"SANTA"

Fascinação, o que é fascinação? Algo que me causa arrepio na pele por este teu jeito de menina num corpo de mulher, que me enche de desejos. Não sei direito, mas, to achando que isso é a raiz de um amor.

NALU…

NALU…

Muitas vezes o oportunismo pode ser perigoso, mas, em algumas vezes ele pode ser saboroso!

Dias atrás, aconteceu algo que me convenceu de que a máxima “nada acontece por acaso” encerra a mais pura verdade sobre a vida. Como de hábito dei uma paradinha na padaria que ficava no caminho para meu café da manhã. Tomei o café e abocanhei meu pão com manteiga na chapa com a voracidade cotidiana, sem perceber que estava sendo observado.

Apenas no momento em que, terminava meu café, dei conta de que uma loira estava me examinando detidamente; a bem da verdade, eu não percebera que ela entrara na padaria logo depois de mim, e depois de permanecer algum tempo ao meu lado procurou um lugar no lado oposto do balcão, onde a visão era privilegiada e a discrição também.

De início, pensei que se tratava apenas de alguma curiosidade relacionada com as várias tatuagens que tenho no corpo, mas depois de algum tempo, a insistência do olhar e o seu imediato desvio quando eu procurava encará-la , deixou claro que ela estava me observando com certo, digamos, interesse.

Todavia, por ser um sujeito desconfiado, achei tudo aquilo muito estranho e teorizei alguma espécie de conspiração engendrada por alguém querendo me prejudicar. Terminei meu café, fui ao caixa e paguei a conta; e assim que saí da padaria, pude perceber que a tal loira também acabara sua refeição matinal e com uma rapidez incomum, dirigiu-se ao caixa, saindo logo depois de mim.

Entrei eu meu carro tentando disfarçar que não percebera que ela também havia saído. Ela procurou as chaves do carro em sua bolsa, parando bem em frente do meu carro e disfarçando um certo ar de desinteresse. Pouco tempo depois, ela entrou no seu carro (uma Pajero 4×4, de cor branca, novíssima), e não fez mais nada.

Decidi, então, dar um pouco de corda naquela situação. Dei a partida e saí, rumando para casa; assim que parei no semáforo próximo, ela fez o mesmo, parando logo atrás de mim. Rodei por algum tempo, percebendo que a loira me seguia e em dado momento, fiz algumas manobras inesperadas até que ela me perdesse de vista.

Parei em outro semáforo, e fiquei pensando naquela situação insólita. O que será que aquela mulher tinha em mente quando me seguiu? Supus, então, que jamais saberia, já que eu a despistara.

Os dias se passaram e a tal loira do carrão ficou apenas no fundo da memória. Minha rotina permaneceu inalterada, exceto às quintas-feiras. E foi em uma dessas quintas-feiras que fui surpreendido pela mesma mulher!

Parei na padaria e, de imediato, reconheci o carrão dela ao lado do meu (afinal, eu havia gravado a sua placa). Estava em uma das vagas na frente do comércio. Desci e entrei sem dar qualquer “bandeira” de que sabia que “ela” estava por perto. Todavia, essa manobra não prosperou, pois assim que encostei no balcão, dei de cara com a mulher sentada do outro lado.

Pedi meu desejum habitual e, disfarçadamente, saboreei a refeição sem encarar o olhar da mulher que, mesmo agindo com muito cuidado não era capaz de esconder seu interesse por mim. Preciso confessar que, por um lado, aquilo me deixava orgulhoso e excitado ao mesmo tempo, já que jamais poderia imaginar que uma linda mulher como aquela pudesse interessar-se por um homem de meia-idade sem qualquer atrativo como eu; mas, por outro lado, havia minha desconfiança de que aquilo podia ser alguma espécie de “armação” com uma intenção nada positiva.

O que se seguiu foi o mesmo “balaio de gatos” da vez anterior; saímos quase juntos, ela me seguiu, e eu a despistei. Quando parei o carro em um cruzamento, esperando pelo semáforo, ponderei que minha atitude fora impensada, uma vez que, deveria eu me preocupar em descobrir quais eram as intenções daquela mulher linda, mas desconhecida.

