SEGUNDA PARTE.

Julia, que um dia conheci através de uma mensagem virtual, chegou de repente, deixou a minha vida mais contente, e tornou-se tão real!

Júlia era virgem, e se excitava muito fortemente com sugestões violentas e dolorosas; a expectativa de um estupro incitava nela uma forte curiosidade, mais que isso, um desejo, uma ânsia em viver situação tão sonhada. Assim, Júlia ambicionava fortemente ser estuprada, se deliciava com tal possibilidade. Com base nisso, combinamos de eu deixar a chave de meu apartamento sob o carpete da porta por onde ela entraria.

Apesar de ser uma menina decidida e corajosa, no alto de seus dezesseis anos, sendo menor de idade, e morando em outro estado, não acreditei que viesse. A combinação, portanto, era muito mais uma brincadeira que um acerto. Apesar disso, cumpri o combinado deixando a chave onde deveria, mas não saí do apartamento, conforme prometido. Para minha surpresa, no entanto, na hora marcada ouvi um barulho de chaves testando a fechadura. Tratei de me esconder no armário do quarto.

Tendo retirado a prateleira única, entrei no armário, de onde observei, pela pequena fresta deixada na porta entreaberta, Júlia entrando no quarto e inspecionando tudo com curiosidade. Permaneci oculto enquanto ela saiu do quarto, e depois de ouvir barulho no banheiro, observei a menina retornando ao cômodo. Ela estava em frente à cama, de costas para mim, quando deixei o armário silenciosamente e me acerquei dela. Puxei-a bruscamente pelos ombros jogando-a para um lado e para outro, enquanto rosnava para ela com uma voz que eu mesmo desconhecia e que assustava até a mim mesmo: vai aprender a não entrar nunca mais assim na casa dos outros!

Júlia deu um grito de susto e virou o rosto tentando me ver, mas permaneci às suas costas impossibilitando que me mirasse. Era uma moça bem grande, de um metro e setenta e um centímetros, e encorpada o suficiente para ser considerada uma gostosa, mas como eu vinha me exercitando havia longo tempo, não tive dificuldade em controlar seus movimentos impossibilitando-a de fixar os olhos em meu rosto.

Na mesma sequência de movimentos sentei-me na cama colocando-a de bruços sobre os meus joelhos:

— Vai levar umas palmadas para aprender! Desabotoa a calça!

Quando ela tentou olhar para mim segurei seus cabelos levantando sua cabeça posicionando-a de frente para a parede.

— Desabotoa logo! Disse explodindo-lhe uma palmada na bunda.

A gostosa desabotoou e abaixou a calça obedientemente, desnudando uma bundinha branca, luminosa e radiante que superava em muito a visão que eu conhecia pela tela do computador. Tive uma vontade enorme de acariciar aquela bundinha lindinha, as coxas grossas dobradas, mas me mantive fiel a meu papel; dei-lhe uma palmada sonora em uma das nádegas, e logo uma na outra, para equilibrar. A vermelhidão surgida instantaneamente me causou curiosidade e um desejo de beijar a bundinha ali, como se servida de bandeja. Apesar do carinho que sentia, apliquei-lhe um beliscão bem forte, torcendo os dedos na bunda gostosa, e dizendo com a mesma voz irreconhecível, rouca e grave:

— E quem mandou ser tão gostosa? Já te falei para parar de ficar me tentando! Agora vai ver!

Tasquei-lhe uma nova palmada antes de beliscar a outra nádega apertando-lhe a bunda com os quatro dedos comprimindo sobre a palma da mão, e torcendo, enquanto mantinha sua longa e bela cabeleira como rédea, controlando sua cabeça e olhar.

Mordi-lhe a bunda! Nova palmada.

— Gostosa!

Minha voz continuava me surpreendendo, minhas palavras me causavam forte estranheza, mas a visão da gostosa à minha frente me impedia pensar qualquer coisa com clareza. Tirei toda a sua calça que permanecia abaixada até as pernas. Durante a ação aproveitei para passar minha mão e braço pelas pernas e coxas da gostosa, me encostando também na bunda reluzente, agora bastante avermelhada.

