Depois de me realizar contando minha aventura com Luana, Minha primeira e até hoje amante, eu comecei a convidar algumas pessoas que achei interessantes para serem amigos no site, entre os convites de amizade descobri o perfil de Márcia Fernandes, podem procurar, e adorei o rosto dela na foto – aliás, que rostinho lindo, safadinho e sapeca – convidei-a e pra minha surpresa foi a primeira a aceitar. Comecei ao conversar amenidades sobre os contos dela e tal e em uma dessas conversas ela me revelou que iria postar uma historia em que ela faz anal pela primeira vez, eu fiquei maluco imaginando a expressão daquele rosto ao ter um pau invadindo seu cuzinho pela primeira vez, e disse isso a ela, ela então começou a se soltar mais comigo e em alguma mensagem depois ela revelou que teve que se tocar naquela manhã e depois de eu insistir pra saber em quem ela tinha pensado ela disse que era em mim.

Fiquei chocado e excitado ao mesmo tempo, não esperava a resposta, mas meu pau estava duro feito pedra e movido pela excitação comecei a provocá-la ainda mais dizendo sacanagens que ela respondia com seu delicioso “aaiinn”. Em seguida trocamos e-mails e começamos a conversar por Skype, ela me revelou parte de suas taras mas deixando claro que seu tesão era por seu pai, eu continuei investindo até O dia que nos vimos pela webcam, e depois de muita sacanagem e os dois muito excitados propus a ela para mostrarmos partes do nossos corpos pela câmera, ela disse que não faria mas, não me impediria de fazer. Fiz minha parte e fui tirando a roupa, primeiro a camisa, depois as calças e fiquei de cueca branca pra ela ver, e não tirei, esperei ela me pedir pra tirar, e que depois de alguma conversa ela disse pelo microfone:

– Tira pra fora que eu quero ver.

Não me fiz de rogado e tirei, mostrei, punhetei pra ela ver toda a extensão dele, que modéstia a parte não é pequeno, o que me deixou mais excitado foi o que ela me disse depois:

– Ah se você tivesse aqui com esse pauzão.

Na hora perguntei onde ela morava e por coincidência do destino estava a menos de 200 km da cidade dela, disse que se ela quisesse iria até a casa dela no ato, mas ela disse que não que seu pai estava passando do fim de semana em casa, mas que na segunda-feira me ligaria se estivesse com tesão.

Passei o fim de semana ansioso, minha ficante percebeu e perguntou eu disse que eram coisas do trabalho. Na segunda feira fui ao consultorio em agonia esperando por um scrap ou ela me chamar no Skype, passei o dia todo assim e nada, estava perdendo as esperanças quando faltava 10 minutos para as 18:00 ela manda um scrap com o número de seu telefone. Liguei na hora ela atendeu com uma voz rouca.

– Oi, sentiu minha falta.

– Muita, fiquei o dia esperando você.

– Não espere mais, quero você hoje.

Meu coração acelerou, mau pau endureceu e eu só consegui dizer estou saindo agora, liguei pra minha ficante dizendo que tinha um simposi com um laboratório importante e saí correndo. A estrada passou que eu nem vi, cheguei à sua cidade e liguei pra ela, ela me deu o endereço de um posto de gasolina e fui até lá, quando cheguei lá estava ela, com a mesma carinha de safada, mas vestida com uma saia solta e uma blusinha levemente decotada, abri a porta do carro e ela entrou rapidamente, e disse:

– Vamos logo antes que eu me arrependa.

Saí com o carro e fomos em silêncio até uma Rua escura onde parei o carro, ela veio até mim me beijando e subindo com suas lindas pernas por cima de mim, que boca deliciosa, macia, molhada e quente, beijei seu pescoço, mordi de leve sua orelha, chupei sua nuca enquanto descia a mão por aquele corpo delicioso passei a mão por sua bocetinha e ela estava sem calcinha e toda molhada:

– Gata, você gosta disso né?

– Gosto, mas tira logo esse pau pra mim, tira.

Fiz o que ela mandou e observei enquanto ela me olhava com surpresa e tesão:

– Que grande, adorei.

Ela começou a bater um punhetinha devagar e leve, ela sabia como fazer, tinham ensinado bem a safada, e depois ainda olhando pra mim ela desceu devagar com a boca e passava a língua na cabeça do meu pau com carinho e devagar, depois abriu bem a boca e foi tentando abocanhar o meu pau, enfiou o que conseguiu e chupou num vai e vem delicioso, com sua mãozinha batia de leve uma punheta e a outra massageava minhas bolas, estava delicioso e eu sabia que iria gozar a qualquer momento, então levantei ela e joguei no banco do passageiro, me posicionei pra chupar aquela bocetinha linda, e que cheiro maravilhoso que tinha, cheiro de fêmea, passei a língua da coxa até a virilha várias vezes só pra ver ela se contorcer, depois coloquei minha boca em sua xaninha e comecei a sugar seu grelinho, parava pra passar a língua na entrada de sua grutinha, e depois voltava ao grelinho e ela gemia:

– Isso me chupa safado, chupa, me faz gozar na sua boca.

Eu continuava atendendo seus pedidos, então ela começou a estremecer levemente e contrair a pélvis enquanto apertava meu rosto na direção dela e então gozou gostoso.

– Aaahhh, delíciaaa, vem me come, me come que estou maluca por você.

– O que você manda eu obedeço, meu tesãozinho.

Posicionei meu pau na entrada e fui empurrando devagar até o final, ela gemia e me arranhava como uma gata, tirei tudo e repeti tudo de novo, ela começou a gemer dessa vez mais baixinho:

– Me come, delicia, me come todinha, vai.

Por mais que eu goste que me xinguem na hora H, eu estava adorando aquela gatinha manhosa me pedindo pra comer ela. Eu fui enfiando o que conseguia naquela boceta deliciosa, e ela gemia, a principio baixinho mas quando fui aumentando a pressão ela começou a gemer alto:

– Me fode, me fode, delíciaaaa… Assim eu gozo de novo, me fodeeee.

– Que buceta gostosa, tesão, ta sentindo meu pau te enchendo tá?

– To, me enche com esse pauzão, que tesão… Aahhhh to gozandoooo.

– Eu Tb vou gozar… AAAAAhhh

Não consegui me segurar e gozamos juntos, despejei muita porra dentro dela que escorreu pelas pernas e ela quase desfalecida passava os dedinhos e lambia a porra que saía.

– Safada, não perde nada, não é?

– Ta uma delicia, se soubesse que era tão bom tinha te chamado antes. – disse me abraçando e beijando minha boca, senti o gosto da minha própria porra mas não podia negar um beijo tão gostoso e entregue, ela olhou pro meu pau que murchava e disse:

– Um dia isso vai caber no Meu Cuzinho.

– Pode ser hoje se quiser.

– Hoje não agüento mais nada, mas prometo que será em breve.

Me deu outro beijo enquanto pegava uma toalha que carrego no carro pra se limpar e disse:

– Me deixa no posto de gasolina que ainda não quero que saiba onde eu moro, ok?

– Ok, quem sou eu pra questionar.

Ambos rimos e só me coube obedecer, afinal queria muito poder comer aquela delicia de novo. Bom isso tudo aconteceu a duas horas e ainda está fresquinho no meu gosto e na memória e agora só me resta aguardar até amanhã pra conversar Com minha querida Marcinha. Que amanheça logo.