E foi nesse momento que tive a segunda surpresa daquele dia atribulado, pois enquanto o semáforo estava fechado para mim, vi o carrão dela atravessar na minha frente, seguindo pela mesma rua em que eu converteria para rumar para casa. Decidi, então, que era chegado o momento de por um fim naquela brincadeira de gato e rato.

Assim que me foi permitido, converti na rua à direita e segui, acelerando meu carro o máximo possível. Um pouco mais a frente, vi a loira convertendo à direita mais uma vez e, sem pestanejar, fiz o mesmo. Era uma alameda larga e de mão única, o que me permitiria uma manobra mais arriscada; acelerei ainda mais e, no momento certo, ultrapassei o carro dela, reduzindo bruscamente a velocidade até frear de repente. Pensei que ela poderia se chocar com a traseira do meu carro, já que a manobra fora um tanto arriscada, mas ela manteve o bom controle de seu veículo, freando a alguns centímetros do meu para-choques.

Imediatamente, abri a porta do carro e rumei na direção do dela que, entre assustada e paralisada, nada fez em reação. Encostei na porta do carro e como o vidro estava fechado, sinalizei com uma das mãos para que ela o abaixasse para que pudéssemos conversar.

Trêmula e mal conseguindo reagir, a loira conseguiu, depois de alguns instantes, abrir o vidro elétrico, mostrando-se para mim; naquele momento pude observar melhor a minha perseguidora: loira natural, entre trinta e cinco e quarenta anos, rosto com pouquíssimas marcas, maquiagem suave (quase discreta); tinha olhos castanhos brilhantes, lábios delineados, rosto levemente ovalado e com as suas maçãs, tudo isso emoldurado por cabelos médios ondulados e com volume. Enfim, uma mulher muito interessante.

Com uma voz insegura e tom baixo, ela tentava desculpar-se do que fizera e demonstrava realmente estar com muito medo de mim; foi aí que decidi fazer uma brincadeira com ela e descobrir até onde chegaria esse interesse dela por mim. Mandei que ela se calasse e depois de alguns minutos de silêncio para criar um “clima”, iniciei minha “atuação”.

Passei-lhe um sabão, perguntando onde ela estava na cabeça ao seguir uma pessoa daquele jeito, e asseverei sobre as consequências de atos impensados como aquele; falava com tanta rapidez que não dava chance a ela de justificar seu comportamento, seguindo uma saraivada de broncas e ameaças, até culminar com o aviso de que eu era um policial civil e que, portanto, poderia muito bem autuá-la pela conduta quase criminosa (imagine a pose que eu fazia, enquanto dizia a ela sobre a possibilidade de prendê-la!).

Vi os olhos da mulher encherem-se de terror, e uma aura pesada pairava sobre seu semblante; eu bem que poderia parar por ali mesmo, e já tendo me divertido o suficiente, poderia simplesmente dar as costas e ir embora. Mas, para minha consciência pesada, a coisa degringolou, pois a tal mulher começou a choramingar baixinho, repetindo continuamente que me devia desculpas pelo que fizera.

Cocei a cabeça, ponderando que eu havia exagerado na dose da brincadeira e me sentindo desprezível pelo que fizera. Respirei fundo e depois de uns minutos, pedi que ela se acalmasse e estacionasse o carro um pouco a frente do meu. Mas, para acentuar ainda mais todo aquele infortúnio, percebi também que ela estava incapacitada em dirigir dado seu estado de medo e insegurança.

Pedi que ela ficasse onde estava (se bem que, eu tinha certeza de que ela não iria a lugar nenhum), e depois de estacionar meu carro, voltei até a SUV, e pedi que ela pulasse para o banco do carona; ela me olhou mais assustada ainda, mas imediatamente, eu a tranquilizei, dizendo que ia apenas estacionar o carro adequadamente.

