigo.
Não sei o que meu pai falou mas ela ficou irritada. – Ok, vou falar que não pode quando você vier me atentar no serviço. Tchau. – E desligou.
Ela olhou na mesma hora para mim, eu tentei disfarçar, mas ela notou, cobriu os peitos com a blusa e falou – Garoto, me da essa toalha e sai daqui.
Foi o que fiz, entreguei e sai, voltei pra sala, mas foi difícil controlar meu pênis. Fiquei a tarde toda pensando no que vi e tentando esquecer.
A noite todos estavam em casa, Meu pai chegou do trabalho as 20 horas, Aline havia chegado antes por volta das 17 horas e foi estudar no único computador da casa que fica na sala de estudos no segundo andar.
Jantamos a mesa. Era a primeira vez que eu olhava nos olhos de Rebeca depois de ver seus peitos. Ela me fitou um Tudo foi silencioso. Rebeca estava brava com meu pai, e possivelmente comigo. Eu com medo de ser entregue preferi não abrir a boca, e Aline comia rápido para voltar aos estudos.
** Acho que devo contar um pouco como é nossa casa para que entendam. Temos dois andares. Em baixo fica a sala espaçosa com dois sofás, televisão, uma estante de livros, e algumas plantas de enfeite ao lado de fotografias em prateleiras nas paredes . Tem duas portas na sala, e a escada de acesso ao segundo andar. Uma das portas leva a saída da rua, e a outra para a cozinha que contem uma mesa para seis pessoas, além do jogo de armários planejados, um fogão elétrico e a janela para o quintal. Uma segunda porta da acesso a lavanderia que da acesso ao fundo, uma área pequena mas bem planejada, com churrasqueira, e um jardim criado pela própria Rebeca. No andar de cima temos a sala de estudo, pequena e apertada, cabe no máximo duas pessoas, seguindo o corredor tem o quarto da Aline, o do meu pai e da madrasta, e ao lado o meu. Banheiros há dois, um que fica em divisa com o quarto de estudos, e outro entre a sala e a cozinha. **
Subi para o meu quarto, liguei o vídeo game e chamei meus amigos pra jogar online. Em quanto fomos falando pelo had set. – Cara eu to na seca, a gente podia sair amanhã, chamar alguma garota.
Meu amigo respondeu – Nem rola eu to de castigo, só vou poder sair quando minha mãe deixar, e ela ta puta comigo.
Jogamos e falamos putaria até tarde. Meia noite e eu desliguei tudo e fui dormir.
Peguei rápido no sono, mas aquela noite estava a me pregar uma peça. Sonhei com minha madrasta, ela de camisola com os peitos de fora e meu pai chupava até a ultima gota de leite, finalmente ela conseguia fazer ele parar de frescura, gemia de prazer, meu pai encaixando uma mama, e a outra escorrendo leite pelo corpo, seus olhos me fitaram e ela me ofereceu, levou o bico do peito a própria bocha molhando os lábios e me seduzindo. Fui até ela e fiquei bem perto, salivei pronto pra abocanhar e quando eu ia faze-lo, acordei com um susto. Um barulho de batida no quarto ao lado.
Era a verdadeira Rebeca que batera a porta com força, logo depois meu pai a abriu e falou. – Amor volta pra cama.
A briga dos dois se seguiu para a cozinha e tanto eu quanto Aline saímos do quarto, nos encaramos meio sem saber o que falar, no fim ficamos olhando escondidos, nunca fizemos isso antes, mas também era a primeira vez que eles brigavam nesse tom, tentavam falar baixo, mas escutamos ela reclamando querendo que ele tirasse o leite com a boca. Meu pai se recusava. – Seus peitos não estão doendo agora, porque quer isso?
Porque eu tenho tesão, quero que você me chupe caralho. – Dizia Rebeca. Era a primeira vez que eu vi ela falando um palavrão e explodindo em raiva, normalmente é severa porem sua voz sempre calma, e quando se enfurece o máximo que faz é ser ríspida.
Fala baixo, as crianças podem escutar – Disse meu pai
Crianças? eles já são crescidos, sabem muito bem o que é sex. A porra do teu filho inclusive viu meu peito soltando leite hoje e ficou todo excitado, aposto que ele não tem o mesmo problema que você.
De tantas horas que ela poderia me ferrar, essa eu não esperava, fiquei vermelho na hora, Aline me deu um beliscão e resmungou – É serio isso?
Eu não respondi ela, apenas ignorei envergonhado.
O Edy fez o que? – Falou furioso meu pai.
A culpa é tua, se tivesse me chupado não teria leite pra vazar e ele não ia ver nada.
Aquele muleque vai ficar de castigo. – Falou meu pai serrando o punho, Ele sempre foi ciumento com sua nova esposa, nem eu escapava da sua fúria. Mas o tempo fechou para ele.
Castigo quem vai ter é você, pode dormir na sala, não volte pra cama. – Falou Rebeca pegando um copo com agua e bebendo em um gole. Logo depois deixou meu pai falando sozinho e foi retornar ao quarto.
Nessa hora eu e Aline que espionávamos, corremos de volta cada um pro seu quarto e só ouvimos a porta ao lado se trancar.
Das duas as três da manhã eu fiquei impaciente, preocupado com meu possível castigo, mas também excitado, tentei bater uma punheta pra relaxar e dormir mas não tive imaginação pra isso, eu precisava de pornô.
De toda a casa eu era o único que não tinha um celular bom, o meu ainda era aquelas versões antigas sem Tuch e nem dava pra usar a internet direito. Eu precisava loucamente me masturba.
Sorrateiro e silencioso, sai do meu quarto, olhei pela escada e vi meu pai dormindo no sofá, voltei no corredor e fui o mais cuidadoso possível ao entrar no quarto de estudos, lá havia minha salvação. O computador.
Puxei a cadeira de rodinhas para o lado. Liguei o pc e o som que ele produziu quase me matou de susto, não era alto, mas no meio do silencio da casa, pareceu tambores tocando. A cadeira ficava de costas para a porta, então olhei de ombro esperei uns minutos para ver se ninguém entrava e depois voltei quando tive certeza de estar seguro.
Coloquei os fones de ouvido e joguei na busca de um site pornô. Assim: Chupando leite materno.
Me apareceu o nome de um fetiche. Lactofilia, que era a amamentação de homens adultos. Tinha uma mulher com os peitos vazando e um homem deitado no colo dela esperando o leite. Dei Play e comecei a me masturbar.
O vídeo era bom, meu pau estava pulsando a cada chupada que o ator dava, a mulher gemia e apertava mais, o leite escorria pelo canto da boca do homem. Quando ele parou de chupar, uma segunda mulher apareceu, esta estava gravida como Rebeca.
