Apareceu uma menina no hospital (acadêmica), a gente marcou e não passava pela minha cabeça que poderia acontecer o contrário e dar merda. Chegou o dia, fui pra casa dela, cheguei e já fomos pro quarto. Achei bom na hora a objetividade, mas o perigo tava ali. A morena era insaciável, entrei às 13h00 no quarto, fizemos quase o Kama Sutra todo, distendi a perna nessa molecagem. Mais de 22h00 e a gente no quarto e eu podre de cansado. Três gozadas depois o ‘Juninho’ deitou eternamente e ela com ele mole na boca a meia hora. Até que eu pedi um tempo pra tomar um banho. Ela foi junto pra me banhar. Comecei a me desesperar nessa hora. Terminamos o banho e nada do ‘menino’ reagir. Pedi desculpas (como se depois de quase dez horas de ação quase contínua, eu ainda precisasse fazer alguma coisa) e depois de outra meia hora de explicações, saí pra pegar o ônibus. Voltei pra casa com a cabeça rodando e com a certeza que nunca mais ia ter uma transa homérica daquelas.