Desliguei o motor, e virei-me para ela, encarando-a com mais tranquilidade; peguei em uma de suas mãos e notei que estava gelada; minha brincadeira acabara por causar uma devastação no estado psicológico daquela linda mulher, e mesmo sentindo-me o pior dos homens, mantive a encenação, procurando apenas dar-lhe uma certa sensação de que tudo estava bem.

Ainda um pouco trêmula, mas sem lágrimas nos olhos, ela me pediu permissão para fumar um cigarro; peguei o maço de cigarros que estava no console e tirei um acendendo-o em minha boca para, em seguida, estender-lhe já queimando o fumo. Ela estendeu a mão insegura e levou o cigarro à boca, sorvendo uma enorme e longa tragada. Exalou a fumaça como quem tenta por para fora todo o seu nervosismo.

Perguntei se ela queria ir a algum lugar tomar uma água ou algo semelhante; ela me agradeceu e depois de uma certa surpresa, completou, perguntando se eu não ia prendê-la; tive que me conter ao máximo para não soltar uma sonora gargalhada em seu rosto, pois, ao que parece minha mentirinha havia, de fato, “colado” nela.

Respirei fundo e respondi que não, que eu não iria prendê-la, que podia ficar tranquila, mas que jamais tornasse a fazer o que havia feito. Em seguida, perguntei-lhe porque tomara aquela atitude impensada de seguir alguém sem motivo. Ela fitou-me com um olhar meio encabulado, ensaiando uma resposta mais sincera possível.

-Me desculpe, por favor … – começou ela com voz macia e tom baixo – eu não queria causar qualquer transtorno …, não sei explicar o porquê, apenas tive vontade de segui-lo …, é que achei você interessante …

A frase não teve sequência; a voz dela havia sumido e seu olhar ficara sem brilho, enquanto ela curvava sua cabeça para baixo. Instintivamente, estendi minha mão e acariciei seus cabelos, pedindo que ela ficasse mais tranquila.

Novamente, ela começou a chorar e eu tive vontade de acabar com aquela farsa que estava me cortando o coração, mas, por outro lado, minha mente martelava a frase “achei você interessante”; jamais ouvira algo parecido com aquilo …, uma mulher havia me seguido por me achar interessante! Isso era algo, no mínimo, surpreendente! E também cativante.

Ela parou de chorar e, mais uma vez, pediu-me desculpas pelo que havia feito. Eu a tranquilizei e disse que era melhor irmos embora. Quando fiz menção de sair do carro dela, ouvi a sua voz fazendo uma pergunta insólita.

-Então, isso quer dizer, que não vamos mais nos ver …, nunca mais?

Tornei a encará-la e depois de pensar por alguns minutos, tive uma ideia muito boa para consolidar e aproveitar aquela situação. Convidei-a, então, para tomarmos café da manhã no dia seguinte, por volta de sete e meia ou oito horas …, ela me olhou, incapaz de esconder a sua surpresa para, após alguns minutos, acenar afirmativamente com a cabeça quase com certa euforia.

Disse-lhe que ficasse tranquila, pois não haveria nenhuma surpresa neste nosso novo encontro e que ela não precisaria mais me seguir de maneira furtiva. Ela deu um risinho envergonhado e acenou com a cabeça, demonstrando que entendera a minha pilhéria.

Nos despedimos, e levei meus lábios até o rosto dela, para um beijinho de cumprimento; ela aceitou o beijo de bom grado e eu pude sentir seu perfume suave e deliciosamente insinuante. Sem olhar para trás, saí do carro e entrei no meu arrancando em direção à minha casa.

Durante todo o dia fiquei pensando no que havia acontecido, e por mais de uma vez, ponderei sobre a minha inconsequência ao ter inventado toda aquela história de policial e de perseguição. O rosto atemorizado da loira piscava em minha mente como uma imagem neural que teimava em castigar-me pelo que fizera.

Pensei que poderia me encontrar com ela no dia seguinte, e com mais calma e tranquilidade, desfazer todo aquele mal entendido, sentindo-me mais reconfortado e capaz de aproveitar aquela linda mulher que me achara interessante. E assim passei meu dia, pensando no que poderia acontecer no meu novo encontro com a loira que, pasmem, eu sequer sabia o nome!