Uma colocou o peito na boca da outra e começaram a chupar, babavam leite, muito leite, e o ator abocanhava uma depois outra.
Meu pau não aguentava eu queria gozar, um calor me invadiu, eu estava em êxtase, esfreguei meu pau mais forte e mais forte até soltar um urro, o primeiro jato foi alto caiu no teclado, eu não queria sujar o computador então quando o segundo jato veio eu girei a cadeira e toda porra voou pra frente.
Meu coração parou, fiquei sem ar…
Um terceiro e quarto jato saiu sem intenção. Na minha frente estava Rebeca, com os braços cruzados vendo eu bater punheta, seu olhar mortífero e seco, e uma mancha de gozo que ia dos braços cruzados até o pescoço.
Aquele com certeza era meu fim.

No domingo de manhã eu acordei cedo, estava morto de sono, meus olhos vermelhos, mal conseguia raciocinar. Olhei pro relógio forçando a vista, apontava 07:30. Dormi menos de quatro horas. Eu não podia descansar mais precisava arrumar a casa.
Na cozinha, tinha louça suja, a mesa com migalhas e o fogão sujo de óleo de fritura, que eu teria que limpar
Na sala, uma bagunça enorme, meu pai dormia no sofá após a briga no dia anterior. Eu precisaria arrumar tudo antes das 10 da manhã ou poderia ser meu fim.
“Vocês devem estar se perguntando o que aconteceu na madrugada, relaxem vou contar como me desgracei nessa manhã. “
Eu assistia a um vídeo pornô pra me aliviar. Ver os peitos da minha madrasta me excitou, mas eu não sou louco de tentar algo com ela. Então esse foi o meio de me satisfazer já que até na escola não tenho dado sorte.
A punheta ia bem, eu sentia muito tesão em ver uma gravida e outra lactante derramando leite na boca uma da outra, escorria fluidos pelos cantos, e os gemidos…..AAAA…. Era um mar de prazeres, gozei muito.
Na primeira esporrada sujei o computador, então por reflexo girei a cadeira e só senti a porra sair.
Além de mim, minha madrasta também sentiu, já que recebeu 3 fortes jatos que sujaram seu pescoço, braços, blusa, por pouco não pegou na boca. Ela estava a me observar, não sei desde quando, mas viu e sentiu o suficiente.
Olhei paralisado, igual ao chaves quando tem um piripaque, eu juro… Meu cu trancou. O coração doeu, uma pontada fina, perfurante. Rebeca ficou quieta por um minuto inteiro, me olhou com olhos serrados, dava pra sentir o perigo no ar, achei que ela fosse dar um berro, ou me bater. Quando ela descruzou os braços, tamanho foi meu medo que sem querer me impulsionei com a cadeira pra trás mas bati na mesa, eu não tinha para onde correr.
Rebeca deu dois passos e já estava perto, ela olhou meu pau ereto, que ameaçava broxar. Seu corpo reclinou deixando seus lábios no meu ouvido para sussurrar algumas palavras.
Você gosta de gravidas, ver o leite escorrer, chupar tudo, lambusar a boquinha?
PUTAQUIPARIU….Eu não esperava por essa, meu pau ficou a ponto de bala na hora, era uma mistura de terror com prazer, eu ainda estava com medo, entretanto o prazer me consumia.
Ainda paralisado respondi. – Sim… Eu gosto…
Imaginei milhares de coisas, em todas ela tirando os peitos pra fora e me dando pra chupar, e depois íamos transar até ela não aguentar mais.
Que bom que gosta – Disse ela.
Eu finalmente consegui relaxar, até sorri. Um sorriso precipitado pois logo em seguida senti meu pênis ser pego com uma força nada sutil. – Não grita! – Disse ela na mesma hora.
A dor no principio foi pouca, eu não ia gritar, meu pau estava duro e resistiu, mas a cada segundo ela pressionava mais forte e não era bom, chegou a usar suas unhas grandes e ai sim eu quis gritar.
Henrique, a cozinha e sala estão desarrumadas, você vai arrumar elas pra mim não é mesmo? – Perguntou Rebeca com uma voz suave, até sexy, mas nitidamente sádica. Eu logicamente concordei.
Sua irmã, estuda nesse computador, não vai ter porra nenhuma aqui quando ela acordar ou vai? – Continuou a perguntar, eu balancei a cabeça pra responder, mas ela apertou mais forte e me vi respondendo em palavras gemidas de dor. – Vou deixar tudo limpo.
Que bom. E vai fazer tudo isso antes de eu acordar, ou seu pai vai saber, ou coisa pior.
Concordei outra vez e ela finalmente soltou meu pênis, já estava mole, ardendo que só, senti um alivio, respirei fundo e tentei levantar, mas fui empurrado de volta a cadeira.
Onde você vai, não acabei. – Rebeca tirou a blusa ali mesmo na minha frente ficando só com o sutiã a amostra, estava frio, mas acho que o coração dela é mais gelado, pois nem tremeu. Ela estava uma gata. Abaixo dos peitos tinham uma tatuagem de flor de lotus, encaixariam certinho nos seios antes da gravidez, agora eram cobertos pelo tamanho, e eu não havia notado antes.
Ela se aproximou de novo e disse – Se você ficar duro eu rasgo ele com minhas unhas. –
O medo é um forte fator, e serviu para me segurar, fiquei realmente mole. Rebeca aproximou um dos braços e colocou na minha boca, com uma força desnecessária. – Você vai limpar essa porra.
Eu nunca tinha provado a meu próprio sêmem, e pareceu nojento. Rebeca me forçou quando eu virei o rosto. Não havia saída, eu coloquei a língua pra fora e comecei a lamber. – Menos babado garoto, quero que me limpe, e não que suje mais.
Comecei a chupar, de inicio o gosto foi amargo, ruim, fiz cara de que não gostei, e percebi que ela adorou aquilo, chupei os dois braços e estava a ir pro pescoço, agora eu ia aproveitar, já tinha me ferrado mesmo, mas agora eu tiraria uma casquinha, e embora não admitisse, ela estava gostando. Um dos seios até vazou um pouco.
Quando cheguei no pescoço ela se levantou e me mandou sair. Eu tentei argumentar, mas ela foi firme.
– Não estou aqui pra te dar prazer moleque, vai embora e não se esqueça, você está na minha mão, vai fazer tudo que eu mandar daqui pra frente.
