"SANTA"

Fascinação, o que é fascinação? Algo que me causa arrepio na pele por este teu jeito de menina num corpo de mulher, que me enche de desejos. Não sei direito, mas, to achando que isso é a raiz de um amor.

BARBARA…

BARBARA…

Antes de mais nada, gostaria de salientar que minha opinião exposta aqui e no texto é o que penso e, portanto, não estou generalizando, muito menos impondo uma forma de pensar …, apenas reflito que a vida é curta e as emoções e sentimentos serão as únicas coisas que levamos desta vida.

Muito bem, esta história tem como personagem principal uma linda mulher que conheci por força do acaso e que agradeço até hoje; chama-se Barbara, e inicialmente sinto necessidade de descrevê-la com o máximo de detalhes: Barbara era pseud. loira de cabelos curtos, rosto redondo, coxas grossas e uma bunda que é a máxima expressão da beleza brasileira (ou seja, redonda, roliça e que atraí olhares por onde passa). Tem um sorriso angelical, e um ar de menina sapeca …, enfim, deliciosamente desejável.

Meu primeiro encontro com Barbara deu-se da maneira mais inesperada possível; foi no restaurante onde, habitualmente, faço minha refeição no horário do almoço. Estava eu passeando pela bancada dos alimentos, quando o rostinho dela chamou minha atenção. Obviamente, minha insistência em fitá-la, acabou por despertar-lhe o interesse e um olhar de soslaio escapou daqueles olhinhos brilhantes. Tive a impressão de ter visto um sorriso, mas talvez, tenha sido apenas o meu desejo de cortejá-la ali mesmo.

Após o almoço, enquanto saboreava meu cafezinho, pude perceber Barbara saindo do restaurante e não pude deixar de acompanhar, com olhos gulosos, aquele corpinho excitante. Depois que ela se foi, pensei que foi um colírio para mim e que tudo teria fim ali mesmo, pois supunha jamais voltar a ver aquela delícia …, ledo engano meu.

Alguns dias depois, estava eu indo para casa após o término de meu trabalho e, por um acaso do destino, meu caminho cruzou com o de Barbara; era uma noite fria e ventava muito, quase prenunciando uma chuva inesperada e eu caminhava em direção ao estacionamento onde estava meu carro, quando vi aquela linda mulher atravessando o cruzamento à minha frente.

Nos entreolhamos com certa discrição e ela sorriu para mim (!) Devolvi o sorriso e desejei-lhe boa noite, ao que ela retribui com um doce “bom descanso para você, também”. Achei aquilo o máximo e decidi que precisava reencontrar Barbara em outra situação …, ou melhor, em uma situação mais confortável e oportuna.

Mais dias se passaram e aquela ideia fixa dissipou-se como uma nuvem e eu me esqueci completamente de Barbara e de seu corpo delicioso. E foi em um dia qualquer que tornamos a nos encontrar; foi no mesmo restaurante e no mesmo horário. Fiz uma força imensa para não parecer ousado demais, pois minha vontade era pedir-lhe permissão para sentar-se a sua mesa para almoçarmos juntos, e preferi sentar-se na mesa em frente a ela.

Minha insistência visual foi tão teimosa que, algum tempo depois, ela percebeu minha presença e sorriu com um aceno de cabeça. Retribui o cumprimento e fiquei matutando como causar uma boa impressão. Terminei minha refeição desiludido, pois nenhuma ideia tinha vindo a mente. E foi então que tive um lampejo ao ver o balcão de sobremesas. Fui até ele e peguei um pedaço de torta holandesa.

Retornei até a mesa onde Barbara estava e, gentilmente, estendi a sobremesa como uma oferenda; ela olhou para o pedaço de torta com um olhar cheio de surpresa.
Em seguida, ela olhou para mim e sorriu perguntando o que era aquilo. Respondi que era apenas um gesto de amizade; Barbara ficou inicialmente desconfiada, mas, em poucos momentos sorriu outra vez e, tomando o pratinho nas mãos agradeceu-me. Dei de costas sem hesitar e fui até a cafeteria anexa a fim de saborear meu cafezinho. Logo, Barbara, veio até mim e, mais uma vez, agradeceu a sobremesa. Eu lhe disse que havia sido um prazer para mim e tentei engatar uma conversa inocente.

Terminei o café e fomos em direção da rua caminhando juntos e conversando sobre assuntos variados. Quando chegamos a uma esquina onde nossos caminhos seguiriam separados, Barbara voltou-se para mim e, novamente, agradeceu, dizendo que desejava uma oportunidade para retribuir …, e essa era a minha deixa.