Finalmente, era manhã de sexta-feira …, e tudo podia acontecer! Como de hábito, até a padaria para meu desejum matinal; entrei e pedi o de sempre, vasculhando com os olhos o interior do salão, procurando por minha mais nova conhecida.

Sorvi o café com leite em pequenos goles, ainda esquadrinhando o salão e a porta de entrada, porém, não tardou para que eu percebesse que a loira não viria. Devorei o pãozinho com manteiga ainda inconformado com o fato de que eu havia levado um calote! E quando terminei, restou apenas o amargo sabor da frustração.

Estava no caixa, pagando minha conta, quando fui surpreendido pela chegada de minha conhecida, e foi nesse momento que entendi o porque do atraso: ela estava acompanhada de um sujeito que mais parecia ser o “tio” dela; era um homem mais idoso, embora demonstrasse um certo vigor físico, ar sóbrio e vestimenta elegante. Desaforadamente, acompanhei o casal com um olhar acintoso, quase provocativo. Ela, por sua vez, procurava disfarçar, mas seu olhar inseguro deixava claro que ela sabia que estava sendo observada.

Liquidei minha dívida matinal, dei de ombros e decidi que o melhor a fazer era tocar minha vida, pois expectativas frustradas fazem parte da vida de qualquer um. Entrei em meu carro e fui embora cuidar dos meus interesses …, não posso negar que me senti meio que traído pelo acontecido e que o desejo de permanecer “interessante” para uma mulher é algo cuja relevância não pode ser ignorada.

Alguns dias se passaram, e minha rotina diária não sofreu nenhuma mudança …, exceto pelo fato de que não tornei a reencontrar a tal loira. E qual não foi a minha surpresa quando, certa manhã lá estava ela! Na padaria, tomando seu desejum e …, me esperando!

Tomei meu café ignorando a presença dela, mesmo sabendo que ela me vigiava com o olhar …, estava claro que ela queria alguma coisa …, e eu estava prestes a descobrir. Apressei-me em saborear minha refeição matinal e imediatamente corri até o caixa, pagando a conta e saindo em direção ao meu carro. Fiz tudo com tanta rapidez que mal dei chance à loira de me alcançar, embora ela tenha ser esforçado, inclusive, esquecendo seu cartão de débito espetado na máquina do caixa.

Arranquei sem titubear e segui o caminho de sempre, exceto, é claro, por tomar o cuidado de entrar na mesma rua de mão única em que, na primeira vez, bloqueei minha seguidora. Completei e curva e estacionei. Fiquei esperando pacientemente, mesmo sem a certeza de que ela viria atrás de mim. E para minha sorte, ela fez o que eu esperava que ela fizesse.

Ela passou por mim e rodou mais alguns metros até dar-se conta de que eu estava estacionado; ela deu ré e desceu do carro sem desligá-lo, parando em frente da minha porta. Olhei para ela e vi um brilho delicioso naquele olhar provocante. Ela parecia tensa, ou melhor, quase irritada e começou a verbalizar sem preocupar-se com mais nada. Disse que não entendia porque eu havia sumido e porque não mais esperara por ela de manhã; falou sobre tudo, inclusive sobre o homem que a acompanhava naquela manhã em que nos revimos.

Descobri que o tal sujeito era seu marido, mas que eles não transavam havia muito tempo (embora eu não tivesse perguntado nada a respeito disso); disse que ainda me achava interessante e que ficara excitadíssima com o fato de eu ser policial …

Dei corda a ela até que seu oxigênio se esgotasse por completo, pois, naquele momento era a melhor estratégia: deixá-la falar para depois ganhá-la por inteiro!
Calmamente, saí do carro e aproximei-me dela o suficiente para sentir seu delicioso perfume e sua respiração exasperada. Olhei em seus olhos e sugeri que, de início, ela estacionasse seu carro e o desligasse. Ela olhou para mim, ainda irritadiça, mas viu que eu não estava para brincadeiras; obedeceu incontinenti.