Peladinha da cintura para baixo, percorri minha mão por entre as coxas da gostosa, subindo até a boceta molhada, sentindo sua umidade. Apertei a boceta carnuda molhando minha mão em seu líquido para aplicar com ela uma lambada ainda mais sonora na bunda.

— Está querendo dar, não é, sua gostosa? Tira a blusa!

Permiti que ela se libertasse um pouco para tirar a blusa, e a conduzi para a cama.

— Fica de quatro, gostosa, vai levar no rabo para aprender.

E ainda conduzindo as rédeas ajeitei-a em uma posição de quatro, com a bundinha bem arrebitada, os pés na altura do final da cama. Contemplei o belíssimo corpo sensual, os peitões pendentes ampliados pela postura, a boceta entrevista pela abertura das pernas, a cintura fina e delineada tornada ainda mais bela pela posição.

Puxei as rédeas ainda mais, levantando a cabeça, arqueando a coluna e arrebitando o rabinho sensual. Coloquei o dedo no cu da gostosa, que parecia querer me engolir abrindo-se e fechando-se. Tirei meu pau duro da calça e apliquei com ele umas bofetadas em seu rosto. Bati com o caralho em uma de suas faces, e como ela tentasse olhar para o bicho esbofeteei-lhe novamente com a coisa.

— Sua gostosa, olha o que você vai levar! Dizia enquanto esbofeteava-lhe o rosto de um lado para o outro com o caralho. — Pofpofpóf!, soou a saraivada de bofetadas sucessivas.

Acertei, sem querer, a boca da gostosa, causando uma inchação no lábio, o que me desagradou. A gostosa era muito lindinha, e o lábio inchado reduzia sua beleza. Passei o pau duro carinhosamente sobre o lábio inchado, a título de remédio. Aproveitei para introduzir brevemente a cabeça do pau em sua boca.

— Chupa esse caralho, gostosa!

Ela chupou, não apenas obediente, mas ávida; curiosa e gulosa também; nunca tinha segurado um pau.

Ainda sem permitir que me olhasse, tornei para trás da gostosa que se mantinha com o rabo arrebitado. Ao mesmo tempo em que apertava o pau duro na bundinha gostosa, comprimi o ombro da moça até o colchão. Ajeitei a posição da menina, tornando-a o mais apetitosa possível, e só então soltei seu cabelo, para segurar ambas as nádegas com as mãos. Enfiei-lhe a cabeça do pau, o que a fez fechar os olhos e comprimir o corpo.

— Agora deixa eu enfiar, gostosa! E fui enfiando-lhe o caralho.

Quando o pescoço do bicho começou a entrar a menina tremeu, e gritou pela primeira vez depois do susto inicial:

— Ai, tá doendo muito…

Pá! Estalei-lhe uma sonora lambada no lombo.

— Quieta gostosa! Não sabia que isso ia doer? Agora aguenta que vou botar no seu rabo!

A gostosinha fez que sim com a cabeça, os olhos comprimidos pela dor, e eu me enterneci pela obediência da menina, mas não a ponto de aliviar a coisa, ao contrário, tratei de pressionar o pau duro com mais intensidade no rabo da menina.

A gostosa gemia ainda mais, ofereci-lhe um travesseiro:

— Morde isso, gostosa, que eu vou te enfiar o caralho! Morde bem que você vai tomar no rabo!

A gostosinha mordia, rosnava e gemia enquanto eu ia enfiando o pau duro vagarosamente em seu rabinho.

— Chega, tá doendo muito…

Abaixei-me sobre ela e mordi o ombro da menina, controlando seus gritos ao aumentar a intensidade das mordidas que aplicava em seu ombro e pescoço, ao mesmo tempo em que rosnava palavras talvez incompreensíveis:

— Cala a boca, gostosa, abre esse rabo para eu me enfiar inteirinho em você! Quero me enfiar esse caralho inteiro dentro de você, gostosa, da sua bunda!