-Eu ficaria muito feliz com um beijinho – disse à queima-roupa sem deixar brecha para que ela pudesse pensar e aproximei meus lábios dos dela.

Surpreendentemente, Barbara não recuou; pelo contrário, ofereceu seus lábios para mim, deixando que o beijo acontecesse. E foi simplesmente divino! Quando terminamos, percebi que ela havia ficado envergonhada com o gesto, mas meu sorriso a tranquilizou. Peguei uma de suas mãos entre as minhas apertando-a suavemente. Olhei em seus olhos e disse com a achava extremamente desejável e sensual.

Barbara deu um risinho envergonhado e depois de alguns minutos perguntou onde aquela conversa ia chegar …, aproveitei para ser ainda mais ousado.

-Quem sabe em uma cama comigo te fazendo feliz e cheia de prazer?

Foi nesse momento que Barbara desabou em um choro incontido; e eu, em primeiro momento, senti-me desprezível por fazê-la chorar. Aproximei-me ainda mais dela e a abracei em uma parca tentativa de consolá-la. Depois de alguns minutos, ela me pediu desculpas e eu perguntei se algo que eu havia falado causara aquela torrente de lágrimas.

Barbara balançou a cabeça em negação dizendo que o problema era outro. Convidei-a, então, para nos sentarmos em um banco de uma pequena área de descanso que havia em um edifício comercial ali perto. Ela bem que tentou resistir, mas acabou por aceitar o convite. Assim que nos sentamos, perguntei a ela o que a fizera chorar, demonstrando muito interesse em ouvir a sua história …, afinal, sempre fui um bom ouvinte.

Barbara confessou que tinha receio em sair com um homem, pois, recentemente, fora deixada de lado pelo marido que encontrara alguém, segundo ela, mais interessante e melhor de cama. Barbara prosseguiu dizendo que aquilo havia causado um estrago enorme em seus sentimentos, pois toda a sua autoestima fora jogada ralo abaixo, fazendo com que ela se sentisse desprezível.

Desde então, Barbara preferiu optar pela solidão para não sofrer mais uma decepção.

Quando ela terminou sua história (com detalhes que não interessam ao nosso contexto), tomei-a nos braços e disse a ela o jargão de que nem todos os homens são iguais e que ela precisava seguir em frente com sua vida, buscando ser feliz. Conversamos um pouco mais, e depois de alguns minutos, Barbara já estava esboçando um sorriso.

Quando pressenti que minha amiga estava mais tranquila, voltei a carga reiterando o convite de tentar fazê-la feliz. Barbara continuou hesitante para, ao fim de alguns minutos, pedir-me um “tempo” para pensar. Sem denotar minha insatisfação, concordei e dei-lhe o número do meu celular para que ela ligasse quando quisesse, ou ainda quando pudesse. Nos despedimos e eu fui embora pensando que aquela chance havia se perdido no tempo.

Alguns dias depois, recebi uma ligação dela; sua voz denotava indecisão e a conversa dela parecia não chegar a lugar nenhum, com um muxoxo sem fim.
Finalmente, depois de mais alguns minutos, Barbara chegou ao ponto; queria saber a que horas eu sairia do trabalho naquele dia e se podíamos nos encontrar. Concordei de imediato, imaginando que não podia perder aquela oportunidade. Combinamos, então, de nos encontrarmos por volta das oito próximo do estacionamento onde eu deixava meu carro.

Todavia, nada deu certo. Choveu, e eu demorei a chegar ao estacionamento, ao mesmo tempo em que Barbara também se atrasou e, quando estávamos juntos, ela confessou sua indecisão em prosseguir com nosso intento. Ponderei que o melhor era não forçar nada, pois, geralmente, o resultado nunca era satisfatório. Despedimo-nos com a promessa de um encontro futuro, que eu, por meu turno, acreditava que jamais aconteceria.

A coisa, então, se perdeu nas areias do tempo, e eu acabei por me esquecer de Barbara e das expectativas que atiçavam minha mente em relação a ela (ou melhor, a nós dois). Tratei de cuidar da vida, até o momento em que ela sumiu de minhas memórias recentes, deixando-me livre de ponderar o que nosso encontro poderia oferecer.

Foi no final de uma tarde de sexta-feira, com o plantão já findado e a maioria dos meus colegas de trabalho despedindo-se para mais um fim de semana que eu tive uma grata surpresa. Meu celular vibrou e quando olhei para a tela iluminada, vi que era o número da Barbara …, ela estava me ligando (!). Atendi a ligação tomando o cuidado de não deixar transparecer toda a minha excitação por ela ter, finalmente, voltado a me ligar.