Fui para meu quarto me limpei e me joguei na cama, minha mente revirou, eu estava encrencado e não sabia o que fazer, decidi dormir, mas antes coloquei o despertador no celular pra acordar as 7 horas da manhã, afinal, de domingo Rebeca costuma levantar as 10, e até lá tudo deveria ter terminado de arrumar.
Demorei a pegar no sono, pensei em sair pra falar com minha madrasta pedir desculpas, cheguei até a levantar ficar frente a porta do seu quarto e teria aberto se não fosse eu escutar uns gemidos baixos, um barulho estranho, e por experiência própria eu poderia dizer que ela estava se masturbando.
Coloquei o ouvido na porta o som aumentou um pouco, eu escutei uma única frase no meio daqueles gemidos – Moleque filho da puta. –
Voltei pro meu quarto, se eu interrompesse seja o que for que ela estava fazendo eu seria manchete do jornal da manhã; ‘Um garoto morre ao entrar no quarto da madrasta’ Tentei imaginas na brincadeira, depois me coloquei a dormir.

As semanas seguintes foram exaustivas. De manhã Rebeca me acordava cedo dando ordens, A tarde tinha escola. A víbora não contou pro meu pai, mas paguei caro por isso.
Numa quinta feira eu terminava de me arrumar pra sair, colocava meus cadernos na mochila. Aline estava na faculdade, estudava assim como eu a tarde. Meu pai trabalhava o dia todo. Rebeca conversava com uma amiga do trabalho na sala.
Kali Aruna, mulher indiana, muito bonita a proposito, elegante usa roupas leves e uns cristais em adornos. O cabelo cumprido e preto, gesticula e se expressa bem, não tem filtros, fala de tudo. Na época eu não sabia mas posteriormente descobri que ela era uma terapeuta tântrica. “ Em uma outra oportunidade eu conto mais sobre ela.”
Fui pra escola distraído, na esquina de casa lembrei de ter esquecido meu estojo na mesa da cozinha, voltei correndo, atravessei a porta e as duas não estavam mais na sala. Ouvi suas vozes no andar de cima, mas não subi, peguei meu estojo, mas fiquei lá escutando.
Kali e Rebeca falavam justamente sobre as travas sexuais do meu Pai, e como aquilo frustrara minha madrasta.
Veja como esta inchado, isso é tesão acumulado, eu tenho desejos, mas ele não quer. – Disse Rebeca
Vamos comigo até minha casa posso fazer uma massagem em você, talvez te ajude. Depois tente leva-lo em uma sessão de casal, pode fazer bem pro relacionamento de vocês. – Disse Kali.
Você acha que eu não tentei chama-lo. O André não acredita em energias, fala que é besteira.
Da tempo a ele, vai tentando mostrar aos poucos. Ou se não… Se ele não abrir a mente tem outra opção.
Outra opção, O que quer dizer? – Questionou Rebeca
Amiga, estamos nesse mundo pra florescer. Não quero sugerir algo que você se arrependa depois, mas existem alguns casais que eu atendo, que tem relacionamentos abertos e são muito felizes.
Por experiência, converse bem com ele, já vi tanto homem quanto mulher largar seu cônjuge por frustrações sexuais, e na gravidez algumas mulheres afloram ainda mais o desejo, parece seu caso. – disse Kali.
Você acha que vamos nos separar por causa disso?
Não sei, mas sei que você precisa de uma boa massagem tântrica, vamos pra minha casa agora.
Assim que terminaram de falar eu sai correndo, não queria que soubessem da minha presença, fui pra escola aflito, pensando em tudo que falaram e que talvez ela desse um pé na bunda do meu pai. Tudo porque ele não queria ser amamentado por aqueles peitos gostosos.
Não consegui entrar na escola, cabulei aula e voltei pra casa, como não havia ninguém, corri pro computador e fui pesquisar o que era uma massagem tântrica.
“Amigo, que coisa maravilhosa” Vi umas mulheres fazendo massagem no corpo do homem, lá dizia que era possível ter orgasmo sem gozar, orgasmos múltiplos, orgasmo de vibração. Vi elas masturbando um homem que gozou feiro hidrante, sentia muito prazer. Fui pesquisar mais, vi sexo tântrico, era tudo, fiquei excitado, já comecei a imaginar eu fazendo aquela posições com a Rebeca.
Tudo estava em silencio, então o som do telefone tocou, era o celular da minha madrasta vindo do quarto, eu dei um pulo, tinha acabado de por o pau pra fora, recolhi minha calça e fui ver. Fechei tudo achando que ela havia voltado, mas não.
Encontrei um celular, e não era o celular habitual dela, esse eu nunca tinha visto ela usar, estava carregando na cama, nem senha tinha. Deduzi que fosse um telefone secreto que apenas ela e meu pai usavam, cheguei nessa conclusão pois meu pai havia mandado algo, peguei o celular e fui ver, me arrependi na mesma hora. Um nude dele, eca. Meus olhos não precisavam ver aquilo. Ele não sabia tirar foto, parecia um 3×4 e não querendo me gabar, mas o meu é maior. Reparei que só havia putaria naquele aparelho.
Fui na galeria de fotos, não deu outra, varias rebecas peladas, um arem de fotografias. Vi pela primeira vez aquela buceta gostosa, os lábios delicados entre abertos por dois dedos. Outra foto dela apertando o seio antes da gravidez, tinha uma deles transando, outro antigo dela com o namorado anterior, vi tudo até que cheguei nos vídeos. Tinha vários dela transando com meu pai.
Coloquei meu pau pra fora e comecei a bater uma. Até que encontrei o ouro, eram os vídeos da gravidez de Aline. Os peitos da Rebeca ficaram igualmente grandes. Ela era mais jovem, cabelo longo, estilo pouco gótica de cabelo pintado preto bem escuro e um batom forte. Ao lado, dois homens.
“ Rebeca com barrigão de gravida, acompanhava o antigo marido na cama, se beijavam em quanto um terceiro era punhetado por ela, não tardou ao rabo e ficar de 4 e falar igual a uma puta. – Gostou da surpresa corinho?
E o marido respondeu positivamente balançando a cabeça.
O amante tinha uma tora de uns 30 cm, bem grossa, eu não sabia como aquilo entraria, então o marido se arrastou e começou a lamber a buceta, deixou bem lubrificada pro amante entrar. O pau enorme foi de vagar, metade na primeira estocada, e tudo depois, Rebeca deu um gemido gostoso e o marido ficou de pau duro.
Volta aqui meu corno, vem me ordenhar! – Mandou Rebeca, e o marido voltou, colocou as mãos sobre os mamilos e apertou até jorrar leite. A cama balançava com as socadas, o leite derramava e o marido tentava beber em uma postura de submisso.
– Haa… HAAAA….Olha corno como ele me come! – E o homem metia mais rápido.
Nessa brincadeira, o amante tirou o pênis, e ela obrigou o marido a chupar junto a ela, ambos se beijaram babados, escorrendo filetes de pré gozo com o pau na boca.
Mudaram de posição e o amante comeu ela em pé em quando o marido apenas observava. Perto do fim a gravidinha foi feita de cachorra novamente e socada até o talo.
Amor….HAAAA…. ele vai gozar em mim…Você vai deixar…HAAAA….. ? – A respiração falhava com tamanho prazer.
E o marido se masturbava concordando de forma mansa.
Você é um corno mesmo seu puto. – O amante subiu na cama como um lobo, pegou-a pelos braços, puxou pra traz e fez o movimento de alavanca, uma, duas dez vezes, urrava feito urso.
HOAAA!!! VADIA!
Rebeca respondia aos gemidos. – Vai goza em mim, goza tudo, me enche de porra… AAAAAAA….HAAAA….VAAAAI…!
O amante gozou pela primeira vez, e eu vendo aquilo já estava na minha terceira punheta. O gozo do homem era tanto que vazou, devia ter saído um litro. E continuava a bombar, nem se quer perdia a ereção, continuou a meter, até que o marido chegou perto e Rebeca em um êxtase animal o pegou pelo cabelo se levantou tirando aquela pica enorme da buceta. Respingava de tanto gozo, puxou o rosto do marido e o fez chupa-la.
Engole corno, me limpa todinha. – O marido chupou, tinha muito gozo, ela batia a buceta contra o rosto, chegou a sentar em cima da cara, o corpo deitado sobre a cama sufocando-o. Com ambas as mãos segurou forte, ia gozar.
ENGOLE PORRA…AAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!
Rebeca gozou. Pra minha surpresa ela sabia squirt e quando ejaculou saiu muito liquido, o marido até engasgou, mas ela não deixou ele sair, pelo contrario, maltratou mais ainda, chamou o amante que ainda duro começou a penetra-lo, e assim o vídeo acabou, interrompido antes do fim, com o marido sendo penetrado.
Havia uma ultima pasta, com o titulo assim: Minha faze de Domina.
Pensei em abrir mas escutei a porta da sala, e a voz de Rebeca, então fechei os vídeos, deixei tudo do modo que estava e desci correndo.
Você aqui. Não deveria estar na escola? – Perguntou Rebeca. Ela estava diferente, mas eu não sabia o que era.
Sai mais cedo, aula vaga. – Menti.
Ela gemeu, era novamente o seio doentio, eu logo me segurei. Tentei sair, ia subir as escadas quando ela me chamou.
Eu já falei que você vai fazer o que eu mando, não mandei você sair. – Falou Rebeca firme, com o toque de dominadora que eu percebi nos vídeos.
Fiquei parado, esperando ela me dar mais uma ordem idiota, eu precisava ir embora logo, depois de tudo que assisti, era perigoso eu ficar perto dela. Poderia gozar só de sentir seu cheiro.
Não fica preocupado, só quero conversar senta aqui. – Disse ela se sentando no sofá.
Me sentei ao lado, meu corpo tremia de tesão, eu não tirava os olhos dos peitos e da bunda dela, a comia pelos olhos, pensamentos pervertidos me culminaram. Como ela era capaz de fazer tudo que vi no vídeo. – O que foi? – Perguntei.
Sem rodeios ou gaguejos ela falou. – Eu quero sua ajuda para fazer seu pai me trair….

Essas palavras me bateram forte, eu não soube o que responder. Gaguejei, fiquei furioso, organizei a mente e quando eu fui soltar a voz, ela continuou. Ainda bem que não falei nada por impulso.
– Acho que seu pai não me ama mais, preciso da sua ajuda. Se ele me trair mesmo sei que ele não me ama e vou embora. – Falou Rebeca. Foi a primeira vez que ela desabafava comigo. Eu entendi que tudo aquilo não passava de angustiada, então toda minha raiva se foi.
– Eu não aguento mais.- Extravasou.
– É.. Rebeca. Tem certeza que você quer isso? Eu conheço a cabeça de homem, pra fazer merda por causa de sexo é facinho. Vocês tem uma boa relação, quer mesmo que eu te ajude nisso? – Falei em resposta colocando uma mão no ombro dela em amparo.
Ouve um longo suspiro e silencio por um minuto. Como eu já havia dito, Rebeca esta diferente, não sei o que é, mas parece outra pessoa. Seu olhar é dócil, e não há o ímpeto de severa em seu tom de voz. – Você tem razão, esquece o que falei. – Disse ela se levantando pra sair.
– Espera! – Gritei desnecessariamente. A conversa esta boa, tirando o fato que eu acabei de ver um vídeo de sexo e meu pênis não fica mole. Eu quis continuar então tentei manter a linha de dialogo. – Eu posso te ajudar. Quer dizer, não a trair meu pai, mas se você precisar de qualquer coisa pode me pedir.
Rebeca deu um sorriso instigante, chegou a morder os lábios, colocou as mãos sobre os seios, estavam pesados, ela deu uma leve apertada levantando-os por cima da roupa. – O que eu quero você não pode me dar xuxu. – E saiu em direção ao próprio quarto.
Fiquei sem jeito, corado, não funcionou a tentativa de manter a conversa, e o tiro saiu pela culatra, eu que acabei ficando desnorteado.
O resto da tarde foi complicado, primeiro Rebeca voltou me encontrando ainda na sala, me perguntou se eu tinha entrado no quarto dela e mexido no celular. Eu neguei com todas as forças, foi até exagerado. Acho que ela acreditou pois deu uma risada inocente e foi pro banheiro.
Depois me pediu pra comprar abacaxi no mercado e quando voltei encontrei ela só de camisola pela casa. ELA NUNCA ANDA DE CAMISOLA.
Dava pra ver as silhuetas da barriga, eu vi a bebê chutar e ela me perguntou se eu queria sentir. Coloquei a mão e levei um chute, ai ela se sentou num banco da cozinha, pegou uma faca e cortou o abacaxi. Comemos quase todo em quanto conversávamos por umas duas horas. Outro chute do neném e Rebeca levantou a camisola e colocou minha mão por cima e me fez senti-la mais de perto.
Foi uma tortura, a calcinha dela ficou amostra, ela não se importava, levou na naturalidade, dessa vez disfarçar seria difícil eu estava com uma moletom. Fiz muito esforço, fiquei até de lado para ela não ver.
Passei a mão e fui chutado de novo, e então percebi que a mão destra da Rebeca tinha um corte superficial, nem sangrava. – Você se cortou? –
– A sim, foi agora a pouco, esta ardendo, mas não foi nada.
Ainda eu quanto eu massageava a barriga dela, pude notar a elevação dos mamilos, ela estava ficando excitada, um mamilo começou a vazar leite, sujou toda camisola e ficou transparente dava pra ver tudo., inclusive que ela estava sem sutiã. – Ai droga, pega uma tigela rápido – Pediu Rebeca.
Corri e peguei a primeira que eu vi. – Pega duas ela gritou. – O outro também está vazando.
Coloquei sobre a mesa as duas tigelas e Rebeca sem nenhum pudor tirou a roupa ficando apenas de calcinha. A cena seguinte foi cômica, eu levei um susto que escorreguei e cai da cadeira. Alguns risos de ambos e eu voltei a me sentar.
– Não precisa ter vergonha, você já viu meus peitos antes.
– É, mas foi sem querer, e eu… – Não sabia o que responder.
– Você o que xuxu ? – Perguntou Rebeca colocando a mão machucada sobre a minha própria e acariciando suavemente. Eu não respondi, minha voz sumiu, eu precisava beber água, minha garganta estava seca.
O que vem a seguir é como eu escutei ela falando, se foi desse modo ou não nunca vou saber.
Rebeca pareceu morder os lábios, decifrou que eu estava precisando de beber, mais especificamente leite.
– Sua boca está seca, quer um pouquinho do meu leitinho? – A voz era tão sexy, sedutora. Eu queria, queria tudo. Salivei pronto pra abocanhar.
– Sim eu quero, me dá um pouco. – Falei indo de vagar, aproximando minha boca.
Então me ajuda, minha mão está doendo, pega no biquinho pra mim… – Eu ia pegar no biquinho, minha boca se abriu eu podia sentir já o gosto, então uma mão deslizou como uma serpente até meu pescoço e segurou firme, me apertou sufocando, de um jeito gostoso mas forte.
– Eu não disse que você podia mamar, disse ? – Falou Rebeca retomando o ar de severa, senti as unhas cravadas e o perigo no ar. Quase gozei de tanto tesão. Mas ela falava serio. Meus olhos e os delas se encontraram e vi o instinto de dominadora.
– Não, é que eu pensei… – E não falei mais nada.
– Você pensa com a cabeça errada, eu pedi sua ajuda pra tirar meu leite, depois você pode beber.
Fiz positivo com a cabeça e ela me soltou, ficou a marca da mão. Logo depois ela me orientou, eu segurei seu seio esquerdo, era grande e macio, dava pra sentir o leite. Me mostrou como apertar sem machucar. – É assim que você tem que fazer, aperta com carinho.
Que sensação, meu pau ficou no ponto de bala, dava pra ver o volume. A cada jato de leite que disparava, eu sentia o pré gozo sair do meu pênis. Fiquei 20 minutos ali, apalpando teve um momento que a voz da Receba ficou fraca, começou a gemer, dizia que estava doendo, mas era pau na buceta dela. Ela estava gemendo de prazer e eu tinha que me segurar.
– Aperta mais o biquinho, puxa ele… AAA…- Até os olhos se reviravam. Eu não estava mais aguentando, então tomei a liberdade de me colocar como homem e fiz na maldade usei as duas mãos e ela gritou de prazer. – FILHA DA PUTA!!! AAA… –
Não consegui nem me divertir, ela imediatamente se recompôs e tirou as minhas mãos. – Chega, obrigado. Você já ajudou. – Falou brava, mas dosou o tom e voltou a me tratar bem. – Se quiser pode beber o leite agora, você vai gostar, experimente.
Eu queria continuar, fui interrompido, fiquei bravo e ela percebeu, não tinha jeito, rapidamente ela falou como amava meu pai e como ele nem se quer ajudava a tirar o leite, me fez sentir culpa por deseja-la, e nessa mistura de tesão e remorso decidi ir pro meu quarto.
Levantei apressado e subi o primeiro degrau, nessa hora ouvi o demônio falando. – Vai bater punheta de novo?
Que?- Virei meio intrigado, sem entender a pergunta. Pensei sem dizer “O demônio tem varias faces”
– Você me deseja tanto assim moleque? – O tom de bondosa deu lugar ao de perversa.
– Não sei do que você esta falando. – Retruquei
– A não sabe. Aquelas gotas de gozo no lençol do meu quarto são do seu pai?
– Eu, não…É…Não fui…É.. – Minha mente deu pane.
– Se contar que você tentou me mamar, já são 3 vezes que viola meu espaço sem a minha permissão. O que você tem na cabeça, quer morar com sua mãe no sul?- Eu respondi negativo com um gesto de cabeça.
– É isso que vai acontecer se eu contar pro seu pai, ou pior, se ele souber que você gozou no meu corpo é capaz de te ecar.
– Não, não conta pra ele por favor. – Supliquei.
– Eu me senti humilhada naquele dia sabia. Eu devia mesmo contar.
– Não, por favor, eu faço qualquer coisa, não conte. – Nessa hora meu orgulho se foi, fiquei desesperado, talvez fugir de casa fosse uma opção. Pensei em pegar minhas roupas e ir pra casa de um amigo.
Rebeca esperou, saboreou cada segundo para no final me dar um ultimato. – Ok não vou contar, mas já são 3 vezes que me constrange, agora é sua vez. – Ela se levantou, subiu as escadas, me ordenou a não sair de lá, e voltou com o celular em mãos. – Você vai se masturbar até gozar e eu vou gravar.

Á principio quero esclarecer algumas coisas. Henrique o tempo todo se passou por vitima, mas não é como ele diz, quando garoto assim que veio morar na minha casa, revirou a rotina de todos, ficava na rua até tarde, não respeitava os horários, e era muito valente quando queria algo, isso claro sem o pai ver.
Perto de André a malcriação não existia. As coisas só melhoraram no fatídico dia em que peguei ele se masturbando frente ao computador. Desde então fiz questão de ensiná-lo o valor do respeito e trabalho em casa. Por raiva no começo, mas não sou rancorosa, só continuei porque percebi uma melhora em seu comportamento social, nosso convívio melhorou.
Na manhã desta quinta feira fiquei preocupada, minhas mamas soltavam leite ao menor estimulo, o simples cheiro de algo bom causava excitação e por decorrência vazava. Minha amiga Kali é uma massagista tântrica á 8 anos, tem experiência em lidar com a área sexual. Perfeita para me ajudar.
Depois de conversar, Kali me convenceu ceder ao prazer de uma massagem em sua casa onde ela tinha todo tipo de óleo. Fui tratada como uma deusa, os dedos leves, suaves toques pelo corpo, o aroma ambientado, musica. Me deixei levar, fechei os olhos, minha alma ressoou com a dela.
Inicialmente fiquei deitada de frente, sentindo as mãos subirem. Não sou podólatra mas amei o carinho recebido nos pés. Nas coxas, pontos de pressão foram aliviados, a essa altura minha buceta lubrificou sozinha mesmo sem toque algum nas partes intimas. Foi na virilha que meu corpo chicoteou, um arrepio até a espinha por pouco não gozei.
Eu queria dar, ali mesmo, mas Kali além de ser minha amiga era uma profissional e na massagem tântrica não pode haver sexo.
Ela continuou subindo. Um óleo de lavanda escorreu pela barriga se espalhando em toda região frontal até os seios. – Que delicia. – Sua mão rodeou as curvas por de baixo das mamas, e no fim ela os apertou com suavidade, os peitos dançavam sua melodia. – Haa…. – Ofeguei. As mãos vinham por baixo e subiam até o bico, e se repetiam. – HAAAAA…. – Mas como gritei em um orgasmo vibracional, não pela vagina, era o corpo inteiro, o leite derramava sem doer, puro prazer.
Na continuidade virei de costas recebi toques no pescoço, o caminho era inverso descendo o torso, tirando a pressão da coluna, indo no bum bum e finalizando com a massagem Oni. Onde Kali estimulou o ponto G acariciando os lábios e penetrando os dedos. Pensei estar no paraíso, não sentia mais o corpo, só os movimentos de pressão tocando profundamente.
– Relaxa, goza, se liberte! – Falou Kali em tons delicados de voz. Minha buceta contraiu, um calor súbito, incontrolável e uma explosão de sensações.
– Ai… AAAAiiiiiiiii…. HAAAA! – Meu quadril se encilou de quatro, minha buceta implora por mais. Kali coloca outro dedo, pulsa forte iniciando movimentos de penetrações, e quando tira pela ultima vez leva junto minha alma. – HAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!! – tive o melhor orgasmo da minha vida, e não saiu uma única gota, tudo vibrações, até o ultimo fio de cabelo sentia prazer.
Fiquei leve como uma pluma, entretanto minha energia sexual aumentou. Uma experiência espiritual. Naquele momento eu não estava mais brava com André, tão pouco com Henrique que eu nem lembrava existir, só queria transar, depositar toda aquela energia, gozar horrores, me sentir mulher. “Meu marido que se prepare pois essa noite ele vai sofrer nas minhas mãos. “
No caminho para casa passei por muitos homens, a todos eu queria dar. “ Que fogo é esse mulher.” Pensava enquanto andava. Invadida de tesão eu me arrisquei ligar para o André. Ele atendeu. Decidi dar uma trégua em nossas brigas e fui amorosa, visando fisgar para janta-lo a noite – Alô querido, tudo bom?
– Olha amor, não está, você tem que resolver o seu problema. Não aguento mais as brigas por besteira. – Houve uma pausa pra falar no radio comunicador dos seguranças, me deixou esperando por dois minutos e voltou.- Não da pra falar agora, tô com um QRU aqui, e tenho passado muito nervoso com você, em casa a gente vai ter uma conversa séria, vamos resolver de uma vez essa merda. Tchau Beijos. – Desligou na minha cara sem deixar eu falar.
(Pra quem não sabe QRU é uma sigla que seguranças usam pra indicar problemas. )
Depois dessa esporrada que levei, todo meu tesão por ele foi simplesmente embora, me senti solitária, abandonada, meus hormônios ficaram loucos.
Por fim voltei pra casa achando que meu casamento estava por um fio. O que ele quer conversar, será que não me quer mais, vai me largar com uma filha na barriga.
“Não. Não pode ser isso, ou será que pode. Melhor eu descobrir.”
Por fim cheguei em casa me deparando com Henrique que deveria estar na escola. O chamei pra conversar, precisava desabafar. Para sorte dele eu não conseguia sentir raiva, muito pelo efeito da massagem que junto a minha recente magoa não me deixou ser rude.
O que acontece a partir desse momento vocês já sabem, vou então resumir.
Henrique foi um amor ao me amparar, suspeitei que tivesse aprontado, mas ignorei. Ele se propôs a ajudar no que fosse necessário, e o que eu queria naquele momento era dar gostoso, e não importava pra quem. André me magoou e eu queria me vingar.
Sou adulta e responsável, mesmo enraivecida não ia trair meu marido. Depois que subi pro quarto, reparei manchas no lençol. Esperma com certeza, olhei para o celular no carregador e lá estavam as digitais marcadas com suor. Conclui que aquele safado viu meus vídeos e se masturbou. O garoto realmente tinha uma tara por mim.
Em dias normais eu daria uma bronca, talvez conversasse com o André, mas hoje decidi puni-lo de uma forma diferente, mais leve.
Não sei que raios me deu na cabeça, eu tratei ele como uma presa sexual, sem que percebesse aromatizei o ambiente, o fiz sair de casa e me troquei ficando sexy, e deixei que me ordenhasse para me ajudar com o leite, tudo na brincadeira sem exagero, contudo as coisas foram saindo do controle e ele quase me abocanhou.
“ Não posso continuar, tenho que parar, ele é quase um filho, é uma irresponsabilidade enorme da minha parte brincar desse jeito.”
Interrompi o que fazíamos antes que fosse tarde. O frustrei. Era necessário.
Tirando a brincadeira, a tarde foi maravilhosa, a primeira vez que conversávamos como familiares, até deixei ele sentir a bebê chutar.
Continuamos a conversar. Falei das minhas magoas com o pai dele, afim de faze-lo me esquecer e quem sabe me ajudar a achar uma solução. Não bastou. Henrique saiu furioso, eu sabia para onde e o que faria. A culpa foi minha nesse momento.
Apenas nesse momento, não nos demais. Meu cérebro calculou rápido. Não importa o que eu fiz hoje, essa atitude já vem de antes, ele mexeu nas minhas coisas, gozou no meu pescoço, e ia bater outra punheta pensando em mim.
Inaceitável.
Toda minha plenitude se foi, a Rebeca dos velhos tempos voltou. Não essa mãezona, e sim a antiga que não levava desaforos pra casa.
Me posicionei como autoridade, e comigo ele não pode. Farei ele aprender da forma correta, não se pode mexer com uma mulher feito eu e achar que sairá impune.

O medo me consume, sentado no sofá sem saber o que me aguarda. Rebeca arruma a câmera no tripé.
– O que você vai fazer? – Pergunto. E não obtenho resposta.
– Você vai mostrar isso pro meu pai? – Pergunto de novo. O silencio continua.
– Vou pro meu quarto. – Falo insinuando sair. Ela nem sequer olha pra mim. O medo que sinto me impede de levantar, só aguardo.
A câmera liga pela frontal, reflete meu corpo, mas ainda não está gravando. Rebeca vem até mim, senta ao lado segurando aqueles brinquedos sexuais, encarando de forma meiga com um olhar sereno, as mãos acariciando meus cabelos, uma verdadeira víbora. – Começa. – Indagou.
– Começar o que? – Questiono sem entender o proposito de tudo aquilo.
– Bate uma pra mim. – Responde como se fosse algo natural, mas sempre com o tom de voz severo.
– O que. Não, para de brincadeira Rebeca – Respondi tremulo, quase chorei pra ser sincero. Quis acreditar que ela estava gozando com a minha cara.
– Acha que é uma brincadeira? – Falou ainda mais séria, seus dedos saíram do cabelo e passaram com as unhas pelo meu rosto descendo até o pescoço onde senti a mão se encaixar como se fosse me enforcar, mas retrocedeu, subiu até minha orelha onde ajeitou o cabelo para trás, foi ao pé do meu ouvido e sussurrou. – Eu vou ligar a câmera e você tem meia hora pra gozar, se não fizer seu pai vai saber de tudo.
– Não posso – Falei soluçando com pavor. Mesmo apaixonado pelo corpo dessa mulher, agora não dá, nunca fiz isso na frente de ninguém.
Ignorando as suplicas, minha madrasta levantou para dar o inicio a gravação, mas parou – Não dá pra gravar com você de roupa. –
Outra vez vencido, me levantei tirando primeiro a camisa, depois a calça, sobrou só a cueca com o pênis totalmente mole. Rebeca deu play no vídeo voltou próximo de mim se agachou de joelhos, tirou aos poucos a ultima peça de roupa me deixando nu. Seu olhar malicioso me seduzir, a língua humedeceu os lábios no salivar. – Hum.. Ele tá mole, que pena, pensei em prova-lo antes.
A ponto de ignição. Do zero ao duzentos em um segundo, meu pau se ergueu quase batendo em seu rosto. – Sério, você vai chupar?
A ordinária sorriu vendo a ereção, ficou de pé passando a uma unha afiada pelo pênis, chegou a arder. Depois brincou com as costas da mão em meu rosto, os lábios próximos quase me beijando. Quando pensei ter conseguido ela empurrou meu rosto, cai no sofá sentado olhando pro alto, ainda esperançoso acreditando que ela iria subir no meu colo.
– Pensou mesmo que eu te chupar? Eu quero que se masturbe, e do jeito que estava você ia chorar antes que seu pau se levantasse de novo. Agora vai, bate uma pra eu ver.
Já escurecia, pelas janelas os últimos filetes de sol iluminavam meia casa, nesse clima estilo pintura barroca iniciei a masturbação. ela me olha séria, enigmática, impossível de se decifrar.
Dez minutos se passam e a tensão me domina, mesmo duro não consigo gozar. Rebeca intervém interrompendo minhas mãos e movimentando a própria de formas diferentes com suavidade. Relaxei em instantes e consegui sentir o fluxo. A tensão desapareceu.- Você se toca como um ogro, é assim suave sente a energia, não agride seu pênis com a mão.
De volta ao comando dos movimentos, me deitei, fiz como ensinou, deu certo. Beca ficou sentada ao meu lado sua beleza ajudou, aquela pele negra linda, macia e cheirosa. Conforme fui me tocando, ela se soltava. Colocou as duas mamas pra fora da camisola, igual meu sonho no outro dia. Os apertou dando um gemido discreto – Hjato involuntário de pré gozo caiu sobre minha perna, quase pegou nela, eu iria gozar.
– Vou gozar… Estou quase. –
-Otimo, não goze ainda. – falou já pegando as correntes. Cada prendedor foi colocado em um dos meus mamilos – Aii.- Doeu quando prendeu. Rebeca adorou, segurou a corrente pelo meio e puxou causando desconforto e dor.
– Tira isso de mim Rebeca.
– Que mal criado, me chamando de Rebeca. – E puxou uma vez mais. Doeu.
– Ai Vadia – Xinguei por instinto. Fui punido com um puxão mais forte. – Aiiii.. Desculpa, desculpa.
– De agora em diante vai me chamar de mamãe entendeu? – Falou ríspida e puxou novamente.
– Ai.. Entendi.. – Outro puxão e agora sim eu entendi de verdade. – Ai.. Sim mamãe, eu entendi. – Assim que a chamei de mamãe o leite em seus peitos escorreu, os bicos ficaram durinhos.

Os próximos minutos se mostraram tortuosos. Eu quiz gozar logo, pois a cada puxada da corrente meus mamilos doíam, Ela via prazer em me torturar, mas isso impedia eu de chegar ao ponto do orgasmo. Cada puxão me fez gemer de dor, o pênis pulsa a sua vontade, reparei que ela me domesticou, aos poucos a dor se transformou em prazer.
Meus olhos não desgrudaram do leite escorrendo, abri a boca igual um cachorrinho pedindo comida.- Há.. Você quer leite seu safado– falou apertando minha boca criando um bico. Balancei a cabeça que sim com certo receio – E como é que se pede?
– Eu quero leite mamãe. – Fiquei rendido nas mãos de uma feiticeira da sedução.
Como recompensa por obedecer um dos seios foi colocado a altura da minha boca sem me deixar tocar. Do bico escorreu leite boca a dentro, o outro vasou no tapete da sala.
No êxtase tentei chupar uma vez, ela brincou indo pra trás, rindo sádica das minhas tentativas escapou uma, duas, três, e na quarta eu peguei. Senti o gosto do elixir da vida. Uma chupada deliciosa – FILHO DA P…. – Segurou o Palavrão. – Seu cachorro, quem mandou pegar. HAAAAA….. – Cada sugada ela gemia, o rosto corou mordendo os lábios, a mão entrelaçou por traz da minha nuca, me puxou pressionando contra a mama. Minha língua por dentro brincou com o bico, mordisquei, chupei, um leite quentinho que tonificou minha alma.
Senti uma energia surreal me invadir, me atrevi a toca-la na buceta por dentro da calcinha e ela cedeu, estava molhada, molhou meus dedos. – Vai! Haa… Engole tudo seu puto.. VAI…
Sem a luz do dia a sala ficou um completo breu, um mal sinal. – Chega garoto, seu pai vai chegar. – Ela tentou sair, não com muita vontade, pois a agarrei, não ouve resistência, ambos queríamos. Mais alguns goles então a ligeira esperou eu amansar e puxou o seio, tentei pegar mas cai no tapete da sala, ela pisou no meu na minha boca colocando o pé dentro e falou – Não se levanta.
Foi até a porta da sala e trancou. – Sua irmã vai chegar mais tarde, porem seu pai vem logo, então trate de gozar.– Após esse ultimato ela acendeu a luz do banheiro de baixo que fica entre a sala e a cozinha, encostou a porta deixando uma iluminação fraca, quando retornou estava nua, sem camisola ou calcinha, parou a frente e admirou meu pênis.
– 18 cm? – Perguntou
– 19 – respondi.
Uma das pernas passou por cima, seu corpo agigantou-se acima do meu, ela baixou a mão pegou a corrente, dando leves puxadas para provocar, me ordenando a gozar.
– Eu quero mais leite, me dá o outro peito pra mamar.
– E eu quero dar, mas você não pode me comer, então goza logo antes que garoto. –
– Vadia… Quer dizer Mamãe. Me da mais leite, se me der eu prometo gozar.
– Não é assim que a brincadeira funciona. Eu que dito as regras.- Rebeca apertou o seio lançando gotas no meu rosto, abri a boca tentando pega-las. Em baixo meu pênis recebia pingos vindos direto da buceta. Lembrei que ela sabia Squirt e aquilo me deixou doidinho, comecei a me tocar frenético seguindo suas ordens.
Do tripé Rebeca tirou o celular nesse meio tempo, sem sair de cima, parou o vídeo pra ver uma mensagem. Deve ser do meu pai pois ela olhou e ficou furiosa, desligou o aparelho e jogou no sofá. – Quer saber de uma coisa, vamos gozar juntos.
Com as pernas abertas sua mão tocou a buceta, uma visão privilegiada da bucetinha inchada, dois dedos entrando e saindo, gotículas voam em mim. – Me acompanha – Ofegou soltando um jato pequeno. – Me da sua porra Agora!
Os quadris de Rebeca dançavam gostosos, ela rebolou, agachou, segurou meu pau com a mão colocando só a cabecinha pra dentro e tirou. Fiz um movimento de penetrar e ela se levantou antes. – Não, pode safadinho. É uma zona proibida.
” Foda-se” pensei. “ Eu preciso comer essa vadia.”
Na rebolada seguinte ela repetiu, só a cabecinha. Segurei seus braços pra força-la a sentar, sabia que ela ia resistir então fui com tudo.
Para minha surpresa ela sentou mais rápido do que eu puxei. A buceta quente e húmida engoliu meu pau e saiu na mesma velocidade. Levantando-se junto com as correntes- HaHa..HAAAAAiiii… – Um prazer me consume, precisei me segurar pra não gozar.
Foi a única bombada, então o portão se abriu, a voz do meu pai se despedindo de algum amigo do lado de fora. Meu coração saltou do peito, olhei para a porta e fui me levantar.
Senti um calor na garganta, as garras de uma bruxa. Rebeca me sufocou prendendo-me no chão, pisquei e estava beijando-a, sua língua tocava a minha ao mesmo tempo a buceta engoliu meu pênis sem aviso e começou a rebolar. Socava forte. Tentei gritar mas o beijo abafou o som.
A maçaneta da porta girou e não abriu, meu pai bateu querendo entrar – Rebeca oi abre a porta.
A barriga de grávida encaixou em mim, as pernas dobradas ao chão e o quadril se movendo pra frente, e pra trás, para um lado e para o outro, meu pau um mero instrumento prestes a gozar, um momento transcendente gerado por cada alavancada que ela dá me tirando dessa realidade.
– Abre a porta Rebeca! – Bateu André outra vez
Eu batia mais forte, dentro do útero, pensei na hora em como ele é corno. Deixar de transar com aquela mulher gostosa por frescura. Não a merecia.
Ela parou de me beijar deixando uma saliva escorrida entre nossos lábios. – Cadê o leite da mamãe? Vou ter que pegar a força. – Sussurrou aumentando a velocidade. A buceta contraiu, apertou, o gozo está vindo, meus olhos reviram, não consegui segurar, gritei. – Hmmmmmmm… – Rebeca colocou a bola da mordaça na minha boca e segurou, senti ela gozando junto – Hum…HUUMMMM –
Me arqueei e em quanto a porra começou a sair, jatos e mais jatos, um gozo sem fim, as unhas da outra mão fincaram em meu pescoço me arranhando, descendo pro peito tirando filetes de sangue. A buceta batia sem dó segurei os quadris da vadia e meti afundo – Haaa… Não paraa.. – Ofegava aumentando o tom. – Me enche de porra.. Vai Haa.. – falou ao meio tom de voz podendo até ser escutada.
– HUUUUMMMMMM!!!.- Me debati em urros descontrolados, dor e prazer juntos, a ultima grande explosão, esporrando por dentro
Um murro na porta terminou a tentativa de entrar de André que saiu em seguida, batendo o portão da casa.
Rebeca se contorcia em quanto rebolava, e não se conteve após o marido ir embora, cavalgou mais -AAAAAA….AAAA… Aaaa .. – Diminuiu a intensidade dos movimentos curtindo cada segundo.
– Bom garoto…. Agora você vai chupar
Fiz que não com a cabeça, mas ela foi convincente. –Se falar não pra mim outra vez, nunca mais vou dar de mamar. – de repente abri a boca e levei uma bucetada melada cheia de gozo, estava deliciosa, docinha, diferente da ultima gozada que tomei.
cavalgando em meu rosto senti sua perna tremer e um mar de gozo – HAAAA!!! Engole bebê- Me fez engolir tudo, foram no total acredito eu que dois copos cheio de porra.
Fiquei acabado toda minha energia se foi, Rebeca pareceu satisfeita, se levantou, me mandou tomar banho. Quando terminei tudo estava arrumado, escutei meu pai entrar e eles discutiram.
Ouvi o começo pra ver se ele desconfiou de algo, mas só brigavam o de sempre. Decidi ir dormir, meus olhos não se aguentam. Deitei e desmaiei.
Ainda na mesma noite, tive um sonho. Chupei o outro seio da Rebeca, o que não tive oportunidade, ela me acariciou, mamei por muito tempo em quanto ela também tirava meu leite, era tudo tão tranquilo. Sua voz me confortava. – Xuxu, pra eu e seu pai não nos separarmos você vai precisar tirar leite sempre que eu quiser tudo bem? – Me perguntou. Respondi que sim e continuei.
No dia seguinte acordei tarde com gosto de leite na boca, sem saber se o que passou foi um sonho ou se realmente aconteceu.




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