Enfiava vagarosamente, tentando ampliar e manter a dor, latejando após cada parada suscitada pelos gemidos de dor da gostosa, roubando gemidos ainda mais intensos antes de enfiar o caralho ainda mais profundamente.

Apertava-lhe os peitões rosados com força, mordia-lhe a nuca, o ombro, e enfiava-lhe o caralho, até que a menina implorou que eu parasse:

— Já chega, chega, — falou ela baixinho enquanto eu me movia lateralmente movendo o pau de um lado para o outro.

— Peraí, deixa eu enfiar tudo — e fui metendo o bicho mais profundamente, ao mesmo tempo em que segurava o ombro da gostosa.

— Tudo não, gritou a menina — tudo eu não aguento.

— Cala a boca, gostosa, e arrebita esse rabo, disse enquanto dava-lhe uma enfiadona maior.

Os gemidos da gostosa ficaram mais intensos, e constante, beirando o choro, e me partindo o coração.

— Então eu vou tirar do seu rabo mas vou comer sua bocetinha, tá?

— Não, eu sou virgem aaaahhhh…

Ao ouvir a negação cravei-lhe o ferrão! A gostosa gritou, me atiçando ainda mais, me fazendo latejar intensamente dentro dela.

— Bocetinha, vai na bocetinha — disse a menina.

— Vai me dar a bocetinha? Conferi.

— Vou.

Fui tirando o pau devagarinho de dentro da moça, olhando seu belo corpo, suas formas, acariciando a gostosa, e me permitindo umas enfiadas adicionais conforme o tesão. Quando tirei o pau do rabo da moça joguei-a na cama com a boceta exposta pelas pernas abertas descaindo até o chão. Posicionei-me entre as pernas da gostosa e comecei a enfiar o caralho na moça que parecia desfalecida.

Apenas a cabeça tinha penetrado a gostosa quando ela despertou furiosa, enlouquecida, rosnando de forma estranha, alterando por completo a voz doce que eu conhecia e que me encantava. Como se possuída por algum espírito selvagem a gostosa tentou me morder, enquanto se agitava e me ameaçava.

— Seu safado, me solta, me larga.

Eu evitava suas mordidas com minha boca, aparava seus dentes com meus dentes, ao mesmo tempo em que tentava conter seus movimentos pélvicos selvagens. Enquanto tentava conter toda a fúria sub-repticiamente liberada, percebi que os movimentos pélvicos que a moça fazia com a finalidade de me empurrar e me afastar dela acarretavam a penetração cada vez maior do pau em sua boceta carnuda. Ela resfolegava, rosnava, ameaçava, tentava morder e me empurrava com a pélvis fazendo meu pau penetrar-lhe cada vez mais profundamente as entranhas. Permaneci fazendo uns movimentos muito suaves com o corpo e me defendendo com a boca, enquanto ela induzia uma penetração cada vez maior, até que senti algo como um pequeno estalo na cabeça do pau.

A sensação sutil foi sentida por ela com muito mais intensidade, levando-a a irromper em lágrimas. Dei uma enfiada suave um pouco maior e a abracei carinhosamente.

Voltando a ser a menina doce que era, ela vertia lágrimas abundantes em meu peito aconchegante, me abraçando como em um pedido de carinho.

Beijei o rosto da gostosinha profusamente, e a acariciei até que as lágrimas cederam lugar a um sorriso sereno e eu pude ficar enfiando meu pau suavemente em sua boceta suculenta, comendo-a por inteiro, sorvendo-a. Depois de um longo vai e vem, esporrei na gostosa em meio a um abraço fervoroso e aos gemidos da gostosinha.

Depois abracei a mulher amorosamente, carinhosamente, apaixonadamente. Beijei-a longamente, profusamente. Não conseguia parar de acariciar a linda moça em meus braços.