De imediato percebi que a dúvida ainda pairava sobre a garota, cujo tom de voz inseguro e a hesitação em completar as frases, deixavam claro que nada havia mudado de situação. Todavia, depois de alguns minutos de conversa mole, ela confidenciou a finalidade daquela ligação. E por mais experiente que eu fosse, ela me deixou surpreso.

-Eu preciso foder com alguém! Preciso me sentir mulher outra vez …, você …, ainda me quer?

Não esperei um segundo sequer e respondi que estava pronto para encontrá-la onde quer que ela estivesse, e confessei que também estava louco de tesão por ela. Barbara deu uma risadinha encabulada ao telefone e depois respondeu que estava saindo do trabalho. Procurando me certificar que, desta vez, ela não me escaparia, disse-lhe, então, que me esperasse na esquina próxima que eu a pegaria com meu carro (que naquele dia, por sorte, eu havia estacionado dentro do prédio onde trabalho).

Assim que Barbara respondeu afirmativamente, desliguei o telefone e voei para o estacionamento, saindo pelas rampas com um doido enfurecido. Mas, para minha absoluta decepção, quando cheguei ao lugar combinado, ela não estava lá! Xinguei e gritei dentro do carro e bati com a cabeça no volante, sentindo-me um desprezível macho cheio de tesão.

Repentinamente, ouvi alguém bater no vidro lateral e, minha irritação transformou-se em plena satisfação! Lá estava ela, meu desejo em forma de mulher, pedindo para entrar em meu carro; abri a porta e assim que ela entrou e fechou a porta, arranquei como um maluco, rumando para minha casa.

Estacionei o carro no interior da garagem e não dei um segundo de trégua para Barbara, atirando-me sobre ela como um fauno ensandecido. Nos beijamos loucamente, enquanto minhas mãos exploravam todas as possibilidades que aquele corpo prometiam me oferecer. Barbara, por sua vez, também tateava minhas roupas, procurando sentir minha virilidade que pulsava dentro das calças.

Saímos do carro e entramos, emaranhados em beijos, carícias, apalpações e respirações descontroladas. Joguei Barbara sobre a cama, mas ela tornou a levantar-se, agarrando meu cinto, desafivelando-o, desabotoando e puxando o zíper da calça deixando à mostra minha cueca inchada pelo conteúdo duro e pulsante. Barbara agarrou meu pau por cima da cueca e apertou-o suavemente. Fiquei mais louco ainda e, sem controle sobre minhas ações, tirei a blusa e o sutiã dela com movimentos rápidos e sem gentileza, revelando seus seios deliciosos; tomei-os nas mãos e chupei os mamilos intumescidos, saboreando-os como frutas maduras. Barbara gemia e emaranhava seus dedos em meus cabelos pedindo mais. Mordisquei delicadamente os mamilos dela, fazendo-a gemer de prazer. E, mais uma vez, joguei-a sobre a cama tencionando livrá-la das calças de tecido mole.

Para minha surpresa, Barbara estava sem calcinhas e quando percebeu meu ar desconcertado, aproveitou para fazer um pedido.

-Me chupa, por favor …, chupa minha boceta – a voz dela estava embargada e parecia uma súplica – me chupa …, nenhum homem fez isso comigo, e eu quero saber se é tão bom quanto dizem …

Não permiti que ela terminasse seu pedido, caindo de boca naquela boceta lisinha e já umedecida de tanto tesão. Lambi e chupei a vagina de Barbara, e não demorou para que ela gozasse sem controle, desaguando uma pequena cachoeira de líquido quente e saboroso. Persisti, então, em cuidar com carinho daquela linda boceta, chupando e lambendo com tanto furor e fazendo minha parceira gozar tantas vezes até que perdêssemos a conta dos orgasmos.

Enquanto gozava, Barbara repetia com aquilo era bom e como demorara tanto tempo para sentir aquela sensação inesquecível; eu me aplicava com afinco em proporcionar o máximo de prazer a ela e as horas se passaram enquanto eu chupava e lambia minha parceira fazendo-a gozar como nunca.

Não sabendo ainda hoje explicar bem o porquê, houve um momento em que cessei a sessão de língua em minha parceira e depois de colocá-la de quatro, fiz com que ela lambuzasse minha rola com sua saliva. Barbara obedeceu sem discutir, deliciando-se em abocanhar e depois lamber a rola dura de cabeça inchada. Eu segurava seus cabelos com firmeza, porém, sem forçar qualquer movimento, deixando que tudo acontecesse naturalmente.