Enquanto ela estacionava seu carro, eu tranquei o meu, e caminhei até o dela; assim que ela desligou o veículo, ordenei que ela passasse para o banco do carona; ela me obedeceu sem discutir. Entrei e me sentei, dizendo a ela que precisávamos nos apresentar formalmente. Disse-lhe o meu nome e perguntei o dela. Nalu, ela me respondeu com voz miúda, e eu senti que ela estava dominada.

Aproximei-me dela e disse que estava muito excitado e que precisava para me satisfazer; os olhos de Nalu brilharam, enquanto meu pau pulsava dentro da bermuda, deixando evidenciar uma protuberância descarada. Tomei Nalu nos braços e nos beijamos com muito desejo. Seu cheiro e seu corpo roliço e bem feito estavam me enlouquecendo. Queria trepar com ela o mais depressa possível.

Quando nos desvencilhamos, fiz o convite fatal: queria levá-la para um motel …, Nalu olhou para mim com um ar sapeca e depois de um risinho malicioso retrucou com uma proposta ainda mais ousada.

-Motel? Porque motel? Que tal irmos para minha casa?

Olhei para ela e mal puder acreditar no que meus ouvidos estavam escutando; ela queria foder na casa dela! Comigo! Respirei fundo e recompus-me no banco do carro, dando a partida. Olhei para ela e a frase saiu com total naturalidade: “Você indica o caminho”.

Durante o trajeto, Nalu abusou da sorte, pousando sua mão sobre minha protuberância eloquente e apertando com carinho. Meu tesão por aquela mulher era algo incontido, represado havia algum tempo e eu precisava descarregá-lo com uma fúria que quase roubava meu ar. Dirigi com dificuldade, orientado pela voz suave de Nalu indicando o rumo de sua casa.

Ao circundar uma pequena praça, ela sugeriu que eu acionasse o controle remoto que estava fixado no suporte lateral da porta; Obedeci e percebi quando um portão metálico de uma casa logo ao final da meia curva da praça iniciou sua abertura na forma de basculante. Diminui e velocidade e embiquei na direção da garagem que em poucos minutos estava descortinada para minha entrada.

Mal pude acionar o comando para baixar o portão e Nalu partiu para cima de mim; desliguei o carro e puxei-a com força para perto, beijando e apalpando todo o seu corpo, sentindo suas formas generosas e aproveitando o que estava por vir.

Me contive pelo tempo suficiente para sair do carro e ajudar Nalu a fazer o mesmo; apenas aproveitei a oportunidade para chocá-la um pouco; com extrema agilidade, dei-lhe uma chave de braço, prendendo um de seus braços para trás e apertando sem muita violência, enquanto minha outra mão apertava seu pescoço com pressão controlada. Puxei-a para mim e ouvi o seu gemido …, ela havia gostado do lance de bancar o controlador.

Comprimi meu corpo contra o dela, fazendo com que ela sentisse o volume em minha bermuda que parecia explodir de tesão, e ela, por sua vez, gemeu mais alto. Dei um giro com ela e fiz com que ficasse de costas para mim, empurrando-a contra o banco do carro. Passei as mãos na sua bunda enorme e roliça e com um único movimento abaixei a bermuda, descobrindo que não havia mais nada por baixo dela.

Apalpei a belisquei aquelas nádegas lindas, fazendo minha parceira gemer e ofegar de desejo. Puxei-a de volta para mim e com um tom de voz autoritário, ordenei que ficasse nua para mim; Nalu despiu-se com uma rapidez inacreditável, exibindo-se para mim em sua nudez deliciosa. Seus peitos eram grandes e ainda muito firmes, com aureolas largas coroadas por mamilos que estavam em processo de entumescimento. A vagina estava perfeitamente depilada (não que eu tenha alguma preferência sobre isso), e seus olhos queimavam como dois vulcões.
Naquele momento, senti uma enorme vontade de manipular aquela fêmea de todas as formas imagináveis …, eu queria tê-la, é claro, mas também queria que ela saboreasse os momentos junto comigo de forma única e especial. Não era uma manipulação maldosa ou ainda com o fito de feri-la ou machucá-la; queria apenas me divertir com ela. E decidi pôr em marcha essa vontade.

Como eu ainda permanecesse vestido e ela não, aquela cena me dava uma certa vantagem; ou seja: eu era quem estava no controle. Ordenei que ela se aproximasse de mim; curiosamente, Nalu estava nua, porém ainda calçava seus lindos sapatos de salto alto que em nada destoavam das roupas que ela vestia naquela manhã. Mandei que ela parasse bem próximo de mim, o suficiente para que eu sentisse seu cheiro de fêmea no cio; admirei mais uma vez aquele corpo exuberante para, em seguida, ordenar que ela se ajoelhasse perante mim.

Nalu, que parecia estar em transe, obedeceu sem qualquer hesitação. Ao seu modo, ela parecia ter compreendido a minha intenção e, da mesma forma que eu, estava achando uma ideia deliciosa. Olhei para ela e sem perder o foco no seu olhar, despi minha camiseta e depois de uns minutos para que ela pudesse apreciar a “paisagem” do meu peito tatuado, fiz o mesmo com minha bermuda, exibindo minha virilidade pulsante e inchada.

Os olhos de Nalu brilharam ainda mais e seu rosto demonstrava claramente o quanto ela estava excitada. Caminhei até ela, lentamente, deixando que a rola dura balançasse para cima e para baixo em uma provocação despudorada. Perto dela, segurei meu mastro pela base e esfreguei-o no rosto dela, tomando o cuidado para que, toda a vez que ela tencionasse abocanhá-lo eu o afastasse dela causando um clima de enorme tensão.

Houve um momento, em que percebi, nitidamente, que minha parceira estava enlouquecida de desejo, beirando uma fúria quase descontrolada, mas, mesmo assim, mantive a brincadeira do dá e toma. Depois de algum tempo, apontei a rola para a boca dela e ordenei que ela o lambesse, sem, no entanto, ousar chupá-lo. Nalu obedeceu, lambendo a pica como uma colegial lambe um sorvete, gulosa e sôfrega.

Prosseguindo, ordenei que ela acariciasse minhas bolas com uma das mãos, o que ela obedeceu como uma dominada. Brinquei com ela até que meu tesão também falasse mais alto, e depois de mais algumas lambidas, mandei que ela o chupasse com vontade. Ela o fez com uma maestria e dedicação únicas, denotando que não se servia de uma rola dura em sua boca havia muito tempo. Acariciei seus cabelos e, vez por outra, puxava-os entre os dedos, implementando maior velocidade nos movimentos de vai e vem de sua boca deliciosa.

Sem qualquer aviso, tirei a rola de sua boca e tomei-a bruscamente por um dos seus braços, conduzindo-a em direção à porta de entrada. Na sala, ampla e suntuosa, joguei-a sobre um sofá largo e comprido, ordenando que ela ficasse de quatro para mim; aproximei-me daquele traseiro lindo, e sem qualquer aviso, passei a estapear as nádegas roliças até que elas ficassem quentes e avermelhadas; Nalu gemia a soltava gritinhos a cada golpe, dizendo que aquilo era gostoso e que queria mais; depois de algum tempo, passei a divertir-me com a boceta alagada, passando os dedos entre os grandes lábios e invadindo inadvertidamente a vagina com dois ou três dedos.

Nesse clima, Nalu gozou algumas vezes, e eu e achei aquilo fantástico. Ela passou a implorar que eu a penetrasse com minha rola dura, dizendo que precisava sentir meu mastro dentro dela. Dei de ombros, como se o pedido dela nada dissesse para mim, porém, depois de alguns minutos, segurei as nádegas com firmeza, enfiando meu pau de uma só vez.

Nalu gritou e gemeu alto, me xingando e pedindo mais …, foi o paraíso para mim; ela estava dominada pelo macho que podia fazer o que quisesse com ela. Soquei aquela boceta até não poder mais e, em seguida, tirei a rola para fora, ordenando que ela a chupasse e lambesse com dedicação.

-Isso, vadiazinha …, chupa e sente o gosto da tua boceta na boca! Sinta como ele está lambuzado de você!
Nalu chupou e lambeu sem oferecer resistência, enquanto eu me deliciava com aquela imagem imperdível. Com a mesma rudeza de antes, eu fiz com que ela parasse de me chupar, e, mais uma vez, ordenei que ela ficasse de quatro com a bunda voltada para mim. Apertei suas nádegas entre os dedos, afastando-as uma da outra e revelando o rego onde estava seu ânus que piscava incessantemente.

-Não, por favor …, no cu, não! – Nalu suplicava adivinhando o que estava por vir – Ninguém comeu meu cu, eu sei que dói muito …, não, por favor!

Ignorei as reclamações e lamúrias de minha parceira e depois de dar uma cuspida no buraquinho, apontei a rola e enfiei a glande com o cuidado de fazê-lo lentamente, para que ela sentisse o pau rasgando suas preguinhas. Nalu gritou, berrou, xingou, mas não conseguiu escapar do meu ataque, uma vez que eu apertava ainda mais a carne de suas nádegas, impedindo-a de qualquer movimento de fuga.

Deixei que ela sentisse a glande dentro de suas entranhas para, em seguida, prosseguir na penetração anal sem dó ou piedade; a cada avanço que eu fazia, minha parceira reclamava, xingava e, depois, suplicava para que eu parasse. Por incrível que pareça, eu não me condoía de suas lamúrias, apenas me deliciando em foder aquele cuzinho lindo.

Em pouco tempo, minha estaca estava acomodada dentro do ânus de minha parceira e sem qualquer movimento inesperado, ordenei que ela acariciasse minhas bolas, levando uma das mãos por baixo dela. Nalu obedeceu e apertou suavemente o escroto arrepiado e cheio de porra. Estapeei as nádegas dela, uma de cada vez, e a cada gemido dela, eu sentia vontade de continuar.

As primeiras estocadas foram demoradas provocando muito mais dor que prazer; porém, a medida que elas se tornavam mais rápidas e intensas, Nalu dava claros sinais que o prazer havia vencido a dor, até o momento em que ela suplicava para que não parasse de fodê-la.

Minha parceira gozou várias vezes, fazendo-me sentir realizado. E em dado momento, decidi que era chegada a hora de mudar a brincadeira. Tirei a rola dura com um movimento rápido, fazendo Nalu gemer como louca e ordenei que ela ficasse de pé com as pernas abertas. Passei, então, a massagear seu clítoris inchado, proporcionando mais orgasmos de mesma intensidade.

E quanto mais ela pedia, mais eu dava; até que, houve um momento, em que Nalu me disse que estava com vontade de urinar; olhei para ela com um sorriso maldoso nos lábios e ordenei que ela mijasse ali mesmo. Ela me olhou com ar estupefato, e balançou a cabeça em negação. Intensifiquei os movimentos, ordenando que ela cumprisse o que eu havia mandado. Nalu ainda resistiu, e tentou, até mesmo, tirar minha mão de sua vagina.

Peguei sua mão com força e girei-a para trás apertado-a dolorosamente e reiterando minha ordem. Nalu gozou mais uma vez, sucumbindo ao meu controle (ela era o meu brinquedinho e sabia muito bem disso!); ela, então, abriu mais as pernas e deixou o esguicho escorrer, primeiramente, tímido, para, em seguida, assemelhar-se a uma cachoeira em queda.

Eu esfregava sua boceta sem cerimônia, deixando que sua urina escorresse pela minha mão e causando-lhe uma desconhecida sensação de prazer; o corpo todo de minha parceira fremia e ela não tinha qualquer controle sobre seus movimentos e gestos, rendendo-se ao orgasmo cuja intensidade era indescritível. No final, soltei-a e Nalu desabou sobre o sofá, vencida pelo cansaço de tanto prazer.

Todavia, olhei para ela, dizendo que ainda não tínhamos terminado; afinal, minha rola ainda estava dura e pronta para o combate. Nalu, mesmo extenuada, pareceu revigorar-se quando balancei a rola em frente ao seu rosto suado. Mandei que ela se levantasse e colasse seu corpo ao meu. Depois, disse-lhe que tomasse a rola pela base, utilizando apenas o polegar e o indicador de uma de suas mãos.

Ela obedeceu com um olhar entre a surpresa e a curiosidade.
Olhei para ela e expliquei que ela devia apertar o círculo em torno da base da rola, tomando o cuidado para não exagerar na força. Nalu obedeceu enquanto eu lhe ordenava que olhasse para a glande que, em poucos momentos, duplicou de volume, pulsando ainda mais intensamente.

Nalu ficou surpresa com o efeito que apenas dois dedos haviam causado em minha anatomia; sem tirar meus olhos dos dela, passei a masturbar-me, ordenando que ela não diminuísse a pressão em torno da rola.

Depois de alguns minutos, minha parceira habitou-se com a situação e passou, ela mesma, a cuidar da rola, apertando a base e aplicando-me uma deliciosa punheta, enquanto eu saboreava seus mamilos entumescidos, chupando, lambendo e mordiscando-os com suavidade, ao mesmo tempo em que brincava com sua vagina, massageando e apertando seu clítoris e fazendo com que ela gozasse mais algumas vezes.

Era uma coisa linda de ver e sentir. Mas, depois de algum tempo, anunciei para Nalu que o orgasmo estava por vir. Ela acelerou a punheta e depois de algum tempo, joguei-a sobre o sofá, subindo sobre ela e terminando o “trabalho” com uma incontrolável ejaculação sobre seu corpo. Os jatos quentes e viscosos projetavam-se em sua pele, provocando uma estranha sensação em minha parceira que gemia, sibilava e pedia mais.

Quando terminei, senti que minha rola ainda permanecia dura e ordenei a Nalu que a lambesse e chupasse, ao que ela obedeceu prontamente. E como a estaca teimava em manter sua posição de “sempre alerta”, joguei-me sobre minha parceira, penetrando-a com volúpia. Fodemos mais um pouco, antegozando gemidos, suspiros e respirações entrecortadas de palavras desconexas.

Nalu gozava como louca e eu apreciava seu êxtase com muito prazer e satisfação.

Vencido pelo cansaço e pelo peso da idade, tirei a rola da vagina ainda alagada de minha parceira e deitei ao seu lado, aninhando-me próximo de seu corpo quente e suado. Nalu tinha um cheiro gostoso que me inebriava e me mantinha excitado.

Ficamos largados, rindo e usufruindo do momento posterior a tanto prazer. Eu brincava com os mamilos delas, beliscando-os, chupando e lambendo sem qualquer cerimônia. Nalu, por sua vez, brincava com a rola que ainda estava em um estado intermediário entre a dureza de outrora e o esmorecimento gradual. Nos beijamos e Nalu confessou que adorou aquela foda imperdível e disse que queria mais.

Imediatamente, respondi-lhe que era impossível perder a oportunidade de fazê-la sentir prazer ao extremo e depois confessei-lhe que não era policial …, Nalu sorriu e respondeu que aquilo pouco importava, mas que deu um gás em nossa relação.

Eram quase quatorze horas quando nos despedimos com a promessa de um novo encontro repleto de tesão e sensação. Nalu me acompanhou nua até a garagem, insistindo em me levar até onde havia deixado meu carro. Agradeci, mas disse que não era necessário. Ousadamente, ela apertou meu pau por cima do tecido da bermuda e perguntou com olhar infantil se nós nos veríamos novamente.

Assegurei-lhe que sim, e que apenas a sua negação poderia impedir-me de vê-la mais vezes, e foder com ela o máximo possível. Instintivamente, Nalu puxou minha bermuda para baixo, e tomou a rola na mão, massageando-a vigorosamente. Minha “criança” ficou altiva, anunciando que estava pronto para o que desse ou viesse. Coloquei-a de bruços sobre o banco da frente de seu carro e sem hesitar, metia rola em sua boceta, fodendo com um novo vigor.

Ela gozou …, eu me limpei como pude e fui embora …, satisfeito, realizado e crente na ideia de que uma boa oportunidade pode ser realmente muito saborosa!

igorhunsaker