Com outra sequência de movimentos inesperados, fiz com que Barbara me exibisse sua bunda maravilhosa e, em seguida, passei a roçar o vale entre nádegas com o pau melado, enlouquecendo minha parceira que rebolava a bunda sentido o pau duro vibrar próximo de seu cuzinho. Todavia, Barbara, percebendo o que estava por vir, tentou resistir …, mas eu segurei-a pelas ancas mostrando a ela quem estava no comando.

-Fica quietinha, tesuda! Ou vai me dizer que não está com vontade de dar esse cuzinho para mim, hein! – a ironia em minha voz era tão acentuada que eu mesmo fiquei surpreso com essa minha faceta até então umedecida – Não mexe, não …, vou te dar algo para que jamais se esqueça dessa foda deliciosa …

-Não! Por favor, não! – a voz dela estava repleta de medo, ou quase terror pela ameaça que pairava no ar – No cu não, por favor …, vai doer …, não quero! Seu puto!

Deixei de lado as lamúrias da minha parceira, e me concentrei naquela bunda maravilhosa e naquele cuzinho que, em breve, seria meu. Apertei as carnes tenras das ancas da minha parceira e apontei a cabeçorra para o vale entre as nádegas roliças; com cuidado, recuei minhas mãos para as bordas da bunda, puxando as nádegas e deixando exposto o rego que escondia minha pequenina preciosidade (ele parecia piscar para mim!); apertei com força e avancei fazendo minha glande rasgar a primeira resistência do ânus; a penetração foi mais que perfeita!

Barbara gritou e protestou, chegando mesmo a suplicar que eu parasse com aquela invasão e, logo depois, esbravejar, me xingando de todos os palavrões que lhe ocorriam no momento; e eu, por meu turno, me divertia, saboreando a dor, que, eu sabia, logo se transformaria em total tesão. Prossegui com meu intento, penetrando devagarinho e deixando de lado os gritos e reclamações de Barbara que tentava, inutilmente, fugir da rola que rasgava seu ânus sem piedade.
No meio do caminho, decidi que era ora de bombear com força, fazendo a rola entrar e sair com movimentos desmedidos e um pouco desconfortáveis; Barbara persistia em suas reclamações e ofensas, porém eu não estava nem um pouco preocupado com suas agressões verbais; apenas tomava cuidado para que a bunda não escapasse de minhas mãos, apertando suas carnes e insistindo nos movimentos sem qualquer cuidado.

Depois de um certo tempo (que pareceu não ter mais fim), as lamúrias de minha parceira foram diminuindo e o vigor de seus xingamentos transformaram-se em gemidos e palavras balbuciadas; eu sabia que ela havia atingido o estágio em que a dor dera lugar ao prazer; e isso ficou ainda mais claro quando Barbara passou a retribuir meus movimentos, avançando e recuando em direção à rola que, agora, estava lubrificada o suficiente para que os movimentos se tornassem mais cadenciados.

A partir daquele momento, aquela foda tornara-se algo especial; eu na posição do macho capaz de foder o ânus virgem de uma mulher que, por sua vez, ansiava por um macho capaz de anuviar as decepções e infortúnios de sua vida sem felicidade. Estoquei aquele cu até sentir que estava esfolando meu pau, e somente quando minhas forças começaram a falhar, anunciei para Barbara que estava prestes a gozar. Ela disse que, depois de tudo aquilo, e de todos os orgasmos que eu propiciara a ela, eu podia fazer o que quisesse.

Intensifiquei meus movimentos até sentir um espasmo protuberante percorrer meu corpo, e, sem perda de tempo, tirei a rola para fora e com uma rápida punheta dei fim ao meu esforço, ejaculando sobre o corpo suado de minha parceira que, ainda de quatro, gemia e rebolava ao contato de sua pele com o esperma quente e viscoso.

Quando tudo acabou deitei-me ao lado dela e adormecemos, agarrados em “conchinha”.

Acordamos algum tempo depois e expliquei para minha parceira que, mesmo desejando passar a noite com ela, precisávamos partir. Barbara me abraçou e me beijou, agradecendo por eu tê-la feito sentir-se mulher mais uma vez.

-Se depender apenas de mim – respondi – essa não será a última vez que você se sentirá assim …, desejada e satisfeita.

Sorrimos um para o outro e fomos